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TCE-AM barra empréstimo da Prefeitura de Manicoré

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) acatou denúncia com pedido de Medida Cautelar de suspensão interposto por Efraim da Silva Lagos, em face da contratação de operação de crédito junto a Caixa Econômica Federal (CEF), no âmbito do programa Finisa, realizado pela Prefeitura de Manicoré (a 456 quilômetros de Manaus).

De acordo com o Processo nº 14080/2024, o denunciante relata que a Prefeitura de Manicoré, por intermédio do procurador Thales Augusto Colares de Santana, visa a promulgação da Lei nº 11/2024, cujo objeto é a contratação de operação de crédito e que por tratar-se de ano eleitoral, algumas condutas são vedadas, pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), durante o período, visto podem interferir na lisura e no equilíbrio das eleições, afetando a igualdade de oportunidades entre os candidatos.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

DNIT manterá fábricas de gelo em nove portos no Amazonas

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) manterá fábricas de gelo em nove portos instalados no Amazonas. A publicação consta no Diário Oficial da União (DOU).

A autarquia publicou edital para seleção de organização da sociedade interessada em celebrar Acordo de Cooperação Técnica sem repasse financeiro, tendo por objeto a cooperação entre os órgãos partícipes. A ideia é operar, realizar e manter as estruturas dos complexos frigoríficos, fábricas de gelo e câmaras frigorífica dos portos de Alvarães, Anori, Boa Vista do Ramos, Carauari, Guajará, Itacoatiara, Parintins, São Sebastião do Uatumã e Silves.

As propostas serão aceitas até 2 de agosto.

 

 

Da Redação

TCE-AM cobra atualização do Portal da Transparência de Parintins

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Bi Garcia Parintins

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por intermédio do Processo nº 14023/2024, acatou Representação nº 73/2024, interposta pelo Ministério Público de Contas (MPC), cobrando a Prefeitura de Parintins (a 435 quilômetros de Manaus), a cerca da não atualização do Portal da Transparência referentes a atos de gestão do município.

Contrato não divulgado

Conforme denunciado no ano passado pelo Portal O Poder, o prefeito de Parintins, Bi Garcia (PSD), mostrando incoerência nas ações, homologou a escolha de uma empresa que prestaria serviços para o município.

O curioso é que Bi Garcia anuncia a contratação da empresa, Conttrol da Tecnologia da Informação LTDA, inscrita sob o CNPJ de número 35.698.120/0001-99, para dar transparência à gestão no site da Prefeitura de Parintins sem fazer o dever de casa: indicar o valor global do contrato e a duração da prestação de serviço.

 

 

Redação O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

Programa Luz para Todos tem licitação fracassada

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A licitação para o Programa Luz para Todos fracassou. A informação consta no Diário Oficial da União, pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. – ENBPar.

A empresa informou o “fracasso do Item Edital do Pregão Eletrônico n° 90004/2024, cujo objeto é a aquisição equipamentos para uso em inspeções físicas de obras com a finalidade de fornecer atendimento com energia elétrica às populações residentes no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal e de obras que promovem a iluminação pública eficiente aos municípios, propiciando suporte tecnológico e mais segurança aos profissionais relacionados a essa atividade no Programa Luz para Todos e no Programa de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL, conforme especificações, quantitativos e condições estabelecidas no Termo de Referência nº 001/2024-DGPG-ENBPar”. O “fracasso” aconteceu porque as licitantes não atenderam às condições do edital.

Amazonas

O Amazonas pode ter expansão do programa Luz Para Todos. O objetivo é propiciar acesso à energia elétrica aos novos consumidores residentes no meio rural.

 

 

Da Redação

Bancada amazonense traça estratégias para proteger ZFM na regulamentação da reforma tributária

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Nesta terça-feira, 2, a bancada amazonense se reuniu para traçar estratégias e debater algumas questões em relação à Zona Franca de Manaus dentro da regulamentação da reforma tributária. O encontro também teve a participação dos consultores tributários Thomás Nogueira e Afonso Lobo. O objetivo principal da bancada é manter os benefícios da ZFM e assegurar sua competitividade.  

