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Cantora irá receber cachê mais alto em Borba

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O investimento para a realização da Festa de Santo Antônio de Borba foi alto. Prova disso é o cachê pago para a cantora Marília Tavares vai receber R$ 210 mil pelo show desta quarta-feira, 12, no município.

O prefeito Simão Peixoto cobriu o cachê que artista teve em Codajás, durante a Festa do Açaí. Na ocasião, a cantora recebeu R$ 190 mil do vice-prefeito Cleucivan Gonçalves.

Em Borba, o contrato entre a prefeitura e a MT Produções LTDA foi firmado por meio de inexigibilidade de licitação. O documento está publicado no Diário Oficial dos Municípios do Estado do Amazonas.

 

 

Da Redação

TCE-AM proíbe Prefeitura de Barreirinha de contratar escritório ‘caça royalties’

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por intermédio do Processo nº 14.940/2023, Representação oriunda da Manifestação nº 363/2023 – interposta por Carlos Alberto Machado Bernaduce, vai fiscalizar o contrato em desfavor da Prefeitura de Barreirinha (a 481 quilômetros de Manaus).

O objetivo é apurar possíveis irregularidades referentes à contratação de escritórios prestadores de serviços jurídicos para recuperação de receita de royalties junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com recomendação do TCE-AM, a Prefeitura de Barreirinha deve se abster de celebrar novos contratos com remuneração atrelada à cláusula de êxito.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

Municípios atingidos pela seca no Amazonas recebem auxílio financeiro

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A estiagem levou 40 municípios do Amazonas a decretarem Estado de Emergência. Serão distribuídos R$ 23 milhões para ao mais atingidos. O dinheiro será destinado, principalmente, para ajudar minimizar os danos causados pela seca. Até o momento, mais de 61 mil famílias foram atingidas. Na quarta-feira, 27 de outubro, os prefeitos dos primeiros Municípios que decretaram estado de emergência assinaram o convênio com o Governo de Estado.

A Defesa Civil do Estado tem se esforçado para prestar ajuda aos Municípios. Até o momento 24 localidades receberam alimentos e remédios. Em São Paulo de Olivença (AM), único a decretar estado de calamidade pública, a Defesa civil tem tido dificuldades de acesso ao Município.

A Agência de Notícias da CNM conversou com o prefeito Raimundo Nonato. Segundo ele os portos do Município estão destruídos e não tem estradas, o que dificulta o deslocamento da população e a chegada de assistência. A ajuda só pode ser enviada por avião ou helicóptero.

 

 

Com informações da CNM

Prefeituras têm 13% de aumento de repasses, mesmo assim metade ainda estão no vermelho

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O primeiro Fundo de Participação dos Municípios (CNM), parte da arrecadação nacional com os Impostos de Renda e sobre Produtos Industrializados (IR e IPI) de 20 e 30 do mês passado, chegará a R$ 8.332.864.540,53. Contudo, o valor total transferido aos cofres municipais, na sexta-feira, 7, fica em R$ 6.666.291.632,42 por conta da retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Dos três repasses mensais, o primeiro tende a ser o maior, quase a metade do valor total. Com base nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) calcula um aumento de 30,67%, em relação ao primeiro repasse de junho de 2023. De acordo com levantamento da entidade, as prefeituras receberam R$ 6,3 bilhões no mesmo período do ano anterior, mas o crescimento fica em torno de 26% quando se retira o efeito da inflação.

De janeiro até agora, os cofres municipais receberam R$ 94,1 bilhões. Destaca-se que em nenhum mês o repasse foi menor do que no ano passado, quando na mesma época o fundo havia transferido R$ 83 bilhões aos 5.568 Municípios. “A arrecadação da base de cálculo do FPM cresceu R$ 8,69 bilhões no primeiro decêndio de junho, passando de R$ 28,3 bilhões para R$ 37 bilhões”, explica o levantamento da CNM. Isso foi resultado do prazo final para declaração do IR, que recolheu R$ 7,23 bilhões, e do aporte de R$ 1,32 bilhão de imposto de pessoa física e do R$ 1 bilhão a mais recolhido com pelo IPI.

