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Deputados criticam a ‘briga’ entre o presidente e governadores e pedem união

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O clima de guerra entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os governadores por causa das medidas adotadas no Estados com o isolamento social para frear o avanço da pandemia do coronavírus foi questionada pelo deputado Serafim Corrêa (PSB) nesta quinta-feira, 26, no pequeno expediente na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Serafim pediu união entre os poderes nesse momento difícil por causa da doença.

Em rede nacional na noite da última terça-feira, 24, Bolsonaro se manifestou afirmando que o Covid-19 era uma “gripezinha” e que as pessoas não deveriam ficar em casa. Os governadores criticaram o presidente e disseram que não vão alterar as medidas de isolamento social em seus Estados.

“O Brasil entrou em erupção como se fosse um vulcão. O presidente brigando com os governadores que responderam de forma dura; o presidente retribuindo de forma mais dura ainda. Não é momento de briga, o inimigo comum é o coronavírus. Brigarmos entre nós, nos ofendermos, não vai resolver absolutamente nada a necessidade de seguirmos os protocolos que o mundo inteiro está seguindo. Todos queremos superar essa fase e temos que dar a nossa contribuição nesse impasse”, alertou.

Serafim Corrêa ainda solicitou à mesa diretora que seja votada ainda hoje a mensagem do prefeito Arthur Neto (PSDB), que solicita o reconhecimento da casa legislativa do estado de calamidade pública.

A deputada Joana Darc (PL) também criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação ao pronunciamento contra o isolamento social e, segundo ela, ele foi “infeliz” em suas palavras, num momento em que várias pessoas da área da saúde, técnicos e cientistas apontam para o isolamento para ajudar a diminuir a curva do coronavírus.

“Ele está indo na contramão do que podemos trabalhar em prol da população do Brasil. Essa briga com os governadores e prefeitos não é positiva para o nosso país”, acrescentou Joana.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Deputados criticam a ‘briga’ entre o presidente e governadores e pedem união

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O clima de guerra entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os governadores por causa das medidas adotadas no Estados com o isolamento social para frear o avanço da pandemia do coronavírus foi questionada pelo deputado Serafim Corrêa (PSB) nesta quinta-feira, 26, no pequeno expediente na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Serafim pediu união entre os poderes nesse momento difícil por causa da doença.

Em rede nacional na noite da última terça-feira, 24, Bolsonaro se manifestou afirmando que o Covid-19 era uma “gripezinha” e que as pessoas não deveriam ficar em casa. Os governadores criticaram o presidente e disseram que não vão alterar as medidas de isolamento social em seus Estados.

“O Brasil entrou em erupção como se fosse um vulcão. O presidente brigando com os governadores que responderam de forma dura; o presidente retribuindo de forma mais dura ainda. Não é momento de briga, o inimigo comum é o coronavírus. Brigarmos entre nós, nos ofendermos, não vai resolver absolutamente nada a necessidade de seguirmos os protocolos que o mundo inteiro está seguindo. Todos queremos superar essa fase e temos que dar a nossa contribuição nesse impasse”, alertou.

Serafim Corrêa ainda solicitou à mesa diretora que seja votada ainda hoje a mensagem do prefeito Arthur Neto (PSDB), que solicita o reconhecimento da casa legislativa do estado de calamidade pública.

A deputada Joana Darc (PL) também criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação ao pronunciamento contra o isolamento social e, segundo ela, ele foi “infeliz” em suas palavras, num momento em que várias pessoas da área da saúde, técnicos e cientistas apontam para o isolamento para ajudar a diminuir a curva do coronavírus.

“Ele está indo na contramão do que podemos trabalhar em prol da população do Brasil. Essa briga com os governadores e prefeitos não é positiva para o nosso país”, acrescentou Joana.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Aleam vai analisar mensagem de Arthur Neto sobre estado de calamidade em Manaus

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Dezoito projetos de lei e a mensagem nº 01/2020 do prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), que solicita à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) o reconhecimento de estado de calamidade pública em Manaus até 31 de dezembro deste ano por conta da pandemia do coronavírus, foram apresentados à mesa diretora do Parlamento estadual e devem entrar em pauta nos próximos dias.

Nesta quinta-feira, os 24 deputados estaduais realizam a terceira sessão virtual do Parlamento e, neste momento, estão reunidos para realizarem o Pequeno Expediente da casa.

