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Pacheco entra em campo para salvar mandato de Moro no TSE

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Com o julgamento de uma ação que pode levar à cassação de seu mandato marcado para quinta-feira, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) contou com uma ajuda de peso em favor de sua absolvição pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Quem entrou em campo junto à Corte foi o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que conversou com os integrantes do tribunal para defender a manutenção do mandato do ex-juiz da Lava-Jato.

O GLOBO apurou que Pacheco conversou com o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, e demais ministros sobre a importância de se preservar a vontade dos eleitores que elegeram o parlamentar. Além disso, apontou para um desgaste que ocorreria caso houvesse a cassação.

A conversa de Pacheco com o TSE ocorreu na mesma semana em que outro senador estava em vias de ter seu destino decidido pela Corte: o bolsonarista Jorge Seif (PL-SC), por quem também trabalhou nos bastidores. O julgamento do caso de Seif acabou suspenso depois que o relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, pediu novas diligências.

No TSE, de forma reservada, os argumentos de Pacheco também são vistos como um aceno ao Judiciário, após o Senado avançar com pautas que miravam a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nos bastidores, contudo, há a aposta de que o julgamento de Moro não tenha um desfecho tão rápido quanto sua inclusão em pauta — depois de ser remetido para o TSE, o processo foi pautado dentro de uma semana. A avaliação de alguns ministros é que talvez possa haver, nos moldes do que ocorreu no caso Seif, a adoção de um caminho que passe pela produção de novas provas.

Nesta quinta-feira, quando o julgamento for iniciado, será feita a leitura do relatório por Floriano Marques, além das sustentações orais das duas partes e a leitura do parecer do Ministério Público Eleitotal (MPE), que foi contrário à cassação do senador. A conclusão do órgão é de que não há “prova clara e convincente” de que Moro infringiu as regras eleitorais.

Absolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), Moro é acusado pelo PT e pelo PL de abuso de poder econômico e uso de caixa dois durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

 

Da Redação com informações de O Globo

Foto: Divulgação

RR: Assembleia apresenta PL para saber aplicação do empréstimo de Denarium

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A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) apresentou projeto para alterar a lei que autorizou o Governo do Estado a fazer o empréstimo de R$ 805 milhões. A proposta inclui na lei o plano original que prevê como o dinheiro deve ser usado. É que no texto sancionado pelo governador Antonio Denarium (Progressistas) em outubro de 2023, não consta detalhes sobre a aplicação do valor.

Na proposta, protocolada pelo deputado Soldado Sampaio (Republicanos), ele destaca que quando a Comissão Especial foi criada para analisar o pedido do Governo, o vice-governador Edilson Damião (Republicanos), apresentou um documento com a descrição dos investimentos. Por outro lado, o Estado publicou um decreto destinando os recursos do empréstimo para outras finalidades.

No mês passado o assunto já havia sido debatido na Assembleia Legislativa. Os deputados até tentaram revogar a lei. Em um pedido feito pelos deputados Renato Silva e Soldado Sampaio, os parlamentares afirmaram que o governador Denarium violou os princípios da boa-fé e da transparência administrativa.

Em coletiva de imprensa, o deputado Sampaio citou, por exemplo, a diferença nos valores que seriam destinados à Saúde e à Agricultura.

Empréstimo

A lei que autorizou o empréstimo de R$ 805 milhões foi aprovada pelos deputados estaduais em outubro do ano passado e sancionada logo em seguida.

Em discussão realizada à época, o deputado Coronel Chagas, líder do Governo na Assembleia, alegou que o Estado possuía um plano para gastar o dinheiro. Ele citou, por exemplo, a recuperação do Parque Anauá, (orçada em R$ 100 milhões), a conclusão da Maternidade (mais de R$ 30 milhões) e conclusão do prédio do Departamento de Trânsito de Roraima (R$ 11 milhões).

O parlamentar ainda destacou a construção do prédio do Tribunal de Contas de Roraima (TCE-RR), para o qual o Governo pretende repassar R$ 80 milhões. E ainda a aquisição de uma aeronave para o estado. No entanto, nenhuma dessas Informações constavam no projeto enviado para a Assembleia.

Ainda assim, Denarium pediu urgência na tramitação da proposta. Ele justificou que o Estado enfrenta desafios relacionados às despesas públicas. E que por conta dos recursos limitados, existia necessidade de buscar fontes de recursos alternativas.

