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Alvo de processo interno no PDT, Diego Afonso entrega direção municipal e sai do partido

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Uma semana após a Comissão de Ética do PDT-AM abrir uma sindicância interna para apurar pedido de expulsão do vereador Diego Afonso e, dois dias depois de ele negar à reportagem de O Poder que sairia da legenda por conta desta tensão interna, o parlamentar usou suas redes sociais na tarde desta quarta-feira, 18, para anunciar sua desfiliação da sigla. Diego Afonso também era o presidente municipal do PDT.

No vídeo, ele se limita a agradecer ao presidente nacional do partido, Carlos Luppi, pela oportunidade de ter sido filiado à sigla, ignora os motivos de sua saída e não dá pistas sobre qual partido irá se filiar. Ele tem até 3 de abril para ingressar em outro partido de forma que possa disputar a reeleição do mandato na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Confira o vídeo:

 

 

 

Da Redação O Poder

Fonte: Instagram/ Diego Afonso

 

Comércio e indústria discutem com o governo alternativas para evitar 100% de paralisação

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Uma força-tarefa que reuniu dirigentes da indústria, comércio, serviços, shoppings e Governo do Estado, na tarde desta quarta-feira, 18, discutiu alternativas para evitar a paralisação total no Amazonas nos setores que movimentam a economia local, devido às medidas emergenciais para evitar o avanço do coronavírus no Estado. O comércio já sinaliza uma queda de até 30% nas vendas, segundo informou com exclusividade ao O Poder o presidente da Câmara de Dirigentes e Lojistas de Manaus (CDLM), Ralph Assayag.

Ele disse que a reunião teve o objetivo de estreitar os laços de trabalho entre o governo, o comércio e a indústria para que, juntos, busquem uma solução para os problemas trazidos pelos casos de Covid-19.

“Vamos trabalhar em conjunto com o governo. À princípio, estamos ajustando vários horários, fazendo procedimentos de limpeza. Nos bares e restaurantes, as mesas estão sendo afastadas, sem contar que será cortado 50% do atendimento nesses locais, até para evitar a aglomeração de pessoas”, adiantou Ralph.

Na reunião, que contou com a presença do governador Wilson Lima, o grupo tratou ainda, segundo o dirigente, de medidas relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre o parcelamento, retirada de multa ou refinanciamento de parcelas junto a Agência de Fomentos do Amazonas (Afeam).

“Vamos fazer trabalhos conjuntos com a indústria, onde vai haver alguns fechamentos, e no comércio, vamos alterar horários de ida e vinda de nossos funcionários. Se alarmar, iremos dar o remédio na medida certa, como o fechamento dos cinemas. As lojas já estão com redução de vendas, onde vamos perder até 30% neste mês e o nosso medo são as demissões, que podem chegar entre 4 a 5 mil”, reforçou Ralph.

Fechamento 

Assayag explicou que se nada resolver, a única medida é o fechamento total do comércio, mas de forma gradual caso a pandemia do Covid-19 não tenha redução no Estado. “Mas, para isso acontecer, voltaremos a conversar com o governo do Estado, pois ter que fechar tudo irá deixar o Amazonas em um caos financeiros. Infelizmente, isso será traumático para os trabalhadores também”, disse.

“A indústria fará o papel dela, o comércio vai mudar em horários, fechar em alguns locais, os Shoppings fecharão em alguns locais às 12h, outros às 14h. Conforme for aumentando os casos de coronavírus, iremos cortar cada vez mais, até. Espero que não chegue, o fechamento absoluto de tudo”, acrescentou o dirigente.

‘Indústrias estão reagindo’

O presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo, explicou que o Amazonas vem passando por uma paralisação completa, mas, que por enquanto, as empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) estão se preparando e estão reagindo para evitar um mal maior.

“As empresas, por enquanto, até pelos menos nos próximos 15 dias, irão continuar operando normalmente. É claro, algumas não descartam férias coletivas e outras medidas para evitar o contágio do Covid-19. Estamos preocupados, sabendo das consequências, por isso, estamos reunindo com o governo para que, juntos, possamos resolver esse problema. Não adianta sacrificar quem paga os impostos, temos que dividir esse prejuízo”, destacou Azevedo.