O resultado positivo, conforme mostram os dados da CNM, é de 13,41% ou de 9,04%, retirando o efeito da inflação do período. A entidade acompanha o fenômeno e aconselha os Municípios a considerarem a previsão de baixo crescimento da economia do país e não apenas as cifras para repassar as suas localidades. Além disso, a expectativa para o FPM é de crescimento moderado nesse segundo semestre, não há previsão de que os recursos tenham o mesmo crescimento de 2021 e 2022.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que 50% dos Municípios ainda estão com a conta no vermelho e precisam promover medidas concretas para encerrar os mandatos sem problemas com a Lei 101/2000 de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Estamos lutando por medidas estruturantes, em Brasília, pois o FPM pode cair de uma hora para outra”, alertou. Acesse o levantamento completo.

Com informações Agência CNM de Notícias

Foto: Divulgação

Vaga do STJ pode ir parar na justiça

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A avaliação para a escolha dos nomes que vão compor a lista tríplice do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — na vaga aberta destinada a membros do Ministério Público — pode ir parar na Justiça.

Há entre procuradores do Ministério Público Federal (MPF) um receio de que, mais uma vez, a lista não contemple integrantes do órgão, dando espaço apenas para representantes dos Ministérios Públicos Estaduais.

Uma ala da Procuradoria-Geral da República (PGR) entende haver uma interpretação da Constituição Federal segundo a qual é obrigatória a presença de pelo menos um membro do MPF na composição do STJ.

A ex-procuradora-geral Elizeta Ramos chegou a enviar, no ano passado, um ofício à presidente do STJ, ministra Maria Thereza Moura, manifestando essa preocupação, diante do vácuo deixado com a aposentadoria da ministra Laurita Vaz.

Nomeada em 2001, 23 anos atrás, Laurita foi a última integrante do STJ oriunda do MPF. Desde lá, todos os ministros que entraram em vagas destinadas ao Ministério Público vieram da esfera estadual – inclusive as quatro ocupadas no momento.

Segundo Elizeta, “não parece adequado e razoável que o STJ deixe de enfrentar a discussão sobre a sua própria composição”, diante da necessidade de garantir “um equilíbrio entre a presença de agentes públicos” estaduais e federais.

Elizeta não é a única a defender essa iniciativa. A CNN apurou que outros integrantes da PGR têm feito um périplo junto a ministros do STJ para tentar sensibilizá-los quanto ao problema.

Um dos argumentos apresentados é o de que o STJ é a instância competente para decidir casos de federalização, solicitados pela PGR quando as Justiças Estaduais se mostram falhas em alguma investigação.

O argumento é o de que, se a composição do STJ tiver apenas representantes dos MPs estaduais, essa avaliação pode acabar prejudicada. Além disso, pesa a experiência do MPF em fiscalizar atos do poder público federal, uma pauta constante no tribunal.
Por isso, não é descartada uma judicialização da questão. Entidades representativas da carreira estudam provocar o debate no Supremo Tribunal Federal (STF).

O atual procurador-geral, Paulo Gonet, embora seja favorável à presença do MPF na composição do STJ, tende a não bancar uma ação em nome da PGR neste momento.

A ideia das associações não é impugnar especificamente a lista que será votada pelo STJ e encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua escolha final, mas solucionar um dilema interpretativo que ainda divide a categoria.

Há uma percepção de que uma discussão do tema no âmbito do Supremo seria relevante para balizar pelo menos os casos futuros, na ocasião de novas vagas do MP que eventualmente abrirem no STJ.

O STJ dispõe de uma lista de 41 nomes – só seis deles são representantes do MPF, os demais vêm dos MPs Estaduais. O plenário elege três, dentre os quais um é escolhido pelo presidente da República.

Um dos favoritos é o procurador de Justiça Sammy Lopes, do MP do Acre. Ele é “apadrinhado” pelo ministro do STJ Mauro Campbell e por representantes da política local, como os ex-governadores Jorge Viana e Tião Viana, ambos do PT.

Já no âmbito federal, houve uma eleição interna na PGR – e quem encabeça a lista é a ex-PGR Raquel Dodge, seguida pelo subprocurador-geral Carlos Frederico Santos, que atuou nos casos de 8 de janeiro, e pelo atual vice-PGR, Hindemburgo Chateaubriand.