O pacote econômico do governo do Estado para garantir a manutenção de serviços essenciais ainda não entrou em votação na Aleam.

A casa possui outros quatro projetos em tramitação, como o do deputado Dermilson Chagas (sem partido), que institui uma política estadual de combate à corrupção no Estado; o da deputada Dra. Mayara (PP), que cria um programa de prevenção de violências autoprovocadas ou autoinfligidas e institui o Serviço de Acolhimento Emergencial em Saúde Mental, visando atender às demandas psicossociais no Amazonas.

Há ainda o PL nº 125/2020, de autoria coletiva, que trata da suspensão das cobranças por parte das concessionárias das taxas de consumo pelo período de noventa dias; e o projeto nº 127/2020, do deputado Saullo Vianna (PTB), que cria a bolsa-alimentação para alunos da rede pública de ensino durante a suspensão temporária e emergencial das aulas para prevenção de contágio pelo Covid-19.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Aleam vai analisar mensagem de Arthur Neto sobre estado de calamidade em Manaus

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Dezoito projetos de lei e a mensagem nº 01/2020 do prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), que solicita à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) o reconhecimento de estado de calamidade pública em Manaus até 31 de dezembro deste ano por conta da pandemia do coronavírus, foram apresentados à mesa diretora do Parlamento estadual e devem entrar em pauta nos próximos dias.

Nesta quinta-feira, os 24 deputados estaduais realizam a terceira sessão virtual do Parlamento e, neste momento, estão reunidos para realizarem o Pequeno Expediente da casa.

O pacote econômico do governo do Estado para garantir a manutenção de serviços essenciais ainda não entrou em votação na Aleam.

A casa possui outros quatro projetos em tramitação, como o do deputado Dermilson Chagas (sem partido), que institui uma política estadual de combate à corrupção no Estado; o da deputada Dra. Mayara (PP), que cria um programa de prevenção de violências autoprovocadas ou autoinfligidas e institui o Serviço de Acolhimento Emergencial em Saúde Mental, visando atender às demandas psicossociais no Amazonas.

Há ainda o PL nº 125/2020, de autoria coletiva, que trata da suspensão das cobranças por parte das concessionárias das taxas de consumo pelo período de noventa dias; e o projeto nº 127/2020, do deputado Saullo Vianna (PTB), que cria a bolsa-alimentação para alunos da rede pública de ensino durante a suspensão temporária e emergencial das aulas para prevenção de contágio pelo Covid-19.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Dólar sobe após BC revisar projeção do PIB e com dados de emprego nos EUA

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Pile of banknotes of one hundred dollars. Selective focus. Closeup. Background.

O dólar devolvia parte das últimas perdas frente ao real nesta quinta-feira, 26, após o Banco Central revisar para zero sua perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020 (ante uma projeção de +2,2%) e à espera da divulgação do relatório sobre o desemprego nos Estados Unidos.

A expectativa dos investidores é a de que o resultado, influenciado pelos impactos do coronavírus, seja um dos piores dos últimos tempos. Às 9h39, o dólar comercial subia 0,1% e era vendido a 5,039 reais. O dólar turismo avançava 0,4%, a 5,26 reais.
Em Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta manhã, o BC também reduziu as expectativas de inflação para 2,6%, tendo em vista uma menor atividade econômica. As projeções para o crescimento das exportações caíram de 2,5% para 0,9% e o das importações, de 3,8% para 0,6%.

A alta da moeda americana ocorre após registrar queda nos últimos dois pregões, tendo no radar o pacote americano de 2 trilhões de dólares, que foi aprovado, ontem (25) por unanimidade no Senado.

 

Conteúdo: Exame

Foto: Divulgação

Dólar sobe após BC revisar projeção do PIB e com dados de emprego nos EUA

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Pile of banknotes of one hundred dollars. Selective focus. Closeup. Background.

O dólar devolvia parte das últimas perdas frente ao real nesta quinta-feira, 26, após o Banco Central revisar para zero sua perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020 (ante uma projeção de +2,2%) e à espera da divulgação do relatório sobre o desemprego nos Estados Unidos.

