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Justiça libera uso de guindaste do Caprichoso

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A Justiça amazonense concedeu liminar ao boi-bumbá Caprichoso autorizando a utilização do guindaste nas apresentações do Festival Folclórico de Parintins. Mais cedo, um documento do Corpo de Bombeiros proibiu o uso da ferramenta por irregularidades. O desembargador plantonista Lafayette Carneiro Vieira Júnior, que assina o documento,  ainda fixou uma multa diária de R$ 50 mil caso a agremiação não cumpra a determinação. 

O 57º Festival Folclórico de Parintins inicia nesta sexta-feira, 28.

Veja:

 

Da Redação 

Foto: Divulgação

Corpo de bombeiros proíbe uso de guindaste do Caprichoso

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O boi-bumbá Caprichoso não poderá utilizar guindaste para elevar alegorias e pessoas durante o Festival Folclórico de Parintins este ano. A proibição foi assinada pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros do Amazonas (CBAM), Alexandre Freitas.

O documento aponta que o uso apresenta alto risco para segurança do público e dos trabalhadores. Além disso, é apontado que o Caprichoso não comprovou o cumprimento das normas para realizar o levantamento de alegorias no guindaste.

“Considerando que o boi bumbá Caprichoso não comprovou cumprimento integral das normas citadas, principalmente no tocante ao isolamento de risco e modalidade de içamento de pessoas”, aponta.

O acidente com equipamento de guindaste no Festival de Cirandas de Manacapuru que resultou em mortes também foi citado no documento.

Por fim, o Corpo de Bombeiros ressalta que “como órgão fiscalizador não pode autorizar qualquer atividade que envolva o risco à integridade física de pessoas, devendo zelar pela incolumidade de pessoas”.

Pedido do Caprichoso

Após a decisão, o Caprichoso acionou a justiça através do plantão judicial em busca de liminar. O pedido está nas mãos do desembargador Lafaiete Júnior e ainda não há resultado.

Confira:

 

Da Redação com informações de Toda Hora 

Foto: Divulgação

 

Saiba quanto Prefeitura de Parintins irá pagar pela logística dos jurados do Festival

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A Prefeitura de Parintins fez o Pregão Presencial nº 076/2023 para a operacionalização de logística de jurados do 57º Festival de Parintins, que começa nesta sexta-feira, 28, e vai até domingo, 30. 

De acordo com o Extrato de Contrato nº 39/2024, assinado pelo prefeito Bi Garcia no dia 21 de junho, a Prefeitura vai gastar R$ 618,4 mil com os jurados.  

O documento não detalha qual o tipo de logística adotada pela Prefeitura e nem quais trechos os jurados percorreram até a cidade.

Veja:

 

Da Redação

Foto: Reprodução

Presidente da Aleam, Roberto Cidade faz breve balanço da atuação parlamentar no primeiro semestre

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O deputado estadual Roberto Cidade (UB) presidiu nesta quinta-feira (27/6) a última sessão plenária antes do recesso do primeiro semestre da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e fez um breve balanço de sua atuação parlamentar. Dentre os temas destacados estão a implementação do vestibular gratuito aos estudantes em vulnerabilidade social, a Lei que incentiva a contratação de mães solo, a defesa da recuperação da BR-319 e o protagonismo da Casa em auxílio ao povo gaúcho em razão do desastre ambiental registrado no Rio Grande do Sul.

“O primeiro semestre foi de muito trabalho, boas entregas, de diálogo e ações em favor do povo do Amazonas. Saímos destes primeiros seis meses do ano com a pauta de projetos zerada e já em construção para o semestre que se inicia. O recesso será apenas para as atividades do plenário, a Assembleia Legislativa e o meu gabinete continuarão de portas abertas para atender as demandas que chegarem”, afirmou o deputado presidente.

No primeiro semestre, o parlamentar teve aprovadas Leis e apresentou Projetos de Leis para diversas áreas, entre elas saúde, educação, mulher, criança e adolescente, meio ambiente, consumidor, social, empreendedorismo, além de requerimentos e indicações ao Governo do Estado.

Educação

Para oportunizar melhores condições de competitividade no vestibular que se aproxima, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) colocou em prática o Pré-Vest, um curso pré-vestibular on-line totalmente gratuito.

