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Cassado, sem aliados e alvo de investigação, Jalser “perde” PTB e futuro político “naufraga”

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Roraima – O ex-deputado Jalser Renier, cassado por quebra de decoro em fevereiro de 2022, amargou mais uma derrota no final da semana passada. Jalser Renier, que tenta voltar à vida política, perdeu o comando do PTB em Roraima para o jornalista do Amazonas, Alex Braga. Jalser ficou no comando da sigla de 23 de janeiro 2023 a 28 de setembro deste ano.

Nos bastidores políticos de Roraima, a notícia não causou grande impacto e apenas confirmou que a carreira política de Jalser Renier “morreu”. Com 28 anos de carreira política, Jalser Renier foi eleito presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) quatro vezes, exercendo três delas.

O declínio de Renier iniciou em 2021, quando foi afastado da presidência da ALE pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e a ascensão de Soldado Sampaio ao cargo (Republicanos).

O pedido para que Renier não fosse reconduzido ao cargo foi do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e ocorreu após o entendimento do STF de que Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) não poderiam se candidatar à reeleição para as presidências da Câmara e do Senado em 2021.

Jalser tentou diversas vezes voltar ao cargo e, às vésperas da votação de um pedido de cassação contra ele, chegou a retornar ao comando da ALE, mas a vitória durou apenas algumas horas. No dia 28 de fevereiro do ano passado, Jalser foi definitivamente cassado.

Jalser Renier (SD) é apontado como mandante do sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos. Jalser chegou a ser preso em outubro de 2021 em uma ação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Roraima (MPRR).

Foto: Divulgação 

Simão Peixoto desconta salário de servidores e não repassa ao BorbaPrev

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O prefeito de Borba, Simão Peixoto, está envolvido em uma nova polêmica. O gestor aplicou um desconto no salário dos servidores sem informar ao BorbaPrev.

Em 2019, as irregularidades nos repasses foram detectadas de janeiro a dezembro. Foram acumulados R$ 3.633.037,89 em valores devidos que foram repassados ao BorbaPrev.

“Em última análise, é possível vislumbrar que no decorrer do primeiro mandato
eletivo do prefeito Simão Peixoto, período de 2017 a 2020, não foi repassado/pago
para a previdência municipal de Borba o montante de R$ 10.083.258,73 (dez milhões,
oitenta e três mil, duzentos e cinquenta e oito reais e setenta e três centavos),
ressaltando que esse total se refere aos valores nominais, faltando-lhe os acréscimos
de atualização monetária, juros, multas e demais consectários legais”, diz trecho de denúncia feita pelo vice-prefeito José Pedro Graça.

Além dos descontos, Simão Peixoto instituiu uma lei em que parcela o pagamento dos servidores em até 60 vezes. A norma foi aprovada pelos vereadores.

O vice-prefeito de Borba pede ao Ministério Público do Amazonas (MPAM) que investigue a conduta de Simão Peixoto.

 

 

Da Redação O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

MPAM notifica Amazonas Energia e acompanhará racionamento em São Gabriel da Cachoeira

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) abriu Procedimento Administrativo para acompanhar as medidas adotadas pela Amazonas Energia e pelo Poder público em São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros de Manaus). O objetivo é analisar o fornecimento de energia elétrica durante a estiagem no Amazonas.

Revoltados com as constantes interrupções no fornecimento de energia no município, a população foi às ruas e se manifestou para cobrar o prefeito Clóvis Curubão (PT) e demais autoridades competentes. Os manifestantes pedem uma solução contra os “apagões” que prejudicam os moradores.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Imagens: Reprodução

Em Rorainópolis, MP investiga irregularidades em contratos na gestão do ex-prefeito Leandro Pereira

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Roraima – O Ministério Público de Roraima (MPRR) instaurou dois inquéritos para apurar possíveis irregularidades em pregões presenciais na gestão do ex-prefeito Leandro Pereira (SD), que renunciou ao cargo no mês passado em meio à crise denunciada por vereadores de Rorainópolis e deputados estaduais.

O primeiro inquérito apura possíveis irregularidades em Pregão Presencial referente a aquisição de material de limpeza para atender as escolas da rede municipal de ensino. Já o segundo mira possíveis irregularidades em um pregão destinado a aquisição de merenda para a rede municipal do município.

As informações sobre os inquéritos foram publicadas no Diário Oficial do Ministério Público de Roraima (MPRR), na edição desta segunda-feira, 23.

Renúncia 

Leandro Pereira (SD) renunciou ao cargo no dia 2 de outubro. A renúncia de Pereira, que estava no segundo mandato como prefeito, ocorreu após diversos atrasos no pagamento dos salários dos servidores do município, algo recorrente desde o seu primeiro mandato.

