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Mesmo favorito na pesquisa Pontual, rejeição de Amazonino é de 12,1%

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Amazonino recebe, mensalmente, R$ 35 