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Covid-19: Vereador de Manaus propõe reduzir 30% das mensalidades de escolas privadas

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Projeto de lei de n° 143/2020 do vereador Alonso Oliveira (sem partido), que tramita na Câmara Municipal de Manaus (CMM), quer que as escolas particulares da capital reduzam suas mensalidades em pelo menos 30% enquanto durar o plano de contingência do novo coronavírus do governo federal. A medida visa contribuir com os trabalhadores que ficaram sem renda ou tiveram o salário reduzido devido à necessidade de isolamento para evitar a contaminação.

Segundo o texto, as unidades de ensino que possuem calendário escolar regular, com férias no meio do ano, poderiam aplicar o desconto a partir do 31º dia de suspensão das aulas. Já as creches, internatos e demais instituições que seguem calendário ininterrupto de aulas ficariam obrigadas a dar o desconto imediatamente após a data da sua publicação da proposta.

Ainda de acordo com o projeto, as unidades de ensino superior da rede privada que adotem o meio de aulas presenciais também deverão reduzir as suas mensalidades.

O descumprimento implicaria na aplicação de multas pelos órgãos responsáveis pela fiscalização do direito do consumidor, como Procon-AM. Com a liberação para o retorno às aulas, a lei seria automaticamente cancelada.

“A paralisação e a quarentena causam grave crise econômica que a todos afeta. A medida é uma tentativa de equilibrar e ajustar o sistema de maneira a não propiciar que as escolas tenham enriquecimento com a suspensão das aulas, mas, ao mesmo tempo, que possibilite a continuidade do funcionamento, garantindo o pagamento de seus funcionários e as despesas que não se alteram mesmo com a suspensão das aulas”, afirma o vereador em sua justificativa.

Alonso defende que as escolas estão com as despesas reduzidas com itens como a manutenção do espaço, água, energia e alimentação de seus funcionários e alunos. Dessa forma, não seriam prejudicadas com a redução das mensalidades.

 

Henderson Martins, para O Poder

Com informações da assessoria do vereador

Foto: Divulgação

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Em nota oficial, CMA confirma militares infectados pelo coronavírus

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Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira, 30, o Comando Militar da Amazônia (CMA), confirmou que alguns militares que participaram de treinamento do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), contraíram o Covid-19.

Os soldados que testaram positivo estão sendo monitorados por uma equipe médica do Exército. Os militares apresentaram sintomas leves e todos os que tiveram contato com eles também estão sendo avaliados.

Confira na integra a nota divulgada pelo CMA

Nota-à-imprensa-30-03-20.pdf (1)

 

Da Redação O Poder

Com informações da assessoria do CMA

Tóquio registra queda da bolsa por conta do Covid-19

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As ações na Bolsa de Valores de Tóquio tiveram forte queda no pregão matutino desta segunda-feira,30. Ordens de venda atingiram o mercado imediatamente após a sua abertura.

Ao mesmo tempo, crescem as preocupações de que o alastramento do coronavírus (covid-19) vai forçar pessoas em muitos países a ficarem em casa por um prolongado período, o que continuará afetando a economia global.

O índice Nikkei da bolsa japonesa chegou a perder temporariamente mais de 800 pontos, e terminou o pregão da manhã com 18.762 pontos, uma queda de 626 em relação ao fechamento de sexta-feira.

Fontes do mercado dizem que importantes indicadores econômicos estrangeiros e nacionais – como o levantamento Tankan do Banco do Japão e dados sobre emprego nos Estados Unidos – serão anunciados nesta semana.

As mesmas fontes garantem que os investidores estão cada vez mais cautelosos com efeitos econômicos que podem se tornar visíveis.

Fonte: Agência Brasil

Amazonas registra 151 casos confirmados de coronavírus em 17 dias

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O Amazonas tem 11 novos casos do coronavírus, de acordo com boletim da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), atualizado na tarde desta segunda-feira, 30, em coletiva de imprensa on-line, sendo 9 em Manaus, um em Parintins e, outro, em Novo Airão. Com esses números, sobe para 151 os pacientes infectados com o Covid-19 no Estado.

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de Saúde, Rodrigo Tobias, e pela diretora-presidente da Fundação em Vigilância em Saúde (FVS-AM), Rosemary Pinto.