A situação chegou ao ponto de ser protocolado um pedido de intervenção do Estado na Prefeitura, feito pelo deputado Cláudio Cirurgião (União), no dia 20 de setembro. A solicitação foi encaminhada ao procurador-geral de Justiça do Estado, Fábio Stica.

Foto: Divulgação 

 

Funasa tem superintendente interino, enquanto aguarda nomeação do titular

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Funasa

O subsecretário de assuntos administrativos do Ministério da Saúde, Rogério Guedes Soares, divulgou mais uma mudança no comando da  Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas. Alvo de escândalos no Estado, conforme divulgou o Portal O Poder, envolvendo inclusive operações da Policia Federal, a Funasa vem passando por um processo de reestruturação pelo governo federal.

Por intermédio da Portaria SAA nº 1.412. de 19 de outubro de 2023, foi designado que Leudes Pereira Ajuricaba, matricula SIABE 0475388, vai exercer o encargo de substituo eventual do Cargo Comissionado Executivo de Superintendente da Superintendência estadual da Funasa no Estado do Amazonas – CCE 113, nos afastamentos, impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo.

A expectativa é de que Leudes Ajuricaba não passe muito tempo na função de superintendente interino da Funasa no Amazonas, pois a qualquer momento pode ser definida a nomeação do titular da pasta.

 

 

Augusto Costa , para O Poder. 

Ilustração: Neto Ribeiro

DNIT ratifica situação de emergência em porto de Itacoatiara

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O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) ratificou a declaração de situação de emergência em Itacoatiara. Recentemente, parte do porto do órgão, mais conhecido como Porto Novo, desabou.

O DNIT acionou a Defesa Civil e a Marinha do Brasil para as medidas necessárias no local.

A área foi isolada.

 

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução 

Renato Júnior grava vídeo e afirma que secretaria irá reverter pintura das pedras do calçadão da Ponta Negra

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Após a Prefeitura de Manaus realizar pintura de ciclovia no calçadão da Ponta Negra, o Secretario de Infraestrutura Renato Junior gravou um vídeo em suas redes sociais, informando que a pintura será retirada sem danos adicionais para a prefeitura.

Em nota a secretaria informa que o corpo da Seminf irá acompanhar a execução da obra desde seu início, para garantir a viabilidade do projeto e a conclusão dentro do prazo estimado

“A prefeitura fará a remoção e limpeza de toda a extensão de pedras que recebeu a pintura e, para dar continuidade ao projeto, irá implantar novas pedras portuguesas na cor vermelha opaca”

VEJA VÍDEO:

Henrique Souza, para O Poder

Video: Divulgação 

Prefeitura de Manaus pinta pedras da praia da Ponta Negra e revolta população

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Na noite do último sábado (21) a Prefeitura de Manaus pintou as pedras portuguesas do calçadão de um dos pontos turísticos mais famosos de Manaus, com o intuito de criar uma ciclofaixa no meio da calçada.

Porém, a atitude do chefe executivo dividiu opiniões nas redes sociais, deixando pessoas revoltadas com a atitude do mesmo, em um vídeo mostra o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM) arquiteto Jean Farias, onde comenta que achou um total desrespeito com o patrimônio histórico de Manaus.

VEJA VÍDEO:

Henrique Souza, para O Poder

Video: Divulgação 

Vice pede medida protetiva contra prefeito Simão Peixoto

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O vice-prefeito de Borba (a 150 quilômetros de Manaus), Zé Pedro Graça, pediu Medida Protetiva contra o prefeito Simão Peixoto nesta sexta-feira, 20. A solicitação é para assegurar a integridade física e protegê-lo das ameaças e possíveis atos de violência, dado o histórico do gestor municipal.  

De acordo com o documento, obtido com exclusividade pelo Portal O Poder, após reassumir a prefeitura de Borba, Simão Peixoto, constrangeu moralmente o vice-prefeito o ofendendo publicamente, fazendo acusações e coagindo Zé Pedro e a família dele por meio de exonerações em massa e perseguições realizadas pela Secretaria Municipal de Segurança de Borba, conforme registrado no Boletim de Ocorrência nº 00242699/2023. 

Somando-se a isso, o histórico violento de Simão Peixoto e a forma como ele exerce sua influência em Borba, contribuíram para Zé Graça pedir a medida protetiva.

Se a Justiça acatar o pedido, Simão Peixoto será impedido de manter contato com Zé Pedro e não poderá se aproximar em um limite máximo de até 300 metros, podendo ser preso em caso de descumprimento.