Mas além de estar com pendências junto a Receita Federal, o Estado ficou impedido de fazer o empréstimo por ultrapassar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Decreto

Ainda em outubro, em uma tentativa de se regularizar, o Governo publicou um decreto com um plano de ajuste fiscal para conter gastos. Entre as medidas adotadas estavam:

  • Proibição de realizar qualquer aumento, reajuste ou adequação de salários de servidores;
  • Criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa;
  • Alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa.

Mesmo após diversas medidas adotadas, o tesouro nacional negou o empréstimo e o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em liminar, o ministro André Mendonça suspendeu um dos impedimentos, mas até o momento, o Governo não conseguiu o dinheiro.

Conforme a lei, o empréstimo de R$ 800 milhões será feito por meio do programa de financiamento do setor público, com garantia da União. Pelas regras, o Governo poderá parcelar a dívida em até 120 meses, ou seja, a conta pode se estender pelas próximas três gestões.

 

 

Com informações do Roraima Em Tempo

Bancada amazonense trata com Alckmin setor de plásticos da ZFM

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A bancada amazonense esteve reunida com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente, Geraldo Alckmin, para tratar sobre o setor de plástico na Zona Franca de Manaus (ZFM), entre outros assuntos. O encontro aconteceu nessa terça-feira, 14, em Brasília (DF) e contou com a presença do senador Omar Aziz, dos deputados federais Pauderney Avelino e Saullo Vianna e do economista Farid Mendonça. 

A pauta da reunião consistiu em discutir a segurança jurídica do setor de plástico, manter a competitividade e os empregos dos amazonenses no setor de PPB resina plástica; o reajuste da alíquota do IPI relativo aos produtos que são fabricados na ZFM e que foram drasticamente alterados pelo Governo Federal anterior; a necessidade de reequilibrar o peso ponderado de determinados itens do PPB, como o PPB celular por pontos, de modo a incentivar a produção de componentes que gerem uma quantidade maior de empregos no Polo Industrial de Manaus e a regulamentação por meio de Decreto da Lei do PPB em 120 dias, que apesar de já ser lei desde dezembro de 2023, falta a regulamentação para ser efetivado e destravar novos investimentos na Zona Franca de Manaus. Além disso, foi pedido a abertura da mesa de negociação para o reajuste dos servidores da Suframa. 

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

Jair Souto vai gastar mais de R$ 1,3 milhão com iluminação pública para Manaquiri

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A Prefeitura de Manaquiri vai gastar R$ 1.369.898,20 com iluminação pública. O acordo está publicado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas, com assinatura do prefeito Jair Souto.

De acordo com o documento, o montante vai custear serviços de instalação e manutenção de iluminação de LED em vias públicas de Manaquiri. A responsável pelos trabalhos será a J. L. Galvão Gonçalves – EPP.

De CNPJ 10.679.901/0001-05, a empresa atua, principalmente, com serviços de engenharia e é mais conhecida como Galgon Construções e Projetos. A sede fica em Manaus.

 

 

Da Redação

MPAM vai acompanhar qualidade da água em Fonte Boa

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um Procedimento Administrativo para acompanhar as condições da qualidade da água em Fonte Boa (a 678 quilômetros de Manaus). O documento foi publicado na edição da última segunda-feira, 13, do diário oficial do órgão. Veja: 

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Divulgação

Sem improbidade, ressarcimento por dano ao erário prescreve em cinco anos

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A pretensão de ressarcimento por dano causado ao erário só é imprescritível se decorrer de um ato de improbidade. Sem esse caráter, o prazo para ajuizamento é de cinco anos.

Com esse entendimento, a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou provimento a um pedido do Ministério Público Federal em ação ajuizada contra Valderês Maria Couto de Melo, ex-prefeita de Passagem Franca (MA).

Segundo o MPF, a prefeita praticou irregularidades em um convênio firmado com o estado para a reforma de uma escola e apresentou a prestação de contas dos recursos recebidos fora do prazo legal.

A transferência dos valores ocorreu em dezembro de 1998. Já a ação civil pública de ressarcimento de danos somente foi ajuizada em setembro de 2007.

Prescrição reconhecida

A sentença de primeira instância reconheceu a prescrição de cinco anos, mas o Tribunal de Justiça do Maranhão a afastou. No STJ, o ministro Napoleão Nunes Maia monocraticamente restabeleceu a decisão. O MPF, então, interpôs agravo, mas a 1ª Turma confirmou a posição do magistrado.

Como Nunes Maia se aposentou em 2020, a relatoria ficou com o ministro Paulo Sérgio Domingues, que observou que não há qualquer vinculação no caso a acusação de improbidade administrativa praticada pela prefeita.

Com isso, não se aplica o entendimento sobre o tema fixado pelo Supremo Tribunal Federal, que em 2018 decidiu que ações de ressarcimento ao erário por improbidade administrativa são imprescritíveis.