Segundo Rosemary, desse total, 22 pessoas estão internadas, sendo 11 em leitos clínicos (10 em hospitais da rede privada e um no Hospital Delphina Abdel Aziz) e 11 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo 7 na rede privada e 4 no Delphina Aziz.

Com os dados atualizados, 140 doentes estão em Manaus; 3 em Parintins; 2 em Manacapuru; 2 em Itacoatiara; e 1 nos municípios de Santo Antônio do Iça, Anori, Boca do Acre e Novo Airão.

Novas ações 

O secretário de Saúde, Rodrigo Tobias, disse que o HPS Delphina Abdel Aziz tem 50 leitos de UTI e está recebendo mais 10 leitos do Ministério da Saúde (MS). Além de todos os aparelhos de respiração mecânica para o hospital, que atua como referência no atendimento.

Segundo o secretário, a previsão é que o hospital atue com 350 leitos, dessa forma com toda a capacidade do hospital.

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Reprodução

Após isolamento de cinco dias, Príncipe Charles é liberado

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Nesta segunda-feira,30, as autoridades palacianas informaram que o Príncipe Charles, de 71 anos foi liberado após cinco dias de isolamento. Charlie é o filho mais velho da rainha Elizabeth II e herdeiro ao trono.

O príncipe testou positivo para o Covid-19, em exame feito na quarta-feira,25, Ele apresentou sintomas leves, mas está em boa saúde e vinha trabalhando de casa nos últimos dias de maneira usual.

Charles esteve com a mãe, a rainha Elizabeth II, no dia 12 de março, de acordo com informações de fontes da realeza britânica passadas à Reuters. A rainha tem 93 anos.

A mulher de Charles, Camilla, a duquesa de Cornuália, de 72 anos, não foi diagnosticada com o vírus. Os dois estavam isolados em uma residência na Escócia.

Fonte: G1

Justiça proíbe carreata e estabelece multa de R$ 10 mil a organizadores

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A Justiça do Amazonas reforçou, com nova liminar, na manhã desta segunda-feira, 30, a proibição da  “Carreata dos Empresários, Comerciantes, Motoristas de Aplicativos, Profissionais Liberais e todos que precisam que o Brasil volte a funcionar”,  e estabeleceu multa de R$ 500 para participantes e de R$ 10 mil para organizadores do ato que ocorreria nesta segunda. No sábado, 28, mesmo com uma primeira liminar, grupos pró-Bolsonaro afirmaram ao portal O Poder que iriam manter a manifestação.

Na manhã desta segunda, por volta das 11h30, havia um pequeno grupo em frente ao Baratão da Carne, na Torquato Tapajós, local marcado para a concentração. A reportagem também constatou a presença de policiais militares e agentes do Departamento de Trânsito do Amazonas (Detran-AM). Em frente ao MP-AM, também havia uma viatura e, segundo fontes, até o momento não houve a chegada de nenhum manifestante.

Intitulada “Carreata dos empresários, comerciantes, motoristas de aplicativo, profissionais liberais e todos que precisam que o Brasil volte a funcionar”, estava marcada para acontecer nesta segunda-feira, 30. No sábado, 28, um dos organizadores da carreata de sexta-feira, 27, Fred Melo, afirmou que apoiaria o movimento, mas hoje, ao O Poder, disse que não sabia se o ato ocorreria e não soube dizer quem seriam os organizadores.

O juiz plantonista Cassio André Borges deferiu, liminarmente, o pedido do Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) e fixou multa de R$ 500,00 para cada condutou ou proprietário de veículo que participar da carreata, que estava marcada para ocorrer nesta segunda, 30. O magistrado fixou também o valor de R$ 10 mil para os organizadores devidamente identificados pelos órgãos de fiscalização do Estado e do Município.

A decisão  do Tribunal de Justiça do Amazonas também determina que os órgãos de segurança, fiscalização e controle do Estado do Amazonas e da Prefeitura de Manaus tomem providências para que o evento não se realize, entre outras determinações.

“Desse modo, diante do conflito entre dois direitos fundamentais, quais sejam a liberdade de expressão e o direito à saúde, aquele, em técnica de interpretação constitucional de cedência recíproca, deve ceder, excepcionalmente, para que o direito à saúde incida, razão por que mantenho a decisão anterior, no que tange ao seu conteúdo decisório. Nesse sentido, e diante das circunstâncias apresentadas nos autos, entendo pertinente que haja a aplicação da multa para inibição da carreata anunciada para o dia 30 de março do corrente ano, sem perder de vista a possível tipificação do crime de desobediência, restando a este magistrado, apenas, aquilatar o quantum a ser arbitrado para manifestantes e organizadores”, destacou, em trecho da decisão.