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

Reforma tributária pode ficar para 2024

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Sen. Jaques Wagner - Governadores durante a sessão temática para debater a reforma tributária (PEC 45 de 2019) nesta 3ª feira (29.ago.2023), no plenário do Senado. O convite foi feito pelo presidente da Casa Alta, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em 22 de agosto, aos governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal. O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy participou com 20 governadores ou vices. | Sérgio Lima/Poder360 29.ago.2023

O relator da reforma tributária no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), disse na última quinta-feira, 19, que deve entregar a proposta até 1º de novembro na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). É a segunda vez que Braga adia a apresentação do texto. A previsão anterior era de entrega na terça-feira, 24, e, antes disso, em 4 de outubro. 

“Se pretendemos aprovar e promulgar a PEC até o final do ano, nós teremos que votá-la conforme o cronograma estabelecido pelo presidente Rodrigo [Pacheco, do Senado] até o dia 7 de novembro. Para isso, o relatório precisa ser apresentado até, no máximo, dia 1º de novembro”, disse o senador em reunião da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).

Pela estimativa de Braga, uma vez apresentado na CCJ, a reforma terá pedido de vista coletiva (mais tempo para análise) e poderia ser votada na comissão em 7 de novembro pela manhã e seguir para a análise do plenário no mesmo dia. No próximo mês, entretanto, há 2 feriados, em 2 e 15 de novembro, que devem esvaziar o Congresso.

Nesta quinta-feira, o relator do grupo de trabalho da reforma, senador Efraim Filho (União Brasil-PB), apresentou o texto à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos). Eduardo Braga lamentou, entretanto, a demora para receber as recomendações do grupo. “Só lamento que a gente esteja recebendo essas sugestões muito em cima da hora”, disse.

O texto do grupo de trabalho tem sugestões para a reforma, mas essencialmente é um relato de atividades do colegiado formado por 15 senadores. Efraim sugeriu reduzir o tempo de transição das mudanças, atualmente fixado em 50 anos. Braga é contra a medida. “Existem Estados que não suportariam essa redução de transição”, disse em entrevista a jornalistas na quinta-feira.

Na próxima semana, quando Braga apresentaria seu texto na CCJ, a comissão realizará a sabatina dos indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que deve ocupar as próximas sessões do colegiado.

Durante a reunião da CAE, Braga se queixou de não ter tempo suficiente para trabalhar no texto. “São muitas as conversas, muitas as interfaces, muitas as discussões [em andamento]. E são muitas as conversas que ainda precisaremos ter até a apresentação do relatório”, disse.

A da PEC 45 de 2019 foi aprovada na Câmara em 6 de julho, depois de mais de 30 anos de debate sobre o tema no Legislativo. Depois de aprovada no Senado, a proposta ainda retornará para a análise dos deputados.

O governo tem pressa para aprovar o texto e espera a conclusão da votação até o fim do ano. O prazo também é defendido pelos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Para 2024, a intenção do Executivo é análise e aprovação das leis complementares para a regulamentação da reforma. 

“Acho que o clima está melhorando [para a votação] por que o diálogo está acontecendo”, disse Braga em entrevista a jornalistas.

Fundo de Desenvolvimento Regional 

Eduardo Braga reafirmou a intenção de aumentar o valor do fundo de desenvolvimento dos Estados para garantir a redução de desigualdades econômicas e regionais.

O texto atual da PEC estabelece o FDR (Fundo de Desenvolvimento Regional) em R$ 40 bilhões. O valor é defendido pela Fazenda. O relator não detalhou qual deve ser o novo valor. O Consefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda) defende o aumento dos recursos para R$ 75 bilhões. Os governadores do Sul querem elevar para R$ 80 bilhões.

“Esse fundo precisa ser robusto. Não é um fundo de curto prazo, isso é um fundo de longo prazo. Ele pode aumentando gradativamente, pode ir aumentando até 2070, até 2060. Mas, precisa ter fonte e precisa ter uma posição negociada com o governo”, disse Braga.

Sobre outras mudanças no texto, Braga afirmou que deve retirar o setor de energia do imposto seletivo, o chamado imposto do pecado de taxação de itens que fazem mal à saúde e ao meio ambiente. Segundo ele, a matriz energética brasileira já é quase toda de energia limpa.

Em relação aos combustíveis fósseis, Braga afirmou que devem ser incluídos no imposto seletivo por terem impacto no meio ambiente. “Na minha opinião, recursos naturais não renováveis devem ser taxados pelo Imposto Seletivo”, disse.

 

Da Redação com informações de Poder 360

Foto: Divulgação