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URGENTE: Manaus confirma primeiro caso de coronavírus e prefeito decreta estado de emergência

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Em entrevista coletiva no início da tarde desta sexta-feira, 13, o governo do Estado confirmou o primeiro caso de coronavírus na cidade de Manaus. A paciente, conforme a Secretaria de Estado da Saúde (Susam), chegou de viagem de Londres, na Europa, na última quarta-feira, 11, e, imediatamente procurou uma unidade de saúde. O resultado do teste positivo foi divulgado nesta sexta.

Diante do fato, o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), divulgou um vídeo em suas redes sociais agora à tarde informando que vai decretar estado de emergência na cidade e adotar medidas que possam resguardar a população local.

Arthur disse ainda que como medida emergencial vai antecipar a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Município, que seria pagos em julho, para 24 de março, dentro de duas semanas.

Segundo ele, essa decisão é necessária porque os idosos são mais vulneráveis à doença e, a antecipação do benefício é uma forma de “garantir e dar tranquilidade financeira necessária para que possam se prevenir”.

O prefeito também apelou para que manifestações públicas que aglomerem mais de 100 pessoas sejam evitadas na cidade, haja vista que isso ajuda a transmitir o vírus de forma mais rápida, uma vez que Manaus já tem um caso confirmado do Covid-19.

 

Covid_19

Diante da confirmação do primeiro caso do novo coronavírus, o Covid-19, em Manaus, iremos decretar Situação de Emergência na capital e adotar as medidas iniciais que venham resguardar a nossa população. Entre elas, a antecipação da primeira parcela do 13° salário dos nossos aposentados e pensionistas, de julho para o dia 24 de março, uma vez que são, comprovadamente, mais vulneráveis a essa terrível doença por conta da idade e queremos garantir a tranquilidade financeira necessária para que possam se prevenir.

Posted by Arthur Virgílio Neto on Friday, March 13, 2020

 

Da redação O Poder

URGENTE: Manaus confirma primeiro caso de coronavírus e prefeito decreta estado de emergência

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Em entrevista coletiva no início da tarde desta sexta-feira, 13, o governo do Estado confirmou o primeiro caso de coronavírus na cidade de Manaus. A paciente, conforme a Secretaria de Estado da Saúde (Susam), chegou de viagem de Londres, na Europa, na última quarta-feira, 11, e, imediatamente procurou uma unidade de saúde. O resultado do teste positivo foi divulgado nesta sexta.

Diante do fato, o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), divulgou um vídeo em suas redes sociais agora à tarde informando que vai decretar estado de emergência na cidade e adotar medidas que possam resguardar a população local.

Arthur disse ainda que como medida emergencial vai antecipar a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Município, que seria pagos em julho, para 24 de março, dentro de duas semanas.

Segundo ele, essa decisão é necessária porque os idosos são mais vulneráveis à doença e, a antecipação do benefício é uma forma de “garantir e dar tranquilidade financeira necessária para que possam se prevenir”.

O prefeito também apelou para que manifestações públicas que aglomerem mais de 100 pessoas sejam evitadas na cidade, haja vista que isso ajuda a transmitir o vírus de forma mais rápida, uma vez que Manaus já tem um caso confirmado do Covid-19.

 

Covid_19

Diante da confirmação do primeiro caso do novo coronavírus, o Covid-19, em Manaus, iremos decretar Situação de Emergência na capital e adotar as medidas iniciais que venham resguardar a nossa população. Entre elas, a antecipação da primeira parcela do 13° salário dos nossos aposentados e pensionistas, de julho para o dia 24 de março, uma vez que são, comprovadamente, mais vulneráveis a essa terrível doença por conta da idade e queremos garantir a tranquilidade financeira necessária para que possam se prevenir.

Posted by Arthur Virgílio Neto on Friday, March 13, 2020

 

Da redação O Poder

BB e Caixa anunciam liberação de crédito para empresas em dificuldades

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O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal vão oferecer crédito para empresas com dificuldades financeiras por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito pelos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião no ministério, em Brasília.

O presidente da Caixa informou que serão destinados R$ 30 bilhões para compra de carteira de crédito consignado e de financiamentos de carros de bancos médios, caso essas instituições financeiras tenham dificuldades; R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e as pequenas e médias; e R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

“A Caixa é hoje o banco com o maior índice de capitalização, que é o Índice de Basileia [indicador que mede o grau de alavancagem financeira de uma instituição financeira], acima de 19%, e com mais de R$ 300 bilhões de títulos públicos. O que significa isso? A Caixa tem amplo espaço para emprestar. Os R$ 75 bilhões são apenas 10% da nossa carteira de crédito”, disse o presidente da Caixa.

Já o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que não há uma estimativa de quanto o banco poderá emprestar. Ele destacou, no entanto, que a instituição atenderá a demanda dos clientes, principalmente as pequenas e médias empresas.

“Tudo deve voltar à normalidade em algum ponto do segundo semestre. Com esse tipo de atividade, estamos apoiando nossa clientela para esse período de dificuldades, principalmente suprindo problemas de capital de giro. Temos adotado uma atitude proativa de procurar nossos clientes quando se configura que determinado setor está em uma crise um pouco mais acentuada”, disse Rubem Novaes.

O ministro Paulo Guedes lembrou que o Banco Central já tinha liberado R$ 135 bilhões de depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central). O dinheiro liberado pelo BC pode ser usado pelos bancos para oferecer empréstimos. “Por razões econômicas já estávamos liberando. Então, chega em um ótimo momento, exatamente no momento que a crise está chegando”, afirmou.

“Antes da nossa reunião, eu falei por telefone com o presidente do Banco Central, Roberto Campos, que também está monitorando as condições de liquidez da economia. Ele me assegurou que as condições de liquidez estão absolutamente estáveis e vai garantir essa manutenção da estabilidade”, disse Guedes.

Fonte: Agência Brasil 

Foto: Marcelo Cajal Jr/Agência Brasil

BB e Caixa anunciam liberação de crédito para empresas em dificuldades

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O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal vão oferecer crédito para empresas com dificuldades financeiras por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito pelos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião no ministério, em Brasília.

O presidente da Caixa informou que serão destinados R$ 30 bilhões para compra de carteira de crédito consignado e de financiamentos de carros de bancos médios, caso essas instituições financeiras tenham dificuldades; R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e as pequenas e médias; e R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

“A Caixa é hoje o banco com o maior índice de capitalização, que é o Índice de Basileia [indicador que mede o grau de alavancagem financeira de uma instituição financeira], acima de 19%, e com mais de R$ 300 bilhões de títulos públicos. O que significa isso? A Caixa tem amplo espaço para emprestar. Os R$ 75 bilhões são apenas 10% da nossa carteira de crédito”, disse o presidente da Caixa.

Já o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que não há uma estimativa de quanto o banco poderá emprestar. Ele destacou, no entanto, que a instituição atenderá a demanda dos clientes, principalmente as pequenas e médias empresas.

“Tudo deve voltar à normalidade em algum ponto do segundo semestre. Com esse tipo de atividade, estamos apoiando nossa clientela para esse período de dificuldades, principalmente suprindo problemas de capital de giro. Temos adotado uma atitude proativa de procurar nossos clientes quando se configura que determinado setor está em uma crise um pouco mais acentuada”, disse Rubem Novaes.

O ministro Paulo Guedes lembrou que o Banco Central já tinha liberado R$ 135 bilhões de depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central). O dinheiro liberado pelo BC pode ser usado pelos bancos para oferecer empréstimos. “Por razões econômicas já estávamos liberando. Então, chega em um ótimo momento, exatamente no momento que a crise está chegando”, afirmou.

“Antes da nossa reunião, eu falei por telefone com o presidente do Banco Central, Roberto Campos, que também está monitorando as condições de liquidez da economia. Ele me assegurou que as condições de liquidez estão absolutamente estáveis e vai garantir essa manutenção da estabilidade”, disse Guedes.

Fonte: Agência Brasil 

Foto: Marcelo Cajal Jr/Agência Brasil

Donald Trump declara emergência nacional nos EUA por coronavírus

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira, 13, emergência nacional devido ao rápido avanço da pandemia de coronavírus, abrindo as portas para mais ajuda federal para combater a doença no país.

Até o momento, os Estados Unidos registram 1.268 casos, segundo o mapeamento em tempo real da Universidade Johns Hopkins, e 33 mortes. O anúncio se deu em uma entrevista coletiva à imprensa. Com a declaração, cerca de 50 bilhões de dólares em recursos serão liberados para a assistência contra a epidemia.

Trump estava sob pressão para que declarasse estado de emergência sob a lei de 1988, que permite que a Federal Emergency Management Agency (FEMA) forneça fundos para governos estaduais e municipais, além de equipes de suporte. A medida raramente é utilizada. O ex-presidente Bill Clinton, em 2000, declarou tal emergência para o vírus do Nilo Ocidental.

Fonte: Exame

Foto: Denis Balibouse/Reuters

Donald Trump declara emergência nacional nos EUA por coronavírus

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira, 13, emergência nacional devido ao rápido avanço da pandemia de coronavírus, abrindo as portas para mais ajuda federal para combater a doença no país.

Até o momento, os Estados Unidos registram 1.268 casos, segundo o mapeamento em tempo real da Universidade Johns Hopkins, e 33 mortes. O anúncio se deu em uma entrevista coletiva à imprensa. Com a declaração, cerca de 50 bilhões de dólares em recursos serão liberados para a assistência contra a epidemia.

Trump estava sob pressão para que declarasse estado de emergência sob a lei de 1988, que permite que a Federal Emergency Management Agency (FEMA) forneça fundos para governos estaduais e municipais, além de equipes de suporte. A medida raramente é utilizada. O ex-presidente Bill Clinton, em 2000, declarou tal emergência para o vírus do Nilo Ocidental.