O juiz plantonista Flávio Henrique Albuquerque de Freitas já havia deferido pedido de tutela de urgência formulado pelo MPE para evitar que a realização dessa carreata, no sábado, 28.

A carreata de sexta-feira, 27, foi organizado na noite desta quinta, 26, pelo superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, um dos principais aliados do presidente Bolsonaro no Estado e divulgado em suas redes sociais. A carreata em Manaus, que reuniu cerca de 500 veículos, entre carros, caminhões e motos, conforme os organizadores, teve a participação indireta do presidente Bolsonaro por meio de uma ligação por vídeo feita a Menezes, em que classificou a iniciativa de “fantástica”.

O ato teve início na avenida Djalma Batista, na Zona Centro-Sul da cidade e finalizou no Completo Turístico da Ponta Negra, na Zona Oeste. Um dos organizadores do evento, Fred Melo, disse ao O Poder que a carreata tem o apoio de empresários da cidade.

 

Da Redação O Poder

Foto: Divulgação

TRF1 determina retorno do transporte fluvial; Governo estuda recurso para manter isolamento

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A desembargadora Maria do Carmo Cardoso, Corregedora Regional da Justiça Federal da 1ª Região (no exercício do plantão), determinou nesse domingo, 29, o retorno do transporte fluvial no Amazonas, suspendendo o decreto do Governo do Amazonas que paralisava por 15 dias, os serviços do modal no estado. Governo do Amazonas estuda recurso para manter o isolamento em combate a proliferação do Coronavírus (Covid-19).

Para suspender o decreto, a desembargadora considerou que vedação ao transporte de pessoas, além de flagrantemente inconstitucional, trará prejuízos à população mais carente do interior, que ficará isolada e desabastecida.

“A adoção de medidas restritivas pelos estados, sem coordenação nacional, além de violar o tratamento isonômico que deve ser conferido aos nacionais, gera risco de conflito federativo, como bem assentado pela Agravante”, destacou a magistrada.

De acordo com a desembargadora, em razão do trabalho desenvolvido na Corregedoria, pôde visualizar de perto a realidade vivida pelas populações ribeirinhas no estado do Amazonas e as dificuldades enfrentadas para a locomoção e o abastecimento.

A ação contra o decreto do Governador que suspendeu os serviços de transporte fluvial de passageiros, operados por embarcações de pequeno, médio ou grande porte, de qualquer natureza, dentro dos limites territoriais do Estado do Amazonas, ressalvados os casos de emergência e urgência, a serem definidos pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados e Contratados do Estado do Amazonas (Arsepam), foi ingressada pela União.

A União alegou que ao determinar o cumprimento do decreto estadual, acaba por inviabilizar o transporte de navegação interior de cargas e passageiros (denominado misto), do qual depende a população de baixa renda, para deslocamento de cargas e mercadorias.

“A proibição de que se realizem passeios não pode implicar a vedação ao transporte de passageiros, o que, além de inconstitucional (por limitar a liberdade de locomoção de pessoas), gera prejuízo ao transporte de cargas, considerado essencial nesse momento de crise”, relatou a União.

Ainda, de acordo com a União, a proibição de passageiros levará ao desabastecimento e o isolamento das populações ribeirinhas, seja em razão do aumento no preço dos produtos transportados por esse modal, seja pela inviabilização econômica do próprio transporte.

“Com base na legislação de regência, conclui, que o transporte de passageiros e de cargas somente poderão sofrer medidas de restrição temporária se houver ato específico e conjunto dos Ministros de Estado da Saúde, da Justiça e Segurança Pública e da Infraestrutura”, destacou a União.

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Reprodução

Câmara de vereadores discute projeto que prorroga prazo de vencimentos de tributos

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A Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Manaus (CMM), iniciou nesta segunda-feira, 30, a discussão sobre o Projeto de Lei n° 060/2020, do Executivo municipal, que prorroga o prazo de vencimento de tributos municipais parcelados, autoriza o parcelamento on-line de tributos municipais, que dispõe sobre o pagamento da cota única do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) 2020.