A expectativa dos investidores é a de que o resultado, influenciado pelos impactos do coronavírus, seja um dos piores dos últimos tempos. Às 9h39, o dólar comercial subia 0,1% e era vendido a 5,039 reais. O dólar turismo avançava 0,4%, a 5,26 reais.
Em Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta manhã, o BC também reduziu as expectativas de inflação para 2,6%, tendo em vista uma menor atividade econômica. As projeções para o crescimento das exportações caíram de 2,5% para 0,9% e o das importações, de 3,8% para 0,6%.

A alta da moeda americana ocorre após registrar queda nos últimos dois pregões, tendo no radar o pacote americano de 2 trilhões de dólares, que foi aprovado, ontem (25) por unanimidade no Senado.

 

Conteúdo: Exame

Foto: Divulgação

Coronavírus mata 18.440 em todo o mundo, diz OMS

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O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus ultrapassou 400 mil em todo o mundo, com a maior quantidade de mortes na Europa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até a última quarta-feira, 25 , o total de infecções havia aumentado em 40.712 em relação ao dia anterior, atingindo 414.179 em 199 países e territórios.

Já o total de mortes teve um crescimento de 2.202, chegando a 18.440.

A Itália registrou a maior quantidade de mortes. O número do governo – 7.503 – é quase o dobro da China.

Líderes de governos locais na Itália têm utilizado a internet para exortar moradores a permanecerem em casa, porque muitas pessoas estão ignorando o confinamento vigente em todo o país, o que agrava a situação.

 

Conteúdo: Agência Brasil

Com informações da emissora pública de televisão do Japão

Foto: Divulgação

Coronavírus mata 18.440 em todo o mundo, diz OMS

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O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus ultrapassou 400 mil em todo o mundo, com a maior quantidade de mortes na Europa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até a última quarta-feira, 25 , o total de infecções havia aumentado em 40.712 em relação ao dia anterior, atingindo 414.179 em 199 países e territórios.

Já o total de mortes teve um crescimento de 2.202, chegando a 18.440.

A Itália registrou a maior quantidade de mortes. O número do governo – 7.503 – é quase o dobro da China.

Líderes de governos locais na Itália têm utilizado a internet para exortar moradores a permanecerem em casa, porque muitas pessoas estão ignorando o confinamento vigente em todo o país, o que agrava a situação.

 

Conteúdo: Agência Brasil

Com informações da emissora pública de televisão do Japão

Foto: Divulgação

Covid-19: Corecon defende a liberação de seguro-desemprego para conter crise na economia

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MP 927 permite suspensão do contrato de trabalho, por até quatro meses, durante o período de calamidade pública.

Para conter o impacto negativo do efeito coronavírus na economia regional, o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM), Francisco Mourão Júnior, defende a liberação do seguro-desemprego para trabalhadores da iniciativa privada que ficarão em casa nos próximos meses.

Em entrevista ao O Poder, o economista sugeriu que o governo do Amazonas se posicione e tome medidas mais efetivas para minimizar os efeitos da crise nos setores mais afetados: comércio, indústria, serviços e turismo e evitar um caos econômico pós-coronavírus na região. Em sua avaliação, os impactos serão danosos à economia nos próximos meses.

Presidente do Corecon defende medidas urgentes para minimizar os efeitos negativos na economia

“Uma das medidas que ele (Wilson Lima) pode tomar de imediato é a liberação de capital de giro pela Afeam com juros bem reduzidos para que esses empresários possam adquirir esse pacote e tentar suportar esses efeitos da crise”, sugeriu.

Uma das medidas urgentes, segundo o especialista, seria o governador Wilson Lima solicitar ao governo federal a liberação do seguro-desemprego para as pessoas que tem vínculo empregatício e que irão ficar em casa.

“Vimos aí as empresas dando férias coletivas de 30 dias, mas e quando acabar esses 30 dias? As empresas vão conseguir pagar esses funcionários se a crise não estiver acabado? Como vai ser para esses funcionários se manterem? O governador deve pleitear ao presidente essa liberação”, defendeu.

Bolsa-Família estadual

Uma outra medida seria a criação de uma Bolsa-Família estadual para trabalhadores com salários mais baixos que já estão sendo afetados pela crise. “Essa é uma medida de extrema necessidade porque vai ter inúmeros desempregados e nesse momento o Estado vai ter que se endividar. Em momento de crise, o Estado tem que se endividar, ele tem que intervir na economia para que essas pessoas possam ter renda e, ao mesmo tempo, poder usufruir, consumir e se manterem. Esse consumo vai manter a economia ou evitar que a economia entre em uma recessão severa”, observou.

Na segunda-feira, 23, o governador do Amazonas, Wilson Lima, decretou estado de calamidade pública por conta do Covid-19 e anunciou algumas medidas para enfrentamento da crise econômica. Entre as medidas está a liberação de R$ 40 milhões para micro e pequenas empresa por meio da Agência de Fomento do Estado do Amazonas. Além disso, o governador informou que o governo federal liberou R$ 88 bilhões para os Estados e Municípios.

Após o decreto, o governador determinou que os comércios, restaurantes, bares, além de locais de recreação, lazer e igrejas e templos evangélicos fossem fechados. O que gera medo nos empresários e funcionários.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Comunicação do Governo do Amazonas (Secom) para repercutir as medidas sugeridas pelo economista e presidente do Corecon e questionar se o Estado avalia solicitar o seguro-desemprego como uma das medidas emergências, mas até a publicação da matéria não obteve respostas.

 

Álik Menezes, para O Poder

Fotos: Divulgação

Covid-19: Corecon defende a liberação de seguro-desemprego para conter crise na economia

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MP 927 permite suspensão do contrato de trabalho, por até quatro meses, durante o período de calamidade pública.

Para conter o impacto negativo do efeito coronavírus na economia regional, o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM), Francisco Mourão Júnior, defende a liberação do seguro-desemprego para trabalhadores da iniciativa privada que ficarão em casa nos próximos meses.

Em entrevista ao O Poder, o economista sugeriu que o governo do Amazonas se posicione e tome medidas mais efetivas para minimizar os efeitos da crise nos setores mais afetados: comércio, indústria, serviços e turismo e evitar um caos econômico pós-coronavírus na região. Em sua avaliação, os impactos serão danosos à economia nos próximos meses.

Presidente do Corecon defende medidas urgentes para minimizar os efeitos negativos na economia

“Uma das medidas que ele (Wilson Lima) pode tomar de imediato é a liberação de capital de giro pela Afeam com juros bem reduzidos para que esses empresários possam adquirir esse pacote e tentar suportar esses efeitos da crise”, sugeriu.

Uma das medidas urgentes, segundo o especialista, seria o governador Wilson Lima solicitar ao governo federal a liberação do seguro-desemprego para as pessoas que tem vínculo empregatício e que irão ficar em casa.

“Vimos aí as empresas dando férias coletivas de 30 dias, mas e quando acabar esses 30 dias? As empresas vão conseguir pagar esses funcionários se a crise não estiver acabado? Como vai ser para esses funcionários se manterem? O governador deve pleitear ao presidente essa liberação”, defendeu.

Bolsa-Família estadual

Uma outra medida seria a criação de uma Bolsa-Família estadual para trabalhadores com salários mais baixos que já estão sendo afetados pela crise. “Essa é uma medida de extrema necessidade porque vai ter inúmeros desempregados e nesse momento o Estado vai ter que se endividar. Em momento de crise, o Estado tem que se endividar, ele tem que intervir na economia para que essas pessoas possam ter renda e, ao mesmo tempo, poder usufruir, consumir e se manterem. Esse consumo vai manter a economia ou evitar que a economia entre em uma recessão severa”, observou.

Na segunda-feira, 23, o governador do Amazonas, Wilson Lima, decretou estado de calamidade pública por conta do Covid-19 e anunciou algumas medidas para enfrentamento da crise econômica. Entre as medidas está a liberação de R$ 40 milhões para micro e pequenas empresa por meio da Agência de Fomento do Estado do Amazonas. Além disso, o governador informou que o governo federal liberou R$ 88 bilhões para os Estados e Municípios.

Após o decreto, o governador determinou que os comércios, restaurantes, bares, além de locais de recreação, lazer e igrejas e templos evangélicos fossem fechados. O que gera medo nos empresários e funcionários.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Comunicação do Governo do Amazonas (Secom) para repercutir as medidas sugeridas pelo economista e presidente do Corecon e questionar se o Estado avalia solicitar o seguro-desemprego como uma das medidas emergências, mas até a publicação da matéria não obteve respostas.

 

Álik Menezes, para O Poder

Fotos: Divulgação