Os senadores norte-americanos votarão nesta quarta-feira,25, um pacote de legislação bipartidária de 2 trilhões de dólares para aliviar o impacto econômico devastador da pandemia de coronavírus, esperando que ele se torne lei rapidamente.
Os principais assessores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (membro do partido Republicano), e republicanos e democratas seniores disseram que concordaram com o projeto de lei sem precedentes, depois de uma maratona de cinco dias de conversas.
“Vamos aprovar esta legislação ainda hoje”, disse o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, depois que o acordo foi anunciado nesta quarta-feira.
Não ficou claro com que rapidez o Congresso poderá obter o pacote para Trump assinar a lei.
O Senado deverá se reunir hoje à tarde para votar a matéria. A Câmara dos Deputados, controlada pelos democratas, provavelmente não agirá antes de quinta-feira.
O pacote incluirá um fundo de 500 bilhões de dólares para ajudar indústrias afetadas e uma quantia comparável para pagamentos diretos de até 3 mil dólares cada uma das milhões de famílias norte-americanas afetadas pelo impacto do coronavírus.
Também incluirá 350 bilhões de dólares para empréstimos a pequenas empresas, 250 bilhões de dólares para expandir o auxílio-desemprego e pelo menos 100 bilhões de dólares para hospitais e sistemas relacionados à saúde.
Os senadores norte-americanos votarão nesta quarta-feira,25, um pacote de legislação bipartidária de 2 trilhões de dólares para aliviar o impacto econômico devastador da pandemia de coronavírus, esperando que ele se torne lei rapidamente.
Os principais assessores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (membro do partido Republicano), e republicanos e democratas seniores disseram que concordaram com o projeto de lei sem precedentes, depois de uma maratona de cinco dias de conversas.
“Vamos aprovar esta legislação ainda hoje”, disse o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, depois que o acordo foi anunciado nesta quarta-feira.
Não ficou claro com que rapidez o Congresso poderá obter o pacote para Trump assinar a lei.
O Senado deverá se reunir hoje à tarde para votar a matéria. A Câmara dos Deputados, controlada pelos democratas, provavelmente não agirá antes de quinta-feira.
O pacote incluirá um fundo de 500 bilhões de dólares para ajudar indústrias afetadas e uma quantia comparável para pagamentos diretos de até 3 mil dólares cada uma das milhões de famílias norte-americanas afetadas pelo impacto do coronavírus.
Também incluirá 350 bilhões de dólares para empréstimos a pequenas empresas, 250 bilhões de dólares para expandir o auxílio-desemprego e pelo menos 100 bilhões de dólares para hospitais e sistemas relacionados à saúde.
Por unanimidade, os 24 deputados presentes à sessão plenária virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira, 25, aprovaram os projetos 108/2020, de autoria conjunta dos deputados Josué Neto (sem partido) e João Luiz (Repúblicanos), que proíbe que as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica realizem o corte do fornecimento residencial de seus serviços por falta de pagamento, em situações de extrema gravidade social, incluindo pandemias.
Também foi aprovado o projeto de lei nº 109/2020, de autoria conjunta de Josué Neto e João Luiz, que proíbe a majoração dos preços de álcool em gel, máscaras e luvas. As propostas fazem parte das matérias de lei emergenciais que a casa votou para combater e prevenir o avanço do coronavírus e evitar e evitar um maior impacto econômico no Estado devido ao plano de contingenciamento imposto pela Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM).
O pacote econômico do governo do Estado para garantir a manutenção de serviços essenciais ainda não entrou em votação na Aleam. Essa foi a segunda transmissão on-line da sessão desde que as atividades presenciais foram suspensas por causa Covid-19 que teve a participação dos 24 deputados.
Durante a votação o presidente da Aleam, Josué Neto (sem partido) agradeceu o apoio de todos os deputados que votaram a favor aos projetos 108/2020 e 109/2020 que beneficiam a população nesse período de pandemia de coronavírus.
Já o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado João Luiz, disse que esteve na concessionária Águas do Amazonas que está sensível nesse momento de crise, mas que pede à população que use com prudência a água nesse período em que a maioria das pessoas está em casa.