“A imprescritibilidade da ação de ressarcimento do dano depende do reconhecimento do ato de improbidade que o originou, em ação própria. Inexistindo tal declaração do caráter de improbidade administrativa do ilícito causador do dano, a prescrição incidirá conforme as regras ordinárias relativas à matéria”, disse Domingues, citando a jurisprudência. A votação foi unânime.

 

Da Redação com informações de Conjur

Foto: Divulgação

MPAM acompanha situação da Amazonas Energia no STF

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STF medidores de energia

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) vai acompanhar o andamento da ADI 7225 no Supremo Tribunal Federal (STF). O Extrato da Promotoria foi publicado no diário do órgão dessa segunda-feira, 13,  e é assinado pela promotora de Justiça Sheyla Andrade dos Santos. 

O STF deve analisar a possível inconstitucionalidade da lei estadual que proibiu a instalação do Sistema de Medição Central (SMC), os chamados medidores aéreos.  O Projeto de Lei nº 267/2022 foi aprovado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) em junho de 2022 mas foi suspenso pela Corte Suprema em outubro do mesmo ano sob a alegação de invasão de competência.

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

Alberto Neto fala que show de Joelma prejudicou evento de Bolsonaro

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Depois de 11 dias da vinda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a Manaus, quando número pequeno de apoiadores presentes na Arena Amadeu Teixeira frustrou as expectativas dos organizadores, o pré-candidato a prefeito de Manaus, deputado federal Alberto Neto (PL-AM), afirmou para a jornalista Rosiene Carvalho que a culpa para a baixa presença do público foi o show da cantora Joelma. A apresentação aconteceu no mesmo dia da visita de Bolsonaro.

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, Rosiene Carvalho, confirma que o deputado federal explicou a ela que, numa sexta-feira, com show da cantora Joelma bem ao lado, os outros pré-candidatos não conseguiram reunir tanta gente.

“Perguntei ao Alberto Neto o que ele achava a esse respeito e ele deu uma explicação que eu acho que é importante a gente compartilhar e alguns argumentos tem muito sentido a meu ver. Que era uma sexta-feira e era complexo reunir com show da Joelma bem ao lado e ele diz que essa circunstâncias os outros pré-candidatos em circunstâncias diferentes não conseguiram reunir tanta gente. E ninguém consegue reunir aquela quantidade de gente que Bolsonaro reuniu”, afirmou.

A jornalista disse que, segundo Alberto Neto, o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante ), e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade (União Brasil), quando conseguem reunir muita gente em seus eventos são pessoas que possuem cargos comissionados.

O Portal O Poder entrou em contato com a assessoria de imprensa do deputado Alberto Neto via aplicativo de mensagem, mas não obteve resposta, até a publicação desta matéria.

 

 

Da Redação

Ilustração: Neto Ribeiro

Um dos prefeitos mais festeiros do interior luta para pagar menos impostos

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Em Brasília, para participar de um evento no Senado, o prefeito de Rio Preto da Eva e presidente da Associação Amazonense dos Municípios do Amazonas (AAM), Anderson Sousa, busca pagar menos impostos com a Desoneração Fiscal e a Estabilidade Orçamentária. No entanto, Sousa é um dos prefeitos mais festeiros do interior do Amazonas.

Um exemplo é que, mesmo com orçamento limitado, o gestor não deixa de fazer grandes eventos em Rio Preto da Eva. O Réveillon aconteceu normalmente. Muitos dos artistas que foram contratados para a virada de ano na praia da Ponta Negra, em Manaus, passaram pelo palco de Rio Preto da Eva.

O prefeito ainda costuma realizar grandes eventos para “impulsionar” economia do município. Os mais tradicionais são a Festa da Laranja e a Marcha Para Jesus, que reúnem moradores locais e turistas.

No Senado, Anderson Sousa fez seu discurso pedindo para pagar menos impostos. O gestor questiona os pisos salariais de professores, enfermeiros, agentes de Saúde, entre outros, mesmo gastando com festas na cidade.

 

 

Da Redação

TCE-AM admite Representação contra empréstimo da prefeitura de Manaus

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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por intermédio do Processo nº 12936/2024, acatou Representação movida pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas). Há denúncia com pedido de Medida Cautelar interposta em desfavor da Prefeitura de Manaus.

O processo vai investigar possíveis irregularidades da contratação de operação de crédito, fruto da autorização legislativa da Lei Municipal nº 3220/2023, no valor de R$ 580 milhões, firmada com o Banco do Brasil.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução