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URGENTE: Amazonas registra a primeira morte por coronavírus

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Um homem de 49 anos de idade, diagnosticado com o novo coronavírus (Covid-19), morreu no início da noite desta terça-feira, 24, no Hospital e Pronto Socorro (HPS) Delphina Aziz, na Zona norte de Manaus.

O paciente é um dos dois casos registrados no município de Parintins e, estava internado no HPS desde o último sábado, 21, por conta do agravamento dos sintomas do Covid-19. Ele era portador de hipertensão arterial sistêmica.

No último domingo, 22, o paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi socorrido e estabilizado, sendo acompanhado pela equipe médica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Delphina.

Nesta terça-feira, o quadro do paciente voltou a agravar e, no início da noite, ele faleceu.

Maiores informações serão fornecidas posteriormente.

 

Da Redação O Poder

Com informações da Secom

URGENTE: Amazonas registra a primeira morte por coronavírus

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Um homem de 49 anos de idade, diagnosticado com o novo coronavírus (Covid-19), morreu no início da noite desta terça-feira, 24, no Hospital e Pronto Socorro (HPS) Delphina Aziz, na Zona norte de Manaus.

O paciente é um dos dois casos registrados no município de Parintins e, estava internado no HPS desde o último sábado, 21, por conta do agravamento dos sintomas do Covid-19. Ele era portador de hipertensão arterial sistêmica.

No último domingo, 22, o paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi socorrido e estabilizado, sendo acompanhado pela equipe médica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Delphina.

Nesta terça-feira, o quadro do paciente voltou a agravar e, no início da noite, ele faleceu.

Maiores informações serão fornecidas posteriormente.

 

Da Redação O Poder

Com informações da Secom

Em pronunciamento, Bolsonaro critica a imprensa, a quarentena e o fechamento de escolas

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Durante pronunciamento em cadeia nacional na noite desta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar a gravidade do coronavírus, criticou a imprensa, o fechamento das escolas no país e a quarentena imposta aos brasileiros para evitar o avanço da pandemia do vírus no país.

Bolsonaro exaltou o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pelo excelente trabalho, mas reafirmou que não é necessário pânico nem histeria. “Grande parte dos meios de comunicação fizeram o contrário, espalhando o pavor. Foi espalhado os dados da Itália, espalhando histeria no país”, afirmou, comparando o clima entre Brasil e Itália assim como a faixa etária predominante nos países.

Após criticar o trabalho da imprensa brasileira, que segundo Bolsonaro espalhou “pavor”, o presidente parabenizou a mídia, porém sem citar a Rede Globo, que em seu editorial da noite de segunda-feira, pediu “calma”.

A crítica também se estendeu para parte dos governadores, pelas medidas adotadas nos respectivos Estados para conter a propagação do vírus. “Algumas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada. A proibição de transportes, confinamento em massa e fechamento de comércio”.

Em sua fala, o presidente apontou a necessidade de o país voltar a normalidade, e que nada justifica o fechamento das escolas, “já que o grupo de risco são de pessoas com mais de 60 anos. Raros sãos os casos fatais, de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade”, disse.

Bolsonaro ainda exaltou “seu histórico de atleta”, e que não precisaria se preocupar caso fosse infectado pelo covid-19. “Eu nada sentiria, ou quando muito, poderia ser acometido de uma gripezinha, um resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”.

 

Conteúdo: Exame

Foto: Reprodução

Em pronunciamento, Bolsonaro critica a imprensa, a quarentena e o fechamento de escolas

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Durante pronunciamento em cadeia nacional na noite desta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar a gravidade do coronavírus, criticou a imprensa, o fechamento das escolas no país e a quarentena imposta aos brasileiros para evitar o avanço da pandemia do vírus no país.

Bolsonaro exaltou o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pelo excelente trabalho, mas reafirmou que não é necessário pânico nem histeria. “Grande parte dos meios de comunicação fizeram o contrário, espalhando o pavor. Foi espalhado os dados da Itália, espalhando histeria no país”, afirmou, comparando o clima entre Brasil e Itália assim como a faixa etária predominante nos países.