Nelson Azevedo explicou que a união de esforços foi para evitar o desemprego, o fechamento de empresas e demais prejuízos para todos os setores da economia local e os trabalhadores.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Hariel Fontenelle/O Poder

 

 

Comércio e indústria discutem com o governo alternativas para evitar 100% de paralisação

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Uma força-tarefa que reuniu dirigentes da indústria, comércio, serviços, shoppings e Governo do Estado, na tarde desta quarta-feira, 18, discutiu alternativas para evitar a paralisação total no Amazonas nos setores que movimentam a economia local, devido às medidas emergenciais para evitar o avanço do coronavírus no Estado. O comércio já sinaliza uma queda de até 30% nas vendas, segundo informou com exclusividade ao O Poder o presidente da Câmara de Dirigentes e Lojistas de Manaus (CDLM), Ralph Assayag.

Ele disse que a reunião teve o objetivo de estreitar os laços de trabalho entre o governo, o comércio e a indústria para que, juntos, busquem uma solução para os problemas trazidos pelos casos de Covid-19.

“Vamos trabalhar em conjunto com o governo. À princípio, estamos ajustando vários horários, fazendo procedimentos de limpeza. Nos bares e restaurantes, as mesas estão sendo afastadas, sem contar que será cortado 50% do atendimento nesses locais, até para evitar a aglomeração de pessoas”, adiantou Ralph.

Na reunião, que contou com a presença do governador Wilson Lima, o grupo tratou ainda, segundo o dirigente, de medidas relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre o parcelamento, retirada de multa ou refinanciamento de parcelas junto a Agência de Fomentos do Amazonas (Afeam).

“Vamos fazer trabalhos conjuntos com a indústria, onde vai haver alguns fechamentos, e no comércio, vamos alterar horários de ida e vinda de nossos funcionários. Se alarmar, iremos dar o remédio na medida certa, como o fechamento dos cinemas. As lojas já estão com redução de vendas, onde vamos perder até 30% neste mês e o nosso medo são as demissões, que podem chegar entre 4 a 5 mil”, reforçou Ralph.

Fechamento 

Assayag explicou que se nada resolver, a única medida é o fechamento total do comércio, mas de forma gradual caso a pandemia do Covid-19 não tenha redução no Estado. “Mas, para isso acontecer, voltaremos a conversar com o governo do Estado, pois ter que fechar tudo irá deixar o Amazonas em um caos financeiros. Infelizmente, isso será traumático para os trabalhadores também”, disse.

“A indústria fará o papel dela, o comércio vai mudar em horários, fechar em alguns locais, os Shoppings fecharão em alguns locais às 12h, outros às 14h. Conforme for aumentando os casos de coronavírus, iremos cortar cada vez mais, até. Espero que não chegue, o fechamento absoluto de tudo”, acrescentou o dirigente.

‘Indústrias estão reagindo’

O presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo, explicou que o Amazonas vem passando por uma paralisação completa, mas, que por enquanto, as empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) estão se preparando e estão reagindo para evitar um mal maior.

“As empresas, por enquanto, até pelos menos nos próximos 15 dias, irão continuar operando normalmente. É claro, algumas não descartam férias coletivas e outras medidas para evitar o contágio do Covid-19. Estamos preocupados, sabendo das consequências, por isso, estamos reunindo com o governo para que, juntos, possamos resolver esse problema. Não adianta sacrificar quem paga os impostos, temos que dividir esse prejuízo”, destacou Azevedo.

Nelson Azevedo explicou que a união de esforços foi para evitar o desemprego, o fechamento de empresas e demais prejuízos para todos os setores da economia local e os trabalhadores.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Hariel Fontenelle/O Poder

 

 

Coronavírus: IBGE suspende Censo 2020, visitas e atendimentos nas unidades

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IBGE
(Foto: Divulgação)

Para evitar a proliferação da pandemia do coronavírus no país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta quarta-feira, 18, a suspensão da realização do Censo Demográfico 2020, transferindo todo o trabalho para o próximo ano. O órgão também suspendeu processos seletivos, visitas domiciliares, presencial e atendimento nas unidades.

O IBGE estabeleceu formalmente com o Ministério da Saúde o realocamento do orçamento do Censo 2020 para o uso em ações de enfrentamento ao Covid-19. Como contrapartida, para a realização do processo censitário em 2021, o órgão ministerial recolocará o mesmo valor para o instituto.

O processo seletivo para contratação de recenseadores e supervisores está suspenso, de acordo com o IBGE. O ressarcimento da taxa de inscrição aos candidatos que efetuaram o
pagamento para concorrer ao Processo Seletivo Simplificado do Censo 2020 será realizado em breve. O próximo Censo está previsto para dia 31 de julho de 2021, com coleta de dados entre 1º de agosto e 31 de outubro de 2021.

Todas as coletas de dados que ocorriam in loco foram suspensas. As unidades do IBGE em todo o Brasil também não irão abrir.

No Amazonas, o atendimento será por meio do telefone (92) 3306-2022 e por email pelo endereço eletrônico adjalma.jaques@ibge.gov.br.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Com informações da assessoria

Foto: Divulgação

Coronavírus: IBGE suspende Censo 2020, visitas e atendimentos nas unidades

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IBGE
(Foto: Divulgação)

Para evitar a proliferação da pandemia do coronavírus no país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta quarta-feira, 18, a suspensão da realização do Censo Demográfico 2020, transferindo todo o trabalho para o próximo ano. O órgão também suspendeu processos seletivos, visitas domiciliares, presencial e atendimento nas unidades.

O IBGE estabeleceu formalmente com o Ministério da Saúde o realocamento do orçamento do Censo 2020 para o uso em ações de enfrentamento ao Covid-19. Como contrapartida, para a realização do processo censitário em 2021, o órgão ministerial recolocará o mesmo valor para o instituto.

O processo seletivo para contratação de recenseadores e supervisores está suspenso, de acordo com o IBGE. O ressarcimento da taxa de inscrição aos candidatos que efetuaram o
pagamento para concorrer ao Processo Seletivo Simplificado do Censo 2020 será realizado em breve. O próximo Censo está previsto para dia 31 de julho de 2021, com coleta de dados entre 1º de agosto e 31 de outubro de 2021.

Todas as coletas de dados que ocorriam in loco foram suspensas. As unidades do IBGE em todo o Brasil também não irão abrir.

No Amazonas, o atendimento será por meio do telefone (92) 3306-2022 e por email pelo endereço eletrônico adjalma.jaques@ibge.gov.br.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Com informações da assessoria

Foto: Divulgação

Plínio Valério revela que vai fazer exame do Covid-19; Braga deu negativo e Omar evita assunto

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Com dois senadores infectados com o Covid-19, o presidente da casa legislativa, Davi Alcolumbre (DEM-PA), e Nelsinho Trad (PSD-MS), o Senado adotou medidas internas e cancelou todas as sessões, reuniões e assinou um ato, na terça, 17, que possibilita a votação de projeto com caráter de urgência em sessões virtuais. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), que tem 65 anos de idade e está no público de risco, disse ao O Poder que a rotina será alterada porque os trabalhos serão realizados à distância.

“Eles ficaram de baixar um aplicativo. Se tiver alguma coisa importante, a gente votaria de forma virtual. Estou até espetando a portaria. O que tiver de emergência, nós vamos votar à distância”, disse.

Plínio revelou que iria fazer um exame nesta quarta, em Brasília, mas como retornou a Manaus vai fazê-lo na capital amazonense, mesmo não apresentando nenhum sintoma da doença.

O senador pelo MDB, Eduardo Braga, já fez o exame para verificar a incidência do Covid-19 na sexta-feira, 13. O resultado, que saiu no sábado, 14, deu negativo, informou sua assessoria de imprensa. Ele deve seguir sua agenda normal, acrescentou a assessoria.

O Poder também entrou em contato com o senador Omar Aziz (PSD) para saber se ele, que é do mesmo partido do senador Nelsinho Trad diagnosticado com o vírus e que afirmou ter abraçado “meio Congresso”, se fez exames, se vai manter sua rotina. No entanto, o senador limitou-se a responder apenas que vai dispensar os funcionários do gabinete, em Brasília.

 

Álik Menezes, para O Poder 

Foto: Agência Senado

Plínio Valério revela que vai fazer exame do Covid-19; Braga deu negativo e Omar evita assunto

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Com dois senadores infectados com o Covid-19, o presidente da casa legislativa, Davi Alcolumbre (DEM-PA), e Nelsinho Trad (PSD-MS), o Senado adotou medidas internas e cancelou todas as sessões, reuniões e assinou um ato, na terça, 17, que possibilita a votação de projeto com caráter de urgência em sessões virtuais. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), que tem 65 anos de idade e está no público de risco, disse ao O Poder que a rotina será alterada porque os trabalhos serão realizados à distância.

“Eles ficaram de baixar um aplicativo. Se tiver alguma coisa importante, a gente votaria de forma virtual. Estou até espetando a portaria. O que tiver de emergência, nós vamos votar à distância”, disse.

Plínio revelou que iria fazer um exame nesta quarta, em Brasília, mas como retornou a Manaus vai fazê-lo na capital amazonense, mesmo não apresentando nenhum sintoma da doença.

O senador pelo MDB, Eduardo Braga, já fez o exame para verificar a incidência do Covid-19 na sexta-feira, 13. O resultado, que saiu no sábado, 14, deu negativo, informou sua assessoria de imprensa. Ele deve seguir sua agenda normal, acrescentou a assessoria.

O Poder também entrou em contato com o senador Omar Aziz (PSD) para saber se ele, que é do mesmo partido do senador Nelsinho Trad diagnosticado com o vírus e que afirmou ter abraçado “meio Congresso”, se fez exames, se vai manter sua rotina. No entanto, o senador limitou-se a responder apenas que vai dispensar os funcionários do gabinete, em Brasília.

 

Álik Menezes, para O Poder 

Foto: Agência Senado

URGENTE: senador Davi Alcolumbre está com coronavírus

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Senador Alcolumbre em entrevista coletiva após a reunião fechada

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), testou positivo para o Covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Senado Federal nesta quarta-feira, 18. Ele já havia feito um exame que deu negativo, porém, se submeteu a um novo teste.

Em nota a assessoria informou que o presidente do Senado “está bem, sem sintomas severos, salvo alguma indisposição, e segue em isolamento domiciliar, conforme determina o protocolo de conduta do Ministério da Saúde” e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na última quinta-feira, 12, Davi esteve reunido com o Governado Wilson Lima entre outras autoridades do Estado, em conversa sobre Reforma Tributária e Modelo Zona Franca (MZF). Em Brasília, diversas autoridades já testaram positivo para o vírus.

Leia a íntegra da nota divulgada pelo Senado:

Nota à imprensa

Depois de o primeiro exame dar negativo, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, refez o exame na noite de ontem (17) e, nesta quarta-feira (18), atestou positivo para Covid-19.

URGENTE: senador Davi Alcolumbre está com coronavírus

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Senador Alcolumbre em entrevista coletiva após a reunião fechada

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), testou positivo para o Covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Senado Federal nesta quarta-feira, 18. Ele já havia feito um exame que deu negativo, porém, se submeteu a um novo teste.

Em nota a assessoria informou que o presidente do Senado “está bem, sem sintomas severos, salvo alguma indisposição, e segue em isolamento domiciliar, conforme determina o protocolo de conduta do Ministério da Saúde” e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na última quinta-feira, 12, Davi esteve reunido com o Governado Wilson Lima entre outras autoridades do Estado, em conversa sobre Reforma Tributária e Modelo Zona Franca (MZF). Em Brasília, diversas autoridades já testaram positivo para o vírus.

Leia a íntegra da nota divulgada pelo Senado:

Nota à imprensa

Depois de o primeiro exame dar negativo, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, refez o exame na noite de ontem (17) e, nesta quarta-feira (18), atestou positivo para Covid-19.

Governo restringe temporariamente entrada de venezuelanos no Brasil

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O governo federal restringiu, a partir de hoje,18, a entrada de venezuelanos no Brasil por rodovias ou meios terrestres. A medida leva em consideração a dificuldade de impedir a disseminação do novo coronavírus (Covid-19) e de o Sistema Único de Saúde (SUS) não comportar o tratamento para estrangeiros infectados. A restrição tem prazo de 15 dias e poderá ser prorrogada.

De acordo com a portaria interministerial dos ministérios da Saúde, Justiça e Segurança Pública e Casa Civil, publicada no Diário Oficial da União,  a medida atende uma recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de restrição excepcional e temporária de entradas no país.

A restrição imposta hoje,18, não se aplica a brasileiros nato ou naturalizado, imigrantes com prévia autorização de residência definitiva no Brasil, profissionais estrangeiros em missão a serviço de organismo internacional e a funcionários estrangeiros autorizados pelo governo brasileiro.

A restrição valerá apenas para o trânsito de pessoas e não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas e as ações humanitárias na fronteira. Caso a medida seja descumprida, o imigrante será deportado e não poderá solicitar refúgio no Brasil.

Ontem,17, o presidente Jair Bolsonaro disse que a situação da Venezuela é uma exceção e que o fechamento de fronteiras com outros países não resolve o problema da circulação do coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Nacho Doce/ Reuters