“A concessionária de água pediu para a população racionar a água uma vez que está todo mundo em casa e não desperdiçar para não faltar. A empresa está sensível a parcelar depois desse período de pandemia as contas. Entrei em contato também com o presidente da Amazonas Energia sobre os parcelamentos e as empresas estão sensíveis a esse projeto feito por vossa excelência que vai ajudar a população amazonense”, destacou o deputado.
A deputada Joana Darc (PL) disse que tem recebido muitas reclamações da Amazonas Energia e Águas de Manaus e que vai apresentar um projeto no sentido de evitar nesse período de pandemia cortes nas áreas de telefonia e internet.
“Sou favorável à medida. Tenho um requerimento pedindo informações de como as empresas estão agindo nesse momento. Também protocolei um projeto no sentindo dos cortes de telefonia e internet. Não é tão importante como água e energia, mas mediante esse momento de home Office este projeto poderá ser coletivo”, disse.
Críticas a Bolsonaro
O deputado Sinésio Campos (PT) criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo seu pronunciamento em rede nacional na noite de terça-feira, 24, quando disse que o coronavírus era uma “gripezinha”. “É bom que se diga isso não é uma briga política contra o presidente. Estamos pensando no país todo. Uma pessoa com o vírus contamina outras pessoas. Não adianta estarmos aqui votando temas de preservação da vida e o presidente que deveria dar exemplo presta um desserviço a nação. A fala dele merece de todos nós uma moção de repúdio”, cobrou o deputado.
Therezinha Ruiz (PSDB) também votou favorável aos projetos e disse que está preocupada com a população nesse momento de epidemia de um vírus mortal. “É importante a união de todos os poderes nesse momento e estaremos dando um grande passo em favor da população. Sou favorável a matéria”, concluiu.
Por unanimidade, os 24 deputados presentes à sessão plenária virtual da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira, 25, aprovaram os projetos 108/2020, de autoria conjunta dos deputados Josué Neto (sem partido) e João Luiz (Repúblicanos), que proíbe que as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica realizem o corte do fornecimento residencial de seus serviços por falta de pagamento, em situações de extrema gravidade social, incluindo pandemias.
Também foi aprovado o projeto de lei nº 109/2020, de autoria conjunta de Josué Neto e João Luiz, que proíbe a majoração dos preços de álcool em gel, máscaras e luvas. As propostas fazem parte das matérias de lei emergenciais que a casa votou para combater e prevenir o avanço do coronavírus e evitar e evitar um maior impacto econômico no Estado devido ao plano de contingenciamento imposto pela Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM).
O pacote econômico do governo do Estado para garantir a manutenção de serviços essenciais ainda não entrou em votação na Aleam. Essa foi a segunda transmissão on-line da sessão desde que as atividades presenciais foram suspensas por causa Covid-19 que teve a participação dos 24 deputados.
Durante a votação o presidente da Aleam, Josué Neto (sem partido) agradeceu o apoio de todos os deputados que votaram a favor aos projetos 108/2020 e 109/2020 que beneficiam a população nesse período de pandemia de coronavírus.
Já o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado João Luiz, disse que esteve na concessionária Águas do Amazonas que está sensível nesse momento de crise, mas que pede à população que use com prudência a água nesse período em que a maioria das pessoas está em casa.
“A concessionária de água pediu para a população racionar a água uma vez que está todo mundo em casa e não desperdiçar para não faltar. A empresa está sensível a parcelar depois desse período de pandemia as contas. Entrei em contato também com o presidente da Amazonas Energia sobre os parcelamentos e as empresas estão sensíveis a esse projeto feito por vossa excelência que vai ajudar a população amazonense”, destacou o deputado.
A deputada Joana Darc (PL) disse que tem recebido muitas reclamações da Amazonas Energia e Águas de Manaus e que vai apresentar um projeto no sentido de evitar nesse período de pandemia cortes nas áreas de telefonia e internet.
“Sou favorável à medida. Tenho um requerimento pedindo informações de como as empresas estão agindo nesse momento. Também protocolei um projeto no sentindo dos cortes de telefonia e internet. Não é tão importante como água e energia, mas mediante esse momento de home Office este projeto poderá ser coletivo”, disse.