O Pré-Vest cumpre as premissas da Lei nº 5.632 de 2021, de autoria do presidente Cidade, que autoriza o Governo do Amazonas a criar o Curso de Pré-Vestibular gratuito para os jovens de baixa renda. A expectativa é de que mais de 200 mil alunos acessem o Pré-Vest.

BR-319

Um dos principais gargalos regionais e uma das bandeiras prioritárias do deputado presidente é a pavimentação da BR-319. Por esse motivo, ele recebeu com entusiasmo o relatório final do grupo de trabalho do Ministério dos Transportes responsável pela análise do projeto de pavimentação da rodovia que aponta que a obra é tecnicamente viável e ambientalmente sustentável, com um custo estimado de aproximadamente R$ 2 bilhões.

“Tornar a BR-319 transitável em toda a sua extensão não é capricho nosso, mas uma questão de sobrevivência. Esse relatório reforça o que sempre defendemos e, com a rodovia recuperada, teremos melhoria econômica, social e logística. Sofremos muito durante a pandemia da Covid-19 e durante a estiagem. Nossa luta agora será para que o Governo Federal cumpra com seu papel e nos tire do isolamento”, declarou.

Mulher

Um dos mais importantes instrumentos de proteção e garantia de direitos das mulheres no Estado, a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), chegou ao seu primeiro ano de atuação com mais de cinco mil atendimentos oferecidos à população feminina. Instalada sob a presidência do deputado Cidade, a Procuradoria da Mulher tornou-se, no decorrer desse primeiro ano, um dos principais protagonistas da rede de proteção às mulheres no Amazonas.

Na esteira da atenção à mulher, o deputado presidente é o autor da Lei nº 6.817 de 2024, que determina a implementação do Programa de Incentivo ao Emprego para Mães Solo. A Lei é voltada à mulher provedora de família monoparental, registrada no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e com dependentes de até 18 anos de idade.

Segundo as diretrizes do programa, a intenção é mobilizar empresas e estabelecimentos comerciais a disponibilizarem vagas de emprego e/ou estabelecerem relações comerciais e de serviços com as mães solo. Prevê, ainda, além da inserção de mãe solo no mercado de trabalho, combater a desigualdade salarial entre homens e mulheres.

Feclam

Evento consolidado no calendário oficial da Assembleia Legislativa, o Fórum Estadual das Casas Legislativas do Amazonas (Feclam 2024) reuniu vereadores e representantes das Câmaras Municipais de todos os municípios do interior do Estado, na quarta edição do evento, realizada em abril.

“O Feclam é uma iniciativa inovadora, que tem como principal objetivo a valorização da atividade legislativa. A missão dos legisladores não é apenas criar leis. É também ajudar o Executivo a aprovar projetos capazes de melhorar a vida da população. O Amazonas é um Estado de riquezas incalculáveis e, também, de desafios únicos, daí a importância do Feclam que é o maior do gênero no País”, afirmou.

Rio Grande do Sul

A solidariedade do povo amazonense foi mais uma vez comprovada com a campanha feita pela Aleam que, em apenas uma semana, arrecadou 15 toneladas de suprimentos, entre água, alimentos, roupas, calçados e ração animal para enviar para o Rio Grande do Sul.

“A Assembleia deu a sua demonstração de solidariedade e colaborou para diminuir com o sofrimento do povo do Rio Grande do Sul. Isso só foi possível graças ao envolvimento de todos os deputados estaduais e dos servidores da Casa”, disse.

A Aleam também ajudou o povo gaúcho, por meio da Comissão de Proteção aos Animais, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa do Amazonas (CPAMA-Aleam), com o resgate e atendimento de animais por meio de uma equipe da CPAMA e de um grupo voluntário de médicos veterinários.

 

 

Da Redação, com informações da Aleam

Foto: Divulgação

Sem estrutura, Funasa deve fazer falta ao Amazonas durante a estiagem

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A falta de reestruturação, modernização e até orçamento do Governo Federal na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) pode fazer falta ao Amazonas durante a severa estiagem, prevista para acontecer esse ano. Recentemente, conforme divulgou o Portal O Poder, o senador Dr. Hiran (PP-RR) cobrou, no Senado, o governo Lula pelo descaso com a instituição tão importante para a Amazônia.

Na avaliação dos deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a Funasa tem um papel fundamental de atendimento nas pequenas cidades nas áreas de saneamento básico, saúde indígena e combate as doenças causadas por insetos.

O deputado Adjuto Afonso (União Brasil) falou com exclusividade ao Portal O Poder, sobre a importância da Funasa, principalmente no período da estiagem que sempre castiga a população ribeirinha nos municípios do interior do estado.

“A Funasa, que antes tinha um outro nome, já foi muito importante e prestou um grande serviço principalmente no interior quando combatia os vírus causados por mosquitos. Depois que foi transformada em Funasa ficou com o objetivo principal é a questão de recursos para saneamento nos municípios com recursos do governo federal junto as prefeituras. Não sei se hoje ela tem orçamento para atender os municípios principalmente com água”, destacou.

Sobre a possibilidade de uma estiagem que, este ano, pode prejudicar ainda mais o Amazonas, Adjuto Afonso foi enfático ao falar sobre a importância da Funasa. “Não tenho dúvida com essa estiagem se ela estiver em plena atividade principalmente nessas áreas onde se pode levar água, junto com a prefeitura cavar poços artesianos será importante. Mas, temos que saber se eles tem recursos para isso”, comentou.

Já na avaliação do deputado Dan Câmara (Podemos), decorrente das emergências climáticas que estamos vivenciando, e a estiagem severa já anunciada e em processo, não será uma única ou isolada ação de órgãos que implicam em levar qualidade de vida à população que evitará ou mitigará as sérias consequências que comprometerão a normalidade da rotina do povo amazonense.

“Faz-se necessário uma ação integrada e bem articulada de todas as esferas de governo por intermédio das estruturas competentes a fim de planejar e desenvolver planos de ações integradas e oferta de serviços e soluções que visem a qualidade de vida da população diretamente impactada pelas consequências da estiagem. A Fundação Nacional de Saúde, órgão do Ministério da Saúde, é uma das instituições do Governo Federal responsável em promover a inclusão social por meio de ações de saneamento para prevenção e controle de doenças”, afirmou.

Dan Câmara afirmou ainda que os nossos cidadãos que vivem em lugares mais distantes sofrem com a falta de água potável, seja para beber e cozinhar, seja para a outros fins, não há como não pensar em ações de saneamento, inclusive para o não comprometimento do lençol freático e dos poços artesianos.

“Vou falar do Amazonas, que é o estado onde vivo e ao qual dedico o meu trabalho. É difícil um cidadão que não vivência a experiência de Amazônia ter noção da grandeza da nossa região, grandeza que também se espelha nas dificuldades, nos desafios. Temos índices muito ruins de saneamento e saúde básica e a presença da Funasa com ações, projetos e programas em favor da população, se possível em sintonia com as prefeituras, poderia fazer grande diferença. E quando falo isso eu imagino o ribeirinho e o morador da comunidade rural como o principal público alvo, e não apenas as pessoas que moram na sede dos municípios”, enfatizou.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

Saiba da confusão que a Atem se envolveu em Santarém-PA

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O Ministério Público Federal (MPF) pediu este mês à Justiça Federal que suspenda mais uma licença ambiental concedida pelo Estado do Pará para o porto da empresa Atem’s no Lago do Maicá, em Santarém (PA), novamente sem consulta prévia, livre e informada a povos indígenas e a comunidades quilombolas e de pescadores potencialmente afetados pelas atividades do empreendimento.

A licença anterior permitia o armazenamento e transporte de combustíveis. A nova licença concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) à Atem’s amplia a autorização, permitindo que o terminal portuário também seja utilizado para o armazenamento e transporte de soja, milho, farelos e fertilizantes.

A pedido do MPF e do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), em 2020 a Justiça Federal no Pará havia suspendido o licenciamento. O Estado do Pará e a empresa entraram com recursos contra a decisão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília (DF), e a decisão da Justiça Federal no Pará foi suspensa pelo tribunal. Em 2022, a Semas emitiu a primeira licença de operação e, no ano passado, emitiu a segunda.

Na ação ajuizada este mês, o MPF pede que a Justiça determine a suspensão da nova licença e, consequentemente, das atividades de armazenamento e transporte de granéis no porto até a realização da consulta livre, prévia e informada de indígenas, quilombolas e pescadores artesanais potencialmente afetados, de acordo com os respectivos protocolos de consulta.

O Lago do Maicá é o corpo hídrico mais importante da área urbana ou área periurbana (entre a zona urbana e a zona rural) de Santarém em termos de produção pesqueira, conforme indica o MPF na ação. O lago – que abrange um sistema de lagos, furos, igarapés, igapós e áreas alagáveis (várzea) – é tradicionalmente utilizado por diversas comunidades quilombolas, por indígenas e por pescadores artesanais, para pesca artesanal, navegação ou outras atividades de caráter tradicional.

Povos e comunidades impactados

Segundo estudos apresentados pelo MPF na ação, o porto tem potencial para impactar sete comunidades quilombolas (Pérola do Maicá, Arapemã, Saracura, Bom Jardim, Maria Valentina, Murumuru e Tiningu), o Território Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno e áreas de pesca tradicional.

As comunidades quilombolas estão localizadas a menos de 15 quilômetros de distância do empreendimento, sendo que três delas estão a uma distância menor que dez quilômetros. Segundo portaria interministerial, há suposição legal automática de que empreendimentos portuários situados dentro desse raio de distância de terras quilombolas podem causar impactos significativos às comunidades.

Quanto aos pescadores artesanais, segundo informações de seu próprio protocolo de consulta, são 140 comunidades, com população de 35 mil pessoas, distribuídos em oito conselhos de pesca, dos quais o primeiro atua no Maicá. O porto está instalado a cerca de 2,1 quilômetros a montante da Boca do Maicá e de dezenas de outros importantes locais de pesca dos pescadores artesanais daquela região.

Além disso, o MPF alerta que o transporte de grãos pelo porto da Atem´s tem o potencial de incentivar a expansão do agronegócio – plantação de soja e milho, na terra firme, e pecuária, na área de várzea – na região conhecida como Planalto Santareno, onde estão localizadas cinco aldeias (Açaizal, Amparador, Ipaupixuna, São Francisco da Cavada e São Pedro do Palhão, que integram a Terra Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno) e vários territórios quilombolas (Murumuru, Murumurutuba e Tiningu).

Pressão e conflitos – Inspeção feita pelo MPF em 2020 já registrava relatos sobre crescente pressão imobiliária nas áreas do Maicá após o anúncio dos empreendimentos portuários, “algo que deveria ter sido considerado no âmbito do licenciamento ambiental”, destaca o procurador da República Vítor Vieira Alves. “Essa circunstância tende a aumentar significativamente com a licença ambiental para transporte de granéis sólidos, como grão e soja, acirrando a pressão imobiliária e os conflitos fundiários na região”, complementa o representante do MPF, na ação.

Embora os procedimentos de demarcação dos territórios indígena e quilombolas se encontrem em fase avançada, a falta de finalização da demarcação oficial (de caráter puramente declaratório) gera conflito com os sojeiros instalados na região, inclusive com ameaça a lideranças e defensores de direitos humanos, ressalta o MPF.

Além da expansão do agronegócio no Planalto Santareno ser um dos possíveis impactos da ampliação da atividade no porto da Atem´s, um inquérito do MPF também demonstra que as atividades dos portos do Lago do Maicá aumentam o fenômeno chamado terras caídas. Esse fenômeno é a perda de grandes porções das margens das ilhas localizadas nas várzeas. O quilombo Arapemã perdeu mais da metade do seu território devido a esse fenômeno, exemplifica o MPF na ação.

Fraudes

Em outro processo, o MPF e o MPPA, além de pedir a anulação das licenças, pedem que a Justiça determine a demolição das construções não autorizadas pela licença de instalação e obrigue a Atem´s a pagar danos morais coletivos por fraudar o procedimento de licenciamento ambiental. Segundo o MPF e o MPPA, a empresa omitiu que a carga transportada seria do tipo perigosa (petróleo e derivados) e submeteu o projeto a licenciamento para cargas não perigosas, com exigências ambientais menos rigorosas.

 

 

Com informações do MPF

Procedimento do MPAM vai acompanhar medidas para minorar efeitos da seca em São Gabriel da Cachoeira

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou Procedimento Administrativo para acompanhar as medidas adotadas pelo Poder Público e pela Amazonas Energia em São Gabriel da Cachoeira para minorar os impactos da estiagem. A medida também é válida para prevenir danos causados pela cheia.

O órgão ministerial levou em consideração a probabilidade de efeitos mais severos este ano na seca. Um dos interesses é a defesa do meio ambiente.

O município e a empresa têm dez dias para informar as medidas adotadas.

 

 

Da Redação

Wilson Lima faz ‘mistério’ sobre possibilidade de uma nova arena em Parintins

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Nesta quinta-feira, 27, em entrevista para o programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da Rede Onda Digital, o governador Wilson Lima (UB) disse que fará um anúncio surpresa amanhã, 28, sobre uma possível nova arena para o Festival de Parintins.

“Você sabe que o bumbódromo ficou pequeno, cumpriu seu ciclo e já deu o que tinha que dar. Amanhã vou fazer um anúncio muito importante para colocar o Festival de Parintins em um patamar maior e cada vez mais elevado”, disse Wilson. 

O Festival Folclórico de Parintins começa nesta sexta e segue até domingo, 30. Com capacidade para cerca de 25.566 mil espectadores, a arena popularmente conhecida como “bumbódromo” foi inaugurada em 1988 por Amazonino Mendes. Em 2013, o local passou por uma completa reestruturação, transformando-se em Centro Cultural.

Apesar dos ares de construção de uma nova arena, um desejo antigo de quem brinca de boi, pode ser que o espaço sofra uma nova ampliação, aproveitando a estrutura já estabelecida. 

Novos ares na Ilha da Magia?

Wilson Lima não esconde que tem um carinho especial por Parintins. Ele sempre foi muito bem avaliado na cidade, além da virada dele para ser governador, em 2018, ter começado na chamada “Ilha da Magia”. 

Com este anúncio, o governador pode fazer uma mudança política em Parintins mexendo o tabuleiro na cidade. Isso porque a pré-candidata à Prefeitura apoiada por ele, Brena Dianná, pode ficar ainda mais popular se uma nova arena for construída.  

 

Da Redação

Foto: Reprodução

23 municípios do Amazonas podem perder complementação do Fundeb; veja lista

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Em levantamento conjunto realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, e pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda, em 24 de junho, foram identificados 424 entes federativos estaduais e municipais que ainda não disponibilizaram as informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais de 2023 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

Caso não adotem medidas corretivas até 31 de agosto deste ano, esses entes não receberão a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na modalidade VAAT em 2025.

A habilitação à complementação-VAAT constitui pré-requisito para que as respectivas informações sejam apuradas e consideradas no cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) de cada ente federativo. Conforme a lei de regulamentação do novo Fundeb, os recursos dessa modalidade de complementação da União somente são devidos aos entes cujo VAAT seja inferior ao Valor Anual Total Mínimo por Aluno/Ano (VAAT-MIN).

Em 2025, a complementação da União ao VAAT a ser distribuída a estados e municípios corresponderá a 9% da receita total do Fundeb do referido exercício.

 

Da Redação com informações do Governo Federal 

Foto: Divulgação

‘CNJ não é instância revisora’, ressalta ministro Mauro Campbell

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Questionado sobre o que pretende fazer e como atuar na Corregedoria Nacional, o ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell Marques, afirmou em entrevista à TV Migalhas que pretende dar seguimento ao trabalho de seus antecessores, mas, sobretudo, busca despertar na magistratura nacional mais comprometimento durante a atuação.

“Ministro Salomão empreendeu políticas públicas relevantíssimas para a sociedade, mas [vou] focar necessariamente em quem sabe um despertar na magistratura nacional, um pouco mais de comprometimento com a atuação.”

O ministro explicou a necessidade de demonstrar que juízes são portadores e executores de uma missão singular, necessitando estar em perfeita interação com a sociedade.

“Desde o juiz de primeiro grau, que deve estar ciente de todos os problemas da sociedade onde ele vive, para que, não como combatente, mas como receptor das demandas que chegarem, fazer uso delas para transformar aquela realidade para melhor.”

Campbell ainda ressaltou que essa reflexão é essencial para que seja retomada os rumos da magistratura nacional.

Ademais, o ministro afirmou que a corregedoria também possui outros focos disciplinares e futuras mudanças serão operadas, mas destacou que”o CNJ não é uma instância revisora de decisões judiciais”.

O evento

O XII Fórum de Lisboa, realizado de 26 a 28 de junho, abordará o tema “Avanços e Recuos da Globalização e as Novas Fronteiras: Transformações Jurídicas, Políticas, Econômicas, Socioambientais e Digitais”. O evento reúne autoridades e especialistas de diversas áreas para analisar as mudanças e os desafios contemporâneos que impactam o cenário global.

 

Da Redação com informações de Migalhas 

Foto: Divulgação