Caso o projeto seja aprovado pelos vereadores, ficará prorrogado por três meses a data de vencimento de parcelas vincendas de parcelamentos ativos de tributos municipais efetuados nos termos de leis municipais.

A nova lei, anula a contagem do prazo de noventa dias, para fins de inativação de parcelamento atualmente em curso com parcelas em aberto, reiniciando a contagem do referido prazo a partir de 01 de maio de 2020.

Os efeitos da Lei serão aplicados a partir do dia 1º de abril, ficando autorizado o parcelamento online de tributos municipais, sem necessidade de assinatura do “Termo de Desistência de Impugnação e de Recurso Administrativo e Judicial, de Confissão de Dívida e de Pedido de Parcelamento”.

Prorrogação

O inciso 3º da lei prevê que o parcelamento on-line poderá ser efetuado no período de 1º de abril a 30 de junho de 2020, podendo ser prorrogado, se necessário, por, no máximo de três meses, por ato do Chefe do Poder Executivo municipal.

Autoriza

No artigo 5º, fica autorizada a emissão de nova cota única para pagamento do IPTU do exercício de 2020, com vencimento para 15 de abril do exercício em curso, ao contribuinte que não efetuou o pagamento do referido tributo de forma integral ou parcelada, mantidos os mesmos critérios de desconto anteriormente aplicados.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Reprodução

Forças Armadas ampliam produção de álcool em gel e cloroquina

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O Ministério da Defesa anunciou que os laboratórios químicos das Forças Armadas aumentaram a produção de álcool em gel e de cloroquina. A produção em caráter emergencial acontece de forma conjunta no Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM), no Laboratório Químico Farmacêutico do Exército (LQFEx) e no Laboratório Químico Farmacêutico da Força Aérea (LAQFA), todos localizados no Rio de Janeiro.

“Temos 10 mil bisnagas de álcool gel em embalagens de 85 ml em estoque. A ideia é produzir 180 mil bisnagas”, declarou a coronel médica do Exército Carla Clausi, subdiretora de Saúde Operacional do Exército.

A Aeronáutica também vai ampliar a produção a partir de hoje (30). O Laboratório Químico da Força Aérea produzirá mais de 1.200 litros de álcool em gel. Após essa data, a expectativa, de acordo com o Ministério da Defesa, é aumentar a produção para 8 mil litros desse produto para limpeza das mãos.

“Nós também adquirimos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como macacão, touca e luva, para distribuir aos hospitais da FAB. Vamos enviar esses produtos, de forma emergencial, para uso dos médicos e enfermeiros que estão enfrentando o Coronavírus”, afirmou a tenente-coronel farmacêutica Andreia Brum, diretora interina do LAQFA.

O laboratório da Marinha também faz parte da força-tarefa. “O setor de pesquisa e desenvolvimento iniciou árduo trabalho para formular e adequar a estrutura fabril, a fim de permitir a produção de sanitizantes como o álcool em gel 70%. Na segunda-feira passada (20), foi prontificado o primeiro lote em escala industrial do referido produto”, informou o capitão de Mar e Guerra André Hammen, diretor do LFM.

Cloroquina

Além da produção de álcool em gel, os três laboratórios estão unindo forças para ampliar a produção de cloroquina, medicamento recentemente autorizado pelo Ministério da Saúde para ser utilizado no tratamento de pacientes acometidos por coronavírus em estado grave. O laboratório do Exército é detentor do registro desse medicamento e iniciou a produção na segunda-feira passada, 23.

Assim que a produção for concluída, cabe aos laboratórios da Força Aérea e da Marinha as etapas de embalagem e rotulagem. “As ações conjuntas permitirão acelerar a produção, de forma que sejam concluídos dois lotes por semana, o que representa cerca de 500 mil comprimidos”, explicou o Capitão de Mar e Guerra André Hammen.

Os laboratórios químico-farmacêuticos das Forças Armadas atuam em parceria com o Ministério da Saúde, reduzindo o custo de produção e a compra de medicamentos importantes de alto custo e complexidade. Ao todo, são 21 laboratórios oficiais no país, que, juntos, produzem cerca de 30% dos medicamentos utilizados no Sistema Único de Saúde (SUS).

Conteúdo: Agência Brasil

Foto: Marcello Cajal Jr/Agência Brasil