Críticas a Bolsonaro
O deputado Sinésio Campos (PT) criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo seu pronunciamento em rede nacional na noite de terça-feira, 24, quando disse que o coronavírus era uma “gripezinha”. “É bom que se diga isso não é uma briga política contra o presidente. Estamos pensando no país todo. Uma pessoa com o vírus contamina outras pessoas. Não adianta estarmos aqui votando temas de preservação da vida e o presidente que deveria dar exemplo presta um desserviço a nação. A fala dele merece de todos nós uma moção de repúdio”, cobrou o deputado.
Therezinha Ruiz (PSDB) também votou favorável aos projetos e disse que está preocupada com a população nesse momento de epidemia de um vírus mortal. “É importante a união de todos os poderes nesse momento e estaremos dando um grande passo em favor da população. Sou favorável a matéria”, concluiu.
Em uma carta aberta enviada ao governo federal nesta terça-feira, 24, representantes da indústria do Amazonas e do Brasil sugeriram algumas medidas para salvar empregos, a renda e a produção de forma a aliviar os efeitos da pandemia do coronavírus (Covid-19) na economia.
O documento é assinado pelo presidente da Federação das Indústrias no Amazonas (Fieam), Antônio Silva; pelo presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Wilson Périco; pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge Nascimento e; pelo presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Marcos Fermanian.
Na carta, os representantes da indústria afirmam que a pandemia vem provocando desorganização na cadeia de produção global, com interrupção de suprimentos de bens e serviços e com consequente queda na confiança das famílias e empresas.
Os representantes da indústria explicam que estão considerando que o período mais crítico do surto do coronavírus no Brasil terá duração de 3 a 6 meses, entre março a agosto, e de que seus efeitos mais agudos sobre a economia seriam também de mesma duração.
Com esse entendimento, os representantes da indústria estão recomendando ao governo federal que busque parceria com o setor privado para produção de equipamentos médico-hospitalares e de medicamentos em larga escala, o suficiente, para fazer frente ao surto do coronavírus no Brasil, além de minimizar os efeitos adversos desta doença sobre a saúde pública e intensificar programa de compras governamentais em condições emergências destes produtos.
Os representantes da indústria pedem flexibilizações de legislações para efeitos de conformidade nas áreas trabalhistas, incluindo sobre o trabalho a distância (home-office), fast tracks em desembaraços aduaneiros e em registros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), suspensão temporária de multas tributárias e previdenciárias.
Nesta semana, o governo federal publicou a Medida Provisória nº 927, em 22 de março de 2020 que flexibiliza contratos de trabalho e salários nesta direção.
Para dirigentes, é necessário a suspensão da contribuição patronal sobre folha de salários (não recolhimento) por 120 dias e adiamento também por 120 dias de pagamento de pagamento de todos os tributos federais, incluindo contribuições previdenciárias, com o compromisso de não demissão neste período, com dispositivo de suspensão temporária do contrato de trabalho, e complementação de renda através do seguro desemprego de responsabilidade do governo federal.
Eles informaram, ainda, que estão cientes de que a política monetária está sob responsabilidade do Banco Central do Brasil “e por isso apenas manifestamos que não vemos sentido na manutenção da taxa de juros como instrumento de política para atingir metas de inflação ou mesmo para subsidiar na política cambial”.
Crédito
Os representantes da indústria recomendam também linha de crédito de capital de giro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em operação com o sistema financeiro nacional, a juros de 0,5% ao ano e IOF de 0%, com carência de 2 (dois) anos e pagamento em 5 (cinco) anos; programa até 31/06/2020.
“Empresas que tomarem esse empréstimo tem o compromisso de não demitir. Caso demitam no período, será cobrada taxa de juros Selic mais spreads, fixados pelos agentes financeiros”, informa a carta.
Em uma carta aberta enviada ao governo federal nesta terça-feira, 24, representantes da indústria do Amazonas e do Brasil sugeriram algumas medidas para salvar empregos, a renda e a produção de forma a aliviar os efeitos da pandemia do coronavírus (Covid-19) na economia.
O documento é assinado pelo presidente da Federação das Indústrias no Amazonas (Fieam), Antônio Silva; pelo presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Wilson Périco; pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge Nascimento e; pelo presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Marcos Fermanian.
Na carta, os representantes da indústria afirmam que a pandemia vem provocando desorganização na cadeia de produção global, com interrupção de suprimentos de bens e serviços e com consequente queda na confiança das famílias e empresas.
Os representantes da indústria explicam que estão considerando que o período mais crítico do surto do coronavírus no Brasil terá duração de 3 a 6 meses, entre março a agosto, e de que seus efeitos mais agudos sobre a economia seriam também de mesma duração.
Com esse entendimento, os representantes da indústria estão recomendando ao governo federal que busque parceria com o setor privado para produção de equipamentos médico-hospitalares e de medicamentos em larga escala, o suficiente, para fazer frente ao surto do coronavírus no Brasil, além de minimizar os efeitos adversos desta doença sobre a saúde pública e intensificar programa de compras governamentais em condições emergências destes produtos.
Os representantes da indústria pedem flexibilizações de legislações para efeitos de conformidade nas áreas trabalhistas, incluindo sobre o trabalho a distância (home-office), fast tracks em desembaraços aduaneiros e em registros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), suspensão temporária de multas tributárias e previdenciárias.
Nesta semana, o governo federal publicou a Medida Provisória nº 927, em 22 de março de 2020 que flexibiliza contratos de trabalho e salários nesta direção.
Para dirigentes, é necessário a suspensão da contribuição patronal sobre folha de salários (não recolhimento) por 120 dias e adiamento também por 120 dias de pagamento de pagamento de todos os tributos federais, incluindo contribuições previdenciárias, com o compromisso de não demissão neste período, com dispositivo de suspensão temporária do contrato de trabalho, e complementação de renda através do seguro desemprego de responsabilidade do governo federal.
Eles informaram, ainda, que estão cientes de que a política monetária está sob responsabilidade do Banco Central do Brasil “e por isso apenas manifestamos que não vemos sentido na manutenção da taxa de juros como instrumento de política para atingir metas de inflação ou mesmo para subsidiar na política cambial”.
Crédito
Os representantes da indústria recomendam também linha de crédito de capital de giro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em operação com o sistema financeiro nacional, a juros de 0,5% ao ano e IOF de 0%, com carência de 2 (dois) anos e pagamento em 5 (cinco) anos; programa até 31/06/2020.
“Empresas que tomarem esse empréstimo tem o compromisso de não demitir. Caso demitam no período, será cobrada taxa de juros Selic mais spreads, fixados pelos agentes financeiros”, informa a carta.
O setor de componentes eletrônicos, que empregam diretamente mais de 10 mil funcionários em empresas instaladas dentro e fora do Polo Industrial de Manaus (PIM), será o próximo a suspender suas atividades com o objetivo de conter a propagação do contagio pelo coronavírus (Covid-19). A informação é do presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo.
“Acredito que a partir de segunda-feira, deverá ter muito mais empresas que devem seguir a mesma medida de suspender as atividades”, disse o dirigente.
Segundo ele, as empresas deste segmento estão espalhadas tanto no Distrito Industrial, quando fora dele. “Tem a parte de ferramentaria, de empresas de embalagens e diversas outras. Nestas empresas juntas, acredito que geram mais de 10 mil empregos”, disse Azevedo.
Medidas
A ex-superintendente da Suframa e executiva da GBR Componentes da Amazônia, Rebecca Garcia, informou que desde a semana passada foi tomada a medida de afastar os funcionários com mais de 60 anos e de grupo de risco para trabalharem em casa no sistema home office, além de diminuir o contingente na área de produção.
“Como nos antecipamos, conseguimos garantir as máscaras de proteção N95. Já na última segunda-feira reduzimos o contingente administrativo em aproximadamente 70%. Qualquer funcionário que apresente qualquer sintoma de resfriado está orientado a não vir ao trabalho. E por aqui seguimos aguardando as orientações oficiais em relação à indústria. Na concessionária atendimento só pela internet”, ressaltou Rebecca Garcia.
O setor de componentes eletrônicos, que empregam diretamente mais de 10 mil funcionários em empresas instaladas dentro e fora do Polo Industrial de Manaus (PIM), será o próximo a suspender suas atividades com o objetivo de conter a propagação do contagio pelo coronavírus (Covid-19). A informação é do presidente em exercício da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo.
“Acredito que a partir de segunda-feira, deverá ter muito mais empresas que devem seguir a mesma medida de suspender as atividades”, disse o dirigente.