O relatório final do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/24, que regulamenta a reforma tributária, deve ser entregue nesta quarta-feira, 3. Fontes dizem que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tem o desejo de colocar o parecer para apreciação do plenário até o dia 18, antes do início do recesso parlamentar. 

Equipe ‘de peso’ 

A equipe técnica que acompanha as tratativas e as reuniões é composta pelo economista Farid Mendonça, pelo ex-titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e da Secretaria de Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM), Thomaz Nogueira, e por Afonso Lobo, que também é ex-titular da Sefaz-AM, além de técnicos da Sefaz-AM. 

 

Da Redação 

Foto: Divulgação

 

STF decide se piso do magistério se aplica a professores temporários

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O Supremo Tribunal Federal decidirá se o piso salarial nacional para os profissionais da educação básica na rede pública também vale para os professores temporários. Por maioria de votos, o Plenário Virtual da corte reconheceu a repercussão geral da matéria, discutida em recurso extraordinário com agravo (Tema 1.308).

A controvérsia teve início com a ação proposta na Justiça estadual por uma professora temporária contra o estado de Pernambuco. Por ter sido remunerada com salário abaixo do piso nacional do magistério, ela pediu o pagamento dos valores complementares e sua repercussão nas demais parcelas salariais.

Após o pedido ter sido negado pela primeira instância, o Tribunal de Justiça estadual (TJ-PE) reconheceu o direito. Para a corte local, o fato de a professora ter sido admitida por tempo determinado não afasta o direito aos vencimentos de acordo com a Lei Federal 11.738/2008, que instituiu o piso do magistério, uma vez que ela fazia o mesmo trabalho dos professores que ocupam cargo efetivo.

Diferenciação de regime de servidores

Ao recorrer ao STF, o governo pernambucano alegou que a jurisprudência do Supremo diferencia o regime jurídico-remuneratório de servidores temporários do aplicável aos servidores efetivos. Além disso, sustentou que a extensão do piso aos temporários violaria a Súmula Vinculante 37, que veda ao Judiciário aumentar vencimentos de servidores públicos sob o fundamento de isonomia.

Em sua manifestação pelo reconhecimento da repercussão geral, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, destacou que, segundo a jurisprudência da corte, o regime de contratação temporária de servidores pela administração pública não se confunde com o regime aplicável aos servidores efetivos. Ele ressaltou, no entanto, que o Supremo não examinou especificamente se essa diferenciação afasta a incidência do piso nacional.

Para Barroso, a questão tem relevância constitucional, com reflexos sobre a autonomia dos entes federativos para definir a remuneração de professores. “Trata-se de matéria de evidente repercussão geral, sob todos os pontos de vista (econômico, político, social e jurídico), em razão da relevância e da transcendência dos direitos envolvidos.”

O entendimento a ser fixado no julgamento do mérito, ainda sem data prevista, valerá para os demais casos semelhantes em trâmite na Justiça. No STF, já foram identificados 202 recursos extraordinários sobre a mesma controvérsia. 

 

Da Redação com informações de Conjur e STF

Foto: Divulgação

Lula deve pagar até R$ 30 bilhões em emendas antes das eleições municipais

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve pagar até R$ 30 bilhões em emendas parlamentares antes das eleições municipais deste ano, maior volume da história para o primeiro semestre do ano e para um período pré-eleitoral. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto afirmou que o objetivo é viabilizar obras e acelerar o atendimento à população nos municípios.

O Executivo resolveu, em acordo com o Congresso Nacional, repassar uma quantia equivalente a 60% das emendas previstas para 2024 antes das eleições de outubro, uma dimensão que não tem precedentes em anos anteriores. O valor inclui recursos distribuídos sem critérios técnicos, emendas Pix e heranças do orçamento secreto.

A lei eleitoral proíbe o pagamento de emendas três meses antes da eleição, período que começa no próximo dia 6, com exceção de repasses para obras executadas anteriormente. Manobras do Congresso com aval do governo, porém, mudaram a forma de pagamento de emendas neste ano, gerando dribles à lei eleitoral e tornando a regra inócua, conforme o Estadão antecipou.

Em nenhum período anterior, haverá tanto recurso para ser gasto em plena campanha. Desde o início do ano até a semana passada, foram pagos R$ 20,9 bilhões em emendas, somando recursos incluídos no Orçamento de 2024 e herdados de anos anteriores. Há, no montante pago, R$ 1,7 bilhão de emendas do orçamento secreto deixadas pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O valor de emendas deve subir até sexta-feira, 5. A quantia final ainda dependerá dos desembolsos da União. Há, por exemplo, R$ 5 bilhões que estão prontos para pagamentos e outros R$ 5 bilhões que estão na fila, mas ainda não foram processados. Parlamentares e prefeitos pressionam pelos repasses nesta semana de reta final, enquanto o governo controla o caixa.

“As emendas parlamentares têm produzido três impactos problemáticos: risco de corrupção, deturpação de políticas públicas e impacto eleitoral”, diz o gerente de Pesquisa da Transparência Internacional no Brasil, Guilherme France. “Se vamos continuar com um modelo de ampla destinação de recursos via emenda parlamentar, e não parece que o Congresso vai abrir mão, precisamos que esses recursos sejam destinados com adequação dos critérios técnicos de alocação, transparência e fiscalização.”

Nesta mesma semana, a Câmara dos Deputados deve pautar os projetos de regulamentação da reforma tributária, enviados pelo governo Lula, para votação. Liberar emendas em períodos de votações estratégicas no Congresso é uma pratica do Executivo federal para agradar parlamentares com recursos do Orçamento da União. Isso aconteceu em diversas ocasiões no ano passado, conforme o Estadão mostrou, e se repete agora, ainda mais por conta das eleições municipais.

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que cuida da relação com o Congresso e do pagamento de emendas, afirmou que o calendário de liberação, definido ainda em fevereiro, tem “o objetivo de viabilizar obras e acelerar o atendimento à população nos municípios”.

O órgão afirmou que, até o dia 5 de julho, o governo vai totalizar R$ 21,5 bilhões em emendas pagas relativas às transferências especiais (emendas Pix) e transferências para saúde e assistência social – foram R$ 14,9 bilhões até 28 de junho. O governo não antecipou qual valor pretende quitar de outros tipos de recursos.

Inicialmente, o Congresso queria obrigar o governo Lula a respeitar um calendário de pagamento de emendas neste ano. O presidente vetou essa proposta, mas, em troca, negociou um cronograma diretamente com os parlamentares e assinou um decreto em fevereiro que, na prática, atendeu o desejo dos políticos.

Em maio, Lula assinou um novo decreto ampliando os recursos destinados a emendas no primeiro semestre. O acordo ficou ainda mais custoso para os cofres públicos. Se o veto fosse derrubado, o governo seria obrigado a pagar R$ 16 bilhões em emendas no primeiro semestre deste ano, mas pode acabar pagando praticamente o dobro.

O que são emendas parlamentares e como elas são distribuídas?

As emendas são recursos da União indicados pelos deputados e senadores. Os congressistas escolhem livremente para onde vai o dinheiro. O governo controla o caixa e o momento da liberação do recurso. No caso da Saúde, não são respeitados critérios técnicos, como as cidades mais necessitadas e as informações sanitárias de cada região.

O montante também inclui as emendas Pix, reveladas pelo Estadão, que são enviadas sem nenhuma finalidade definida e sem transparência sobre o que será comprado com o dinheiro, e as emendas de comissão, que herdaram parte do orçamento secreto, esquema também revelado pelo Estadão e declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

 

Com informações da Folha

Colégio Militar De Manaus concorre ao prêmio Melhor Escola Do Mundo

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O Colégio Militar de Manaus (CMM) foi selecionado como finalista do Prêmio Internacional “Melhor Escola do Mundo”, promovido pela T4 Educations. A instituição se destaca na categoria “Inovação” por oferecer um curso regular de ensino a distância (EaD) pioneiro em áreas remotas.

O programa EaD do CMM, em funcionamento há 22 anos, é o único entre os 15 colégios militares do Brasil a disponibilizar essa modalidade de ensino. O objetivo principal é atender às necessidades das famílias de militares que são transferidos para missões em diferentes regiões do país ou no exterior, garantindo que seus filhos mantenham a educação regular.

Segundo o comandante e diretor de ensino do CMM, coronel Alexandre Magno, o diferencial do programa está na sua natureza totalmente online: “Desde a matrícula até a obtenção do certificado, passando por todas as aulas e avaliações, tudo é feito de forma remota.” Essa característica inovadora permite que cerca de 500 alunos de áreas remotas do mundo sejam beneficiados pelo programa.

A iniciativa do Colégio Militar de Manaus visa atender a uma demanda específica do Exército, Marinha e Aeronáutica: “Manter os filhos de militares transferidos para guarnições especiais de fronteira ou para missões no exterior no ensino regular brasileiro”, explica o coronel Magno à Rede Amazônica.

O CMM conta com polos de apoio em municípios do interior do Amazonas, como Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira e Tefé, além de uma unidade na capital de Roraima, Boa Vista. Em cada local, turmas de até 15 alunos recebem orientação presencial de tutores e profissionais da área de educação.

 

 

Com informações da Gazeta Brasil

Foto: Divulgação

Manacapuru aditiva pela quarta vez contrato de transporte escolar com valor de R$ 9,3 milhões

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O prefeito de Manacapuru, Beto D’Ângelo, assinou o quarto termo aditivo para um contrato relativo ao transporte escolar fluvial e terrestre. A prorrogação é de sete meses e nove dias e o valor ultrapassa os R$ 9 milhões.

O lote um tem valor de R$ 5.525.809,16. Já o lote dois tem custo de R$ 3.839.068,23. O serviço é destinado para alunos da zona rural de Manacapuru.

Aditivar contratos já é uma prática frequente de Beto D’Ângelo. Em maio, a prorrogação foi de um contrato para reforma de hospital e recuperação de avenida. Na semana passada, um acordo para fornecimento de combustíveis também foi estendido.

 

 

Da Redação

RR: Denarium é salvo pelo recesso do TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrará em recesso a partir desta terça-feira (2). A medida salva momentaneamente o governador de Roraima, Antonio Denarium, da perda do mandato em um processo em tramitação que deveria ser analisado pelo órgão.

Será a última paralisação antes das eleições municipais de 2024, que tem o primeiro turno marcado para o dia 6 de outubro.

O retorno das atividades está marcado para 1º de agosto, com a sessão de abertura do segundo semestre, a partir das 10h.

Previsto no regimento interno da Corte, o recesso forense é o nome utilizado para as férias coletivas dos magistrados, compreendidas em dois períodos:

2 a 31 de janeiro;
e 2 a 31 de julho.

Durante os dias sem atividades, é de responsabilidade do presidente do TSE — cargo atualmente ocupado pela ministra Cármen Lúcia — ou em sua ausência, ou impedimento, ao vice-presidente — que, no momento, é o ministro Nunes Marques — decidir sobre processos que precisem de uma solução urgente.

Caso nenhum dos dois esteja disponível, é utilizada a ordem de antiguidade para definir qual ministro ficará a cargo de tomar alguma decisão.

Principais datas do calendário eleitoral

Mesmo no recesso do TSE, o calendário eleitoral continua com eventos importantes.

Agentes públicos não podem realizar nomeações, exonerações e contratações a partir de 6 de julho. Também é vedada a participação em inaugurações de obras públicas.

Entre 20 de julho e 5 de agosto, acontecerão as convenções partidárias. Nos eventos, acontecem as deliberações sobre coligações e a escolha de candidatos e candidatos às prefeituras e para as câmaras municipais. A partir das definições, os partidos têm até o dia 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral.

Cassação antes do recesso

Conforme divulgado pelo Portal O Poder, em junho, o TSE deveria analisar, antes do recesso de julho, alguns processos que envolvem a cassação do governador de Roraima, Antonio Denarium.

A Justiça Eleitoral em Roraima já confirmou a cassação do mandato por abuso de poder político e econômico por três vezes, em agosto de 2023, por distribuir cestas básicas no período eleitoral, em dezembro por executar reformas nas casas de eleitores e mais uma vez em janeiro deste ano com pena estabelecida de inelegibilidade por 8 anos.

Atualmente Já há inclusive parecer do Ministério Público nos processos que hoje estão no TSE pedindo a perda de mandato do governador de Roraima. Os processos estão com a ministra Isabel Galloti.

 

 

Da Redação, com informações da CNN Brasil

Foto: Reprodução