Procurado, o STJ disse que o ofício sobre a falta de representação do MPF “foi encaminhado à comissão escrutinadora das listas”, formada pelos três ministros mais antigos – Francisco Falcão, Nancy Andrighi e João Otávio de Noronha.

Esclareceu, ainda, que o preenchimento da vaga aberta com a aposentadoria de Laurita Vaz seguirá as determinações da Constituição Federal e do regimento interno do STJ. Ainda não há previsão de data para a votação.

A força de Mauro Campebell

O teste de força para o futuro corregedor nacional de Justiça, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell, será a indicação do procurador de Justiça do Acre Sammy Barbosa para o cargo de ministro do STJ.

Campbell, que assumirá o cargo de corregedor nacional de Justiça em agosto, vem apostando todas as fichas em Sammy Barbosa.

O ministro do STJ está tão confiante na inclusão do nome de Sammy na lista dos indicados que, em recentes conversas com outros ministros, pediu para que eles votassem no procurador de Justiça do Acre e em outros dois candidatos desconhecidos.

“Ele [Campbell] quer reduzir a concorrência, retirando da disputa mulheres, negros e outros nomes com maior peso político, praticamente uma lista única. Mas, desse jeito, corre o risco de candidato aparentemente sem chances acabar vencendo”, comentou um ministro.

A lista tríplice de candidatos a ser enviada para a escolha final do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é, em geral, definida entre os ministros com maior liderança no STJ.

Da Redação, com informações CNN Brasil

Ilustração: Neto Ribeiro

Flexibilização de exigências pode destravar seleção de novo dono para Amazonas Energia

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Uma reunião entre a cúpula do MME (Ministério de Minas e Energia) e diretores da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), nesta quarta-feira, 5, discutiu a gravidade da situação da distribuidora Amazonas Energia. O encontro, na sede da pasta, ocorre em um cenário no qual o governo é cada vez mais cobrado por uma solução, informaram fontes à Agência iNFRA.

Os itens oficiais da pauta foram: 1) acompanhamento da fiscalização “econômico-financeira especial” em curso; 2) riscos para a prestação de serviço; 3) expectativa da publicação de medida provisória, que reformula a concessão; 4) necessidade de intervenção administrativa.

A Eletrobras, principal credora da companhia, tem pressionado a agência reguladora para a realização de uma intervenção administrativa, apurou a Agência iNFRA. Por outro lado, grupos econômicos anseiam por uma alteração legislativa que reestruture e garanta a sustentabilidade da concessão, viabilizando a troca de controle da companhia.

Segundo fontes, pelo menos cinco grupos econômicos já demonstraram interesse em assumir o controle da distribuição no estado, mas aguardam os próximos passos do governo.

O consenso é que o cenário tende a piorar se nada for feito, e a solução é cada vez mais urgente. Assim, o ministério trabalha em uma proposta legislativa, mas ainda estuda qual medida será mais efetiva e viável politicamente, seja uma medida provisória ou um projeto de lei, informaram fontes. Ainda falta articular com o Legislativo como será feito o envio dos dispositivos ao Congresso Nacional.

Mudança legal

Um grupo de trabalho criado no MME para analisar as concessões dos estados do Amazonas e do Rio de Janeiro constatou que a sustentabilidade da Amazonas Energia depende necessariamente de alterações na lei, segundo o relatório divulgado em fevereiro deste ano. Assim como a pasta, a ANEEL também já reconheceu que há uma disfunção estrutural da concessão.

Entre as mudanças necessárias estariam a previsão legal para reembolso da CCC (Conta Consumo de Combustíveis) após a transferência do controle ou assunção de novo concessionário; e a definição de perdas não técnicas, custos operacionais e receitas irrecuperáveis que permitam a assunção do serviço por novo concessionário ou novo controlador.

Portanto, a expectativa é que a medida a ser costurada pelo ministério flexibilize as exigências para a concessão, como sugere o documento.

Caducidade

A ANEEL recomendou ao MME a caducidade da concessão em novembro de 2023, após não identificar liquidez dos ativos e a capacidade técnica e financeira da Green Energy, então candidata para comprar a distribuidora, que hoje está nas mãos da Oliveira Energia.

Como a troca de controle era uma alternativa para a não caducidade da concessão, a conclusão da relatora do processo na agência, diretora Agnes da Costa, foi de que persistiria o quadro de insustentabilidade econômico-financeira da Amazonas. A partir de então, o tema passou a ser discutido no ministério.

 

Da Redação com informações Agência Infra 

Foto: Divulgação

RR: ALE-RR questiona ‘milagre’ do aparecimento de R$ 400 milhões nas Secretarias

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Durante a sessão plenária nesta quinta-feira, 6, deputados estaduais chamaram a atenção para um “mistério”. Recursos que somam R$ 400 milhões e que não estavam previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) e nem foram aprovados na Assembleia, apareceram milagrosamente em secretarias estaduais.

“Ficar aprovando orçamento para criar déficit a fim de poder fazer o que quiser com o dinheiro público sem passar por aqui, isso tem que acabar. Eu tenho apenas seis anos de mandato, mas eu nunca vi uma Casa tão capacho do palácio [do governo] como eu vejo hoje”, disse o deputado Renato Silva.

A deputada Aurelina Medeiros, aliada do governador Antonio Denarium (PP), sugeriu que os titulares das secretarias de Estado da Fazenda (Sefaz) e Planejamento e Orçamento (Seplan) sejam convocados a prestar esclarecimentos sobre o montante “perdido” e encontrado posteriormente em algumas pastas do governo.

“Isso é grave. Se acharam agora, estava perdido quando o orçamento veio para cá? Eu aprovei um orçamento onde não tinha restos a pagar, com empenhos anulados porque não tinha recursos para cobri-los. Eu queria saber por que, de repente, encontraram esses R$ 400 milhões e de onde vieram”, questionou a parlamentar, relembrando que o orçamento que chegou à ALE-RR para aprovação estava com um déficit de mesmo valor.

CPI

Ainda sessão, o deputado Renato Silva disse que é preciso abrir a caixa preta do Governo. Ele ainda reclamou que os deputados não deixam abrir CPI e nem fiscalizar o Estado “porque ofende o Governo”. O parlamentar ainda explicou que a Assembleia deu condições para a promoção dos policiais civis e o governador quer levar o mérito sozinho. No orçamento os deputados aprovaram R$ 33 milhões para promoção da PCRR.

Servidores que não vão pra reunião da Catarina são exonerados

Uma informação que chegou a esta coluna dá conta de uma grande leva de demissões na Secretaria de Saúde do Governo de Roraima (Sesau) esta semana. Segundo uma fonte, isso está ocorrendo porque estes servidores não compareceram à reunião a Catarina Guerra na segunda-feira (6). A secretária Cecília Lorezon teria ficado furiosa e =, como sempre, foi implacável com os servidores.

Bombeiros

Uma denúncia enviada à reportagem explica que novamente o Governo está se utilizando de manobras imorais para barganhar apoio político. Isso porque o Estado colocou à disposição dezenas de militares de alta patente do Corpo de Bombeiros, simplesmente para abrir vagas fictícias para poder promover militares. As informações estão no boletim geral do próprio Corpo de Bombeiros. Segundo o denunciante isso que ele esta fazendo é no mínimo imoral.

A revolta e porque o Governo fala que não tem condições de dar o aumento anual obrigatório para os servidores, mas beneficia de forma imoral e com “jeitinhos” pessoas que prometem apoio político. O pior é que mesmo colocando inúmeros militares à disposição só para poder promover outros sem ter vaga, alguns desses militares nem aparecem no seu local de trabalho. Conforme a fonte, basta perguntar de qualquer aluno dessas escolas, pois os militares são colocados a disposição de faixada, muitos nem indo no seu local de trabalho.

Os alunos da escola Maria de Lourdes, nunca viram e não sabem nem quem um certo militar destacado para a unidade, pois, segundo informações, ele nunca teria aparecido por lá. Além disso, como esse tem vários que só ficam à disposição no papel para poderem ser promovidos ou deixarem algum apadrinhado político ser promovido.

Além de colocar esses militares à disposição para poder promover seus apadrinhados, o governador ainda prometeu diminuir pela metade o tempo necessário para promoção, tudo isso por barganha política isso é imoral. Antes de fazer essa manobra que abre vaga fictícia para promover, o Alto Comando faz reuniões para poder explicar como funciona e se a pessoa vai dar o apoio necessário.

“Não dar para entender, pois o Bombeiro fala que está com pouco efetivo e na hora que é para fazer essas imoralidades dezenas são colocas disposição de uma única vez, e tudo isso pra promover mesmo sem vaga, pois são fictícias ,os militares não saem e nem se aposentam apenas ficam a disposição e depois voltam para os bombeiro e muitos retornam logo após a promoção, ficando claro quer essa manobra é exclusivamente eleitoreira e pra beneficiar alguns) e sem tempo, pois o governador ainda vai diminuir pela metade o tempo necessário, e na maioria esmagadora é para beneficiar oficias os praças que se virem”, explicou o denunciante.

O denunciante enviou à redação um documento que mostra a publicação dos Bombeiros colocando militares nas escolas militarizadas. E são realmente todos de alta patente.

“Me pergunto onde estão os órgãos fiscalizadores do estado que deixam isso acontecer livremente e não fazem nada. Esse é só um dos documentos que coloca eles a disposição, pois para não ficar escancarado, dividem em varias publicações”, complementou.

Queimadas

Para quem já esqueceu, é importante lembrar que, recentemente, durante as gigantescas queimadas que ocorreram em Roraima, o próprio Governo tornou público que só dispõe de pouco mais de 340 bombeiros. O número foi insuficiente para combater o fogo que se alastrava em todos os municípios.  O que causou revolta na população, pois nem mesmo os brigadistas o Governo convocava para ajudar os militares.

Agora, mesmo com o baixo efetivo, o Estado envia militares de alta patente para as escolas, em vez de fazer concurso para contratar mais profissionais.

E tudo isso, só em prol de uma política que só beneficia a alguns.

 

Da Redação com informações de Roraima Em Tempo

Foto: Divulgação

STJ julga se nova Lei de Improbidade afeta indisponibilidade de bens nas ações em curso ​

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​A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu afetar cinco Recursos Especiais para julgamento pelo rito dos repetitivos.

A controvérsia, cadastrada como Tema 1.257 na base de dados do STJ,  é “definir a possibilidade ou não de aplicação da nova Lei de Improbidade Administrativa (Lei 14.230/2021) a processos em curso, iniciados na vigência da Lei 8.429/1992, para regular o procedimento da tutela provisória de indisponibilidade de bens, inclusive a previsão de se incluir, nessa medida, o valor de eventual multa civil”.

O colegiado decidiu suspender a tramitação dos processos, individuais ou coletivos, que tratam da mesma questão jurídica, nos quais tenha havido a interposição de ##recurso especial## ou de agravo em recurso especial, na segunda instância ou no próprio STJ.

O relator dos recursos especiais, ministro Afrânio Vilela, destacou que a definição do tema terá impacto significativo nos processos de todo o Brasil contra agentes que respondem por improbidade administrativa.

Adicionalmente, o ministro apontou que a análise da controvérsia poderá resultar na revisão dos Temas Repetitivos 701 e 1.055, ambos julgados pela Primeira Seção.

Afrânio Vilela ponderou, contudo, que o Tema 1.257 diz respeito, em especial, à incidência da Lei 14.230/2021 para regular a medida de indisponibilidade de bens em ação de improbidade já em curso, inclusive nos processos ajuizados antes da nova lei.

“Nesse contexto, é necessário que fique claro que apenas os recursos em que haja discussão sobre os requisitos necessários ao deferimento da medida de indisponibilidade de bens e sobre a possibilidade de inclusão do valor de eventual multa civil nessa medida serão sobrestados”, esclareceu.

Recursos repetitivos

O Código de Processo Civil regula, nos artigos 1.036 e seguintes, o julgamento por amostragem, mediante a seleção de recursos especiais que tenham controvérsias idênticas. Ao afetar um processo, ou seja, encaminhá-lo para julgamento sob o rito dos repetitivos, os ministros facilitam a solução de demandas que se repetem nos tribunais brasileiros.

A possibilidade de aplicar o mesmo entendimento jurídico a diversos processos gera economia de tempo e segurança jurídica. No site do STJ, é possível acessar todos os temas afetados, bem como saber a abrangência das decisões de sobrestamento e as teses jurídicas firmadas nos julgamentos, entre outras informações. 

 

Da Redação com informações de ConJur e STJ

Foto: Divulgação

Wilson Lima participa da abertura da semana do Meio Ambiente no TCE-AM

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O governador Wilson Lima (União Brasil) participou na manhã desta sexta-feira, 7, da solenidade de abertura da Semana do Meio Ambiente, realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). Este ano, o tema debatido será  “Valores, Justiça e Meio Ambiente: O papel dos órgãos de controle na gestão pública”. O seminário começou às 9h, no auditório da Corte de Contas.

Wilson Lima afirmou que cada um deve fazer uma reflexão do papel relacionado ao Meio Ambiente e o desenvolvimento sustentável e os recursos naturais. Ele disse que a pauta ambiental não é só do governo do Estado, nem somente do Legislativo, mas que é uma pauta comum a todos nós.

“Vivemos uma realidade que há 30 anos imaginava que ela chegaria com uma rapidez tão grande. A questão da preservação do meio ambiente e recursos naturais ela está atrelado ao nosso dia a dia e tem relação a decisão que você toma se você vai para o trabalho de carro ou de bicicleta. No uso racional da água, do papel, no processo de modernização das empresas e aqui no Amazonas estamos fazendo a nossa parte”, afirmou.

O governador disse ainda que infelizmente o Brasil e o mundo tem criado uma narrativa de caminhar na direção que a Amazônia é a culpada de tudo que tem acontecido nas mudanças climáticas. “E toda responsabilidade, carga e restrição tem que ser para a Amazônia. Infelizmente, nós somos destaque mundial quando tem uma queimada, um desmatamento. Como se aqui só vivessem selvagens e a gente não tivesse preocupado com isso aqui. Ninguém nesse planeta tem se preocupado em preservar a Amazônia do que nós que estamos aqui”, destacou afirmando que o Amazonas tem mais de 1 milhão de quilômetros quadrados e 97% da sua floresta está preservada.

A abertura do evento foi realizada pela presidente do TCE-AM, conselheira Yara Lins e pelo coordenador-geral da ECP, conselheiro Júlio Pinheiro. O evento vai contar com palestras do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, do embaixador extraordinário para a mudança do clima Luiz Alberto Figueiredo e do consultor ambiental, Fábio Feldmann.

“O que estamos fazendo com o meio ambiente? Quanto tempo ainda temos? Não temos mais tempo a perder o meio ambiente precisa de mais ações efetivas que promovam conscientização sobre a responsabilidade ambiental. Por essa que o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, tendo uma saudável tradição realiza hoje mais um importante evento para marcar o ciclo de reflexões em torno da Semana do Meio Ambiente”, disse.

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Augusto Costa

 

 

​Presidente do TCE-AM se reúne com ministro do STF para alinhar entendimento sobre prescrição

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A conselheira-presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Amazônia Lins, esteve em audiência, na terça-feira (4), com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, em Brasília. O objetivo da reunião foi alinhar o entendimento sobre a competência finalística da Corte de Contas sobre casos de prescrição de processos.

O encontro ocorreu na presença do Diretor Jurídico do TCE-AM, Rafael Albuquerque. Durante a audiência, a conselheira-presidente apresentou documentos relativos à Ação Direta de Inconstitucionalidade 7508, ajuizada pela Associação dos Tribunais de Contas (Atricon), que trata da Emenda Constitucional 132/2022, e que aborda a temática da prescrição no âmbito das Cortes de Contas.

O objetivo da reunião foi enfatizar a defesa da competência atribuída aos Tribunais de Contas. Pelo entendimento da gestão da Corte de Contas amazonense, a prescrição tem por objetivo exclusivo punir o gestor que cometeu irregularidade e ressarcir a gestão pública.

No entanto, nos processos relacionados às prestações de contas de prefeituras municipais, onde cabe ao TCE-AM apenas a emissão de parecer prévio para que as Câmaras decidam ou não punir os gestores, há o entendimento de que a análise não deve ser interrompida por prazos prescricionais.

 

 

Com informações do TCE-AM