Segundo ele, as empresas deste segmento estão espalhadas tanto no Distrito Industrial, quando fora dele. “Tem a parte de ferramentaria, de empresas de embalagens e diversas outras. Nestas empresas juntas, acredito que geram mais de 10 mil empregos”, disse Azevedo.
Medidas
A ex-superintendente da Suframa e executiva da GBR Componentes da Amazônia, Rebecca Garcia, informou que desde a semana passada foi tomada a medida de afastar os funcionários com mais de 60 anos e de grupo de risco para trabalharem em casa no sistema home office, além de diminuir o contingente na área de produção.
“Como nos antecipamos, conseguimos garantir as máscaras de proteção N95. Já na última segunda-feira reduzimos o contingente administrativo em aproximadamente 70%. Qualquer funcionário que apresente qualquer sintoma de resfriado está orientado a não vir ao trabalho. E por aqui seguimos aguardando as orientações oficiais em relação à indústria. Na concessionária atendimento só pela internet”, ressaltou Rebecca Garcia.
A eleição 2020 é municipal, para prefeito e vereador, mas os 24 deputados estaduais que representam o povo na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), não querem ficar de fora do pleito e irão participar, direta e indiretamente, seja como candidatos a prefeito em Manaus, no interior, ou mesmo fortalecendo seus partidos para um maior protagonismo no resultado final da disputa.
Os deputados Fausto Júnior (PV), Felipe Souza (Patriota), Sinésio Campos (PT) já confirmaram que são pré-candidatos à Prefeitura de Manaus. Ricardo Nicolau costura nos bastidores se viabilizar como o nome do PSD para disputar a cadeira de prefeito da capital amazonense.
Ricardo Nicolau corre por fora para vencer disputa interna para ser candidato a prefeito pelo PSD
Ensaiam entrar neste certame Serafim Corrêa (PSB), Therezinha Ruiz (PSDB), Alessandra Campelo (MDB), Joana Darc (PL) e Álvaro Campelo (PP), que estão com os nomes à disposição dos seus partidos. Serafim, por exemplo, já manteve conversas com o pré-candidato José Ricardo, do PT, numa possível dobradinha entre os dois em que o parlamentar viria como vice do petista, mas a conversa ainda não finalizou.
O presidente da Aleam, deputado Josué Neto (sem partido) depois de não conseguir a regulamentação do partido Aliança Pelo Brasil do presidente Jair Bolsonaro e afiliação no PTB, avalia novas siglas parar se filiar e poder entrar no pleito. O parlamentar vem alimentando o sonho, desde 2019, de disputar a Prefeitura de Manaus.
Candidatura feminina
Novata na Assembleia Legislativa e, com a experiência de 2 anos de mandato como vereadora na Câmara Municipal de Manaus (CMM), Joana Darc defende uma candidatura majoritária feminina nestas eleições. Ela afirmou ao O Poder que seu nome está à disposição do partido, que também trabalha o nome de Alfredo Nascimento, presidente regional do PL e pré-candidato a prefeito de Manaus.
“Precisamos ter alguém preparado para resolver todos esses problemas como o transporte coletivo. Estou focada no meu trabalho na Aleam, mas se em algum momento aparecer a oportunidade, agora ou no futuro, a gente conversa. Desde que eu entrei na política sempre fiz o apelo que deveríamos ter uma chapa feminina ‘cor de rosa’ porque a mulher hoje sempre é vista como vice. Acho que poderíamos ter nesse processo uma candidatura feminina, embora não esteja dizendo que seja o meu nome ou de qualquer outra pessoa”, afirmou.
Sinésio Campos é pré-candidato a prefeito de Manaus pelo PT
“Temo muita vontade de acertar mais que errar. Faremos uma gestão democrática, popular e participativa. Entendo que ninguém governa sozinho. O diálogo tem que ser permanente com a sociedade. Manaus hoje está no centro do debate econômico do Amazonas”, disse.
O deputado acrescentou que Manaus é o centro da Região Metropolitana tem um modelo industrial e econômico que sustenta a base econômica do Amazonas. “A Zona Franca corre iminente risco de ter prejuízo na economia do nosso Estado. Temos que pensar numa matriz econômica que possa gerar emprego, renda e oportunidade”, acrescentou.
O saneamento básico de Manaus deficiente também foi outro ponto citado por Sinésio, que criticou o fato da cidade não ter um aterro sanitário. “O momento é de caminharmos determinados com a classe política, econômica e empresarial, a população e os bairros carentes de políticas públicas voltada para melhorar a sua condição de vida, dentre elas a melhoria e novos investimentos na construção de creches e Unidades Básicas de Saúde”, ponderou.
Para o pré-candidato, primeiro tem-se que construir um governo que possa dialogar e radicalizar a democracia no sentido original da palavra, pois a “sociedade não dever ser chamada apenas para a escolha dos seus representantes, mas buscar nos quatro anos o compartilhamento do poder político, econômico e social”.
Candidatos no interior
Enquanto uma parte dos deputados estaduais focam suas forças na disputa pela cadeira de Arthur Neto (PSDB), outros buscam o protagonismo em prefeituras do interior, a exemplo de Cabo Maciel (PL) e Augusto Ferraz (DEM).
Cabo Maciel é pré-candidato à Prefeitura de Itacoatiara. Já Augusto Ferraz se mobiliza para disputar a eleição à Prefeitura de Iranduba.
“Hoje estou na condição de pré-candidato. Mas se realmente confirmar minha candidatura ao município de Iranduba, estarei pronto para apresentar a minha capacidade como gestor. Venho da iniciativa privada, gostaria muito de trabalhar da mesma forma na administração pública com metas e resultados. Iranduba tem um grande potencial no setor primário e turismo”, disse Ferraz.
Bastidores
Há ainda aqueles deputados que vão atuar como coordenadores e orientadores de seus candidatos, seja na capital, seja no interior.
São os casos de Wilker Barreto (Podemos), que vai colocar todo o partido à disposição de Amazonino Mendes, mais novo filiado da sigla e a estrela da legenda para disputar a eleição à Prefeitura de Manaus; e Saullo Vianna (PTB), que vai focar seus esforços para que o partido eleja o maior número de prefeitos no interior e, também tenha protagonismo na capital. Ele descarta seu nome à Prefeitura de Parintins, sua base política.
Além de Manaus, Wilker Barreto garante que o Podemos terá candidato próprio a prefeito em 22 municípios do Amazonas. “O Podemos terá candidato. O Podemos é um partido orgânico presente em 51 cidades do interior com 22 pré-candidaturas a prefeito em andamento e em Manaus. É um partido de posições firmes nas decisões nacionais”, afirmou.
Os deputados João Luiz (PRB), Delegado Péricles (PSL) e Abdala Fraxe (Podemos) também vão atuar no fortalecimento de suas siglas.
A eleição 2020 é municipal, para prefeito e vereador, mas os 24 deputados estaduais que representam o povo na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), não querem ficar de fora do pleito e irão participar, direta e indiretamente, seja como candidatos a prefeito em Manaus, no interior, ou mesmo fortalecendo seus partidos para um maior protagonismo no resultado final da disputa.
Os deputados Fausto Júnior (PV), Felipe Souza (Patriota), Sinésio Campos (PT) já confirmaram que são pré-candidatos à Prefeitura de Manaus. Ricardo Nicolau costura nos bastidores se viabilizar como o nome do PSD para disputar a cadeira de prefeito da capital amazonense.
Ricardo Nicolau corre por fora para vencer disputa interna para ser candidato a prefeito pelo PSD
Ensaiam entrar neste certame Serafim Corrêa (PSB), Therezinha Ruiz (PSDB), Alessandra Campelo (MDB), Joana Darc (PL) e Álvaro Campelo (PP), que estão com os nomes à disposição dos seus partidos. Serafim, por exemplo, já manteve conversas com o pré-candidato José Ricardo, do PT, numa possível dobradinha entre os dois em que o parlamentar viria como vice do petista, mas a conversa ainda não finalizou.
O presidente da Aleam, deputado Josué Neto (sem partido) depois de não conseguir a regulamentação do partido Aliança Pelo Brasil do presidente Jair Bolsonaro e afiliação no PTB, avalia novas siglas parar se filiar e poder entrar no pleito. O parlamentar vem alimentando o sonho, desde 2019, de disputar a Prefeitura de Manaus.