Fonte: Exame

Foto: Denis Balibouse/Reuters

Ao se lançar a prefeito, Alberto Neto convoca ‘fãs’ de Bolsonaro para disputarem vaga na CMM

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Nome do Republicanos para disputar a Prefeitura de Manaus nesta eleição, o deputado federal capitão Alberto Neto fez um convite aos “fãs” do presidente Bolsonaro para que disputem o pleito no cargo de vereador. “Você que é fã do Bolsonaro, esse aqui é o teu partido (Republicanos), que tem o mesmo discurso do presidente”, disse.

A declaração foi nesta manhã, em entrevista coletiva na sede do partido, onde oficializou sua pré-candidatura majoritária.

Aliado do presidente, o capitão da Polícia Militar vai focar sua estratégia de campanha no conservadorismo, na família e na militarização do ensino municipal.

Perguntado pelo O Poder se vai buscar o apoio do governador do Estado, Wilson Lima (PSC), à sua pré-candidatura, Alberto Neto se limitou a dizer que o apoiou para o governo e “ter essa proximidade vai ser muito saudável para a população”.

‘Velhinho’

Ao falar sobre o prefeito Arthur Neto (PSDB), o deputado afirmou que o tucano já contribuiu muito para a cidade de Manaus, mas, há algum tempo.

“Ele contribuiu muito para nossa cidade, porém, faz tempo. Ele já está velhinho, está com uma certa idade”, acrescentou.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Hariel Fontenelle/O Poder

 

Ao se lançar a prefeito, Alberto Neto convoca ‘fãs’ de Bolsonaro para disputarem vaga na CMM

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Nome do Republicanos para disputar a Prefeitura de Manaus nesta eleição, o deputado federal capitão Alberto Neto fez um convite aos “fãs” do presidente Bolsonaro para que disputem o pleito no cargo de vereador. “Você que é fã do Bolsonaro, esse aqui é o teu partido (Republicanos), que tem o mesmo discurso do presidente”, disse.

A declaração foi nesta manhã, em entrevista coletiva na sede do partido, onde oficializou sua pré-candidatura majoritária.

Aliado do presidente, o capitão da Polícia Militar vai focar sua estratégia de campanha no conservadorismo, na família e na militarização do ensino municipal.

Perguntado pelo O Poder se vai buscar o apoio do governador do Estado, Wilson Lima (PSC), à sua pré-candidatura, Alberto Neto se limitou a dizer que o apoiou para o governo e “ter essa proximidade vai ser muito saudável para a população”.

‘Velhinho’

Ao falar sobre o prefeito Arthur Neto (PSDB), o deputado afirmou que o tucano já contribuiu muito para a cidade de Manaus, mas, há algum tempo.

“Ele contribuiu muito para nossa cidade, porém, faz tempo. Ele já está velhinho, está com uma certa idade”, acrescentou.

 

Henderson Martins, para O Poder

Foto: Hariel Fontenelle/O Poder

 

Proposta fixa limite para alíquotas de ICMS de combustíveis nos Estados

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O Projeto de Lei Complementar (PLP) 10/20, que tramita na Câmara dos Deputados, limita a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os principais combustíveis. De acordo com o texto, a alíquota máxima do tributo, nas operações que acontecem dentro do estado, será de 20% para gasolina, 10% para óleo diesel e 15% para o etanol (anidro e hidratado).

A proposta altera a Lei Kandir, que regulamentou o ICMS, principal tributo estadual. Autor do projeto, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) defendeu a fixação do teto para o imposto.

“A falta de uma trava que limite o ICMS tem resultado na cobrança de índices claramente confiscatórios, chegando como, no como caso do estado do Rio de Janeiro, a 34% do preço de pauta da gasolina”, disse.

De acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), a alíquota de ICMS varia da gasolina de 25% a 34%, dependendo do estado. A variação para o diesel e o etanol é, respectivamente, de 12% a 25% e 12% a 32%. Os dados são de janeiro deste ano.

Tramitação

A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o plenário da Câmara.

 

Conteúdo e Foto: Agência Câmara de Notícias

Proposta fixa limite para alíquotas de ICMS de combustíveis nos Estados

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O Projeto de Lei Complementar (PLP) 10/20, que tramita na Câmara dos Deputados, limita a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os principais combustíveis. De acordo com o texto, a alíquota máxima do tributo, nas operações que acontecem dentro do estado, será de 20% para gasolina, 10% para óleo diesel e 15% para o etanol (anidro e hidratado).

A proposta altera a Lei Kandir, que regulamentou o ICMS, principal tributo estadual. Autor do projeto, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) defendeu a fixação do teto para o imposto.

“A falta de uma trava que limite o ICMS tem resultado na cobrança de índices claramente confiscatórios, chegando como, no como caso do estado do Rio de Janeiro, a 34% do preço de pauta da gasolina”, disse.

De acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), a alíquota de ICMS varia da gasolina de 25% a 34%, dependendo do estado. A variação para o diesel e o etanol é, respectivamente, de 12% a 25% e 12% a 32%. Os dados são de janeiro deste ano.

Tramitação

A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o plenário da Câmara.

 

Conteúdo e Foto: Agência Câmara de Notícias