Após criticar o trabalho da imprensa brasileira, que segundo Bolsonaro espalhou “pavor”, o presidente parabenizou a mídia, porém sem citar a Rede Globo, que em seu editorial da noite de segunda-feira, pediu “calma”.

A crítica também se estendeu para parte dos governadores, pelas medidas adotadas nos respectivos Estados para conter a propagação do vírus. “Algumas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada. A proibição de transportes, confinamento em massa e fechamento de comércio”.

Em sua fala, o presidente apontou a necessidade de o país voltar a normalidade, e que nada justifica o fechamento das escolas, “já que o grupo de risco são de pessoas com mais de 60 anos. Raros sãos os casos fatais, de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade”, disse.

Bolsonaro ainda exaltou “seu histórico de atleta”, e que não precisaria se preocupar caso fosse infectado pelo covid-19. “Eu nada sentiria, ou quando muito, poderia ser acometido de uma gripezinha, um resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”.

 

Conteúdo: Exame

Foto: Reprodução

Serafim questiona governo sobre denúncias de atrasos salariais de profissionais da saúde

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Num momento em que todos os esforços estão voltados ao combate ao coronavírus, médicos e enfermeiros do Estado estão há três meses sem receber salários, segundo denunciou o deputado Serafim Corrêa (PSB), nesta terça-feira, 23, durante o seu pronunciamento na primeira sessão virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Serafim Corrêa disse que esse é o momento de concentrar  todos os esforços no sentido do combate a essa doença, que é grave e que está se alastrando pelo mundo. “É nesse sentido, entendo que o governo do Estado deve concentrar todas as forças para esse combate. Ontem me chegaram notícias de que muitos profissionais da saúde estão reclamando de atrasos de salários. Em um momento como esse isso não pode acontecer”, enfatizou o deputado.

Serafim fez um apelo ao governador Wilson Lima (PSC) para que veja o que existe de concreto nisso e possa resolver o problema da falta de salários médicos e enfermeiros que estão na linha de frente do combate à doença. “Não dá para imaginar um cenário como esse e os profissionais da saúde ainda sem receber”, lamentou.

O parlamentar também sugeriu ao governo que reveja processos licitatórios que estejam vigentes na administração pública porque, em sua avaliação, não faz o menor sentido num cenário de pandemia do novo coronavírus. “Os recursos do Estado precisam estar voltados à saúde da população, à manutenção da dignidade humana, do emprego e da renda”, concluiu.

O portal O Poder entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa para, O Poder

Foto: Aleam

Serafim questiona governo sobre denúncias de atrasos salariais de profissionais da saúde

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Num momento em que todos os esforços estão voltados ao combate ao coronavírus, médicos e enfermeiros do Estado estão há três meses sem receber salários, segundo denunciou o deputado Serafim Corrêa (PSB), nesta terça-feira, 23, durante o seu pronunciamento na primeira sessão virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Serafim Corrêa disse que esse é o momento de concentrar  todos os esforços no sentido do combate a essa doença, que é grave e que está se alastrando pelo mundo. “É nesse sentido, entendo que o governo do Estado deve concentrar todas as forças para esse combate. Ontem me chegaram notícias de que muitos profissionais da saúde estão reclamando de atrasos de salários. Em um momento como esse isso não pode acontecer”, enfatizou o deputado.

Serafim fez um apelo ao governador Wilson Lima (PSC) para que veja o que existe de concreto nisso e possa resolver o problema da falta de salários médicos e enfermeiros que estão na linha de frente do combate à doença. “Não dá para imaginar um cenário como esse e os profissionais da saúde ainda sem receber”, lamentou.

O parlamentar também sugeriu ao governo que reveja processos licitatórios que estejam vigentes na administração pública porque, em sua avaliação, não faz o menor sentido num cenário de pandemia do novo coronavírus. “Os recursos do Estado precisam estar voltados à saúde da população, à manutenção da dignidade humana, do emprego e da renda”, concluiu.

O portal O Poder entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa para, O Poder

Foto: Aleam

Covid-19: Promotor de Coari quer derrubar decreto do governo que proíbe cultos religiosos

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O promotor de Justiça de Coari, Weslei Machado, instaurou inquérito civil para apurar os efeitos do decreto estadual 42.099/2020, do governador Wilson Lima (PSC), que proíbe o funcionamento de templos, igrejas e estabelecimentos afins. O promotor defende, inclusive, que a medida seja revogada.

A decisão do promotor foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) na edição desta terça-feira, 24.

Procurado pela reportagem para explicar o porquê do inquérito, Machado argumentou que a questão não é atrapalhar o combate ao Covid-19, mas, sim, observar a questão da restrição de liberdade de culto. “Independentemente da situação, existe uma forma constitucional para a restrição da liberdade de culto. Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática”, declarou Wesley para O Poder.

De acordo com o promotor, a decisão de Wilson Lima não teve “legitimidade democrática”, por não seguir os meios constitucionais para essa determinação, que deveria ser autorizada após admissão dos órgãos competentes.

“Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática. Caso seja necessário, há meios para se alcançar essa finalidade: decretação de estado de defesa ou de sítio ou busca de ordem judicial”, diz o promotor.

Na última semana, o promotor Weslei também instaurou um ofício, contra a decisão de Wilson, que determinou a proibição do transporte fluvial de passageiros.

“Instaurei o ofício por constatar a ilegalidade da atuação do governador, assim como fiz no caso da proibição do transporte fluvial de passageiros. Milhares de pessoas estão presas no interior, sem acesso ao transporte e sem possibilidade de buscar alternativas para passar por esse momento excepcional”, destacou o promotor.

“STF”

Nesta terça-feira, 24, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que Estados e Municípios têm competência para restringir temporariamente a circulação de pessoas por rodovias, portos ou aeroportos de locomoção interestadual e intermunicipal, conforme a edição da Medida Provisória nº 926/2020, assinada pelo ministro Marco Aurélio Mello.

‘Pode atrapalhar o combate’

Para o advogado Raphael Borges, especialista em direito público, o momento em que o país e o Estado se encontram, não é oportuno anular decretos que surgem como forma de prevenção para população, como defende o promotor Weslei Machado.

“A minha opinião é contrária, eu acho que o decreto do governador é legal, sim, além disso a atitude dele (promotor), pode atrapalhar diretamente no combate ao coronavírus. Não é o momento para discutir se o governador tem atribuição para isso o não, temos que focar no principal que é a saúde pública”, declarou Raphael.

O Amazonas já registra 47 casos positivos ao novo Covid-19, sendo, 45 em Manaus e 2 no município de Parintins. Em pouco mais de 10 dias, desde a oficialização do primeiro caso, o número de infectados só cresce.

Confira publicação:

 

Por Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Covid-19: Promotor de Coari quer derrubar decreto do governo que proíbe cultos religiosos

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O promotor de Justiça de Coari, Weslei Machado, instaurou inquérito civil para apurar os efeitos do decreto estadual 42.099/2020, do governador Wilson Lima (PSC), que proíbe o funcionamento de templos, igrejas e estabelecimentos afins. O promotor defende, inclusive, que a medida seja revogada.

A decisão do promotor foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) na edição desta terça-feira, 24.

Procurado pela reportagem para explicar o porquê do inquérito, Machado argumentou que a questão não é atrapalhar o combate ao Covid-19, mas, sim, observar a questão da restrição de liberdade de culto. “Independentemente da situação, existe uma forma constitucional para a restrição da liberdade de culto. Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática”, declarou Wesley para O Poder.

De acordo com o promotor, a decisão de Wilson Lima não teve “legitimidade democrática”, por não seguir os meios constitucionais para essa determinação, que deveria ser autorizada após admissão dos órgãos competentes.

“Não se deve admitir que um ato de um chefe do Poder Executivo adote esse tipo de atitude sem ter competência, legitimidade democrática. Caso seja necessário, há meios para se alcançar essa finalidade: decretação de estado de defesa ou de sítio ou busca de ordem judicial”, diz o promotor.

Na última semana, o promotor Weslei também instaurou um ofício, contra a decisão de Wilson, que determinou a proibição do transporte fluvial de passageiros.

“Instaurei o ofício por constatar a ilegalidade da atuação do governador, assim como fiz no caso da proibição do transporte fluvial de passageiros. Milhares de pessoas estão presas no interior, sem acesso ao transporte e sem possibilidade de buscar alternativas para passar por esse momento excepcional”, destacou o promotor.

“STF”

Nesta terça-feira, 24, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que Estados e Municípios têm competência para restringir temporariamente a circulação de pessoas por rodovias, portos ou aeroportos de locomoção interestadual e intermunicipal, conforme a edição da Medida Provisória nº 926/2020, assinada pelo ministro Marco Aurélio Mello.

‘Pode atrapalhar o combate’

Para o advogado Raphael Borges, especialista em direito público, o momento em que o país e o Estado se encontram, não é oportuno anular decretos que surgem como forma de prevenção para população, como defende o promotor Weslei Machado.

“A minha opinião é contrária, eu acho que o decreto do governador é legal, sim, além disso a atitude dele (promotor), pode atrapalhar diretamente no combate ao coronavírus. Não é o momento para discutir se o governador tem atribuição para isso o não, temos que focar no principal que é a saúde pública”, declarou Raphael.

O Amazonas já registra 47 casos positivos ao novo Covid-19, sendo, 45 em Manaus e 2 no município de Parintins. Em pouco mais de 10 dias, desde a oficialização do primeiro caso, o número de infectados só cresce.

Confira publicação:

 

Por Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Amazonas pode receber R$ 200 milhões do Fundo Estadual de Saúde

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Senadores durante sessão no Senado Federal
Senadores devem votar o PLP 232, nas próximas semanas

Brasília – Um projeto de lei complementar, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feria, 18, permitirá que os Estados transfiram dos seus Fundos Estaduais de Saúde recursos remanescentes do exercício anterior para o atual. O PLP 232/19, é de autoria da deputada Carmem Zanotto (Cidadanias-SC).

O projeto será votado pelo Senado Federal nesta quarta-feira, 25. O Senador Izalci Lucas (PSDB) foi designado como relator da proposta, pelo presidente do Senado em exercício Antonio Anastasia (PSD).

Em um post no twitter, o deputado federal pelo Amazonas, Marcelo Ramos (PL), disse que trabalha em conjunto com o senador Omar Aziz (PSD) para que o texto seja aprovado pelo Senado. “Com essa aprovação o Governo do Amazonas terá à sua disposição 200 milhões (de reais) de exercícios anteriores do Fundo Estadual de Saúde”, completou.

Também no twitter, Omar Aziz reforçou a importância do projeto ser aprovado. “Este recurso será de grande auxílio para a saúde pública do nosso Estado”, concluiu.

Com a aprovação do projeto, espera-se também que os Estados e municípios possam realocar recursos, destinados originalmente a outras áreas da saúde, para o combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Amazonas pode receber R$ 200 milhões do Fundo Estadual de Saúde

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Senadores durante sessão no Senado Federal
Senadores devem votar o PLP 232, nas próximas semanas

Brasília – Um projeto de lei complementar, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feria, 18, permitirá que os Estados transfiram dos seus Fundos Estaduais de Saúde recursos remanescentes do exercício anterior para o atual. O PLP 232/19, é de autoria da deputada Carmem Zanotto (Cidadanias-SC).

O projeto será votado pelo Senado Federal nesta quarta-feira, 25. O Senador Izalci Lucas (PSDB) foi designado como relator da proposta, pelo presidente do Senado em exercício Antonio Anastasia (PSD).

Em um post no twitter, o deputado federal pelo Amazonas, Marcelo Ramos (PL), disse que trabalha em conjunto com o senador Omar Aziz (PSD) para que o texto seja aprovado pelo Senado. “Com essa aprovação o Governo do Amazonas terá à sua disposição 200 milhões (de reais) de exercícios anteriores do Fundo Estadual de Saúde”, completou.

Também no twitter, Omar Aziz reforçou a importância do projeto ser aprovado. “Este recurso será de grande auxílio para a saúde pública do nosso Estado”, concluiu.

Com a aprovação do projeto, espera-se também que os Estados e municípios possam realocar recursos, destinados originalmente a outras áreas da saúde, para o combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Izael Pereira, de Brasília para O Poder

Foto: Roque de Sá/Agência Senado