Candidatura feminina
Novata na Assembleia Legislativa e, com a experiência de 2 anos de mandato como vereadora na Câmara Municipal de Manaus (CMM), Joana Darc defende uma candidatura majoritária feminina nestas eleições. Ela afirmou ao O Poder que seu nome está à disposição do partido, que também trabalha o nome de Alfredo Nascimento, presidente regional do PL e pré-candidato a prefeito de Manaus.
“Precisamos ter alguém preparado para resolver todos esses problemas como o transporte coletivo. Estou focada no meu trabalho na Aleam, mas se em algum momento aparecer a oportunidade, agora ou no futuro, a gente conversa. Desde que eu entrei na política sempre fiz o apelo que deveríamos ter uma chapa feminina ‘cor de rosa’ porque a mulher hoje sempre é vista como vice. Acho que poderíamos ter nesse processo uma candidatura feminina, embora não esteja dizendo que seja o meu nome ou de qualquer outra pessoa”, afirmou.
Sinésio Campos é pré-candidato a prefeito de Manaus pelo PT
“Temo muita vontade de acertar mais que errar. Faremos uma gestão democrática, popular e participativa. Entendo que ninguém governa sozinho. O diálogo tem que ser permanente com a sociedade. Manaus hoje está no centro do debate econômico do Amazonas”, disse.
O deputado acrescentou que Manaus é o centro da Região Metropolitana tem um modelo industrial e econômico que sustenta a base econômica do Amazonas. “A Zona Franca corre iminente risco de ter prejuízo na economia do nosso Estado. Temos que pensar numa matriz econômica que possa gerar emprego, renda e oportunidade”, acrescentou.
O saneamento básico de Manaus deficiente também foi outro ponto citado por Sinésio, que criticou o fato da cidade não ter um aterro sanitário. “O momento é de caminharmos determinados com a classe política, econômica e empresarial, a população e os bairros carentes de políticas públicas voltada para melhorar a sua condição de vida, dentre elas a melhoria e novos investimentos na construção de creches e Unidades Básicas de Saúde”, ponderou.
Para o pré-candidato, primeiro tem-se que construir um governo que possa dialogar e radicalizar a democracia no sentido original da palavra, pois a “sociedade não dever ser chamada apenas para a escolha dos seus representantes, mas buscar nos quatro anos o compartilhamento do poder político, econômico e social”.
Candidatos no interior
Enquanto uma parte dos deputados estaduais focam suas forças na disputa pela cadeira de Arthur Neto (PSDB), outros buscam o protagonismo em prefeituras do interior, a exemplo de Cabo Maciel (PL) e Augusto Ferraz (DEM).
Cabo Maciel é pré-candidato à Prefeitura de Itacoatiara. Já Augusto Ferraz se mobiliza para disputar a eleição à Prefeitura de Iranduba.
“Hoje estou na condição de pré-candidato. Mas se realmente confirmar minha candidatura ao município de Iranduba, estarei pronto para apresentar a minha capacidade como gestor. Venho da iniciativa privada, gostaria muito de trabalhar da mesma forma na administração pública com metas e resultados. Iranduba tem um grande potencial no setor primário e turismo”, disse Ferraz.
Bastidores
Há ainda aqueles deputados que vão atuar como coordenadores e orientadores de seus candidatos, seja na capital, seja no interior.
São os casos de Wilker Barreto (Podemos), que vai colocar todo o partido à disposição de Amazonino Mendes, mais novo filiado da sigla e a estrela da legenda para disputar a eleição à Prefeitura de Manaus; e Saullo Vianna (PTB), que vai focar seus esforços para que o partido eleja o maior número de prefeitos no interior e, também tenha protagonismo na capital. Ele descarta seu nome à Prefeitura de Parintins, sua base política.
Além de Manaus, Wilker Barreto garante que o Podemos terá candidato próprio a prefeito em 22 municípios do Amazonas. “O Podemos terá candidato. O Podemos é um partido orgânico presente em 51 cidades do interior com 22 pré-candidaturas a prefeito em andamento e em Manaus. É um partido de posições firmes nas decisões nacionais”, afirmou.
Os deputados João Luiz (PRB), Delegado Péricles (PSL) e Abdala Fraxe (Podemos) também vão atuar no fortalecimento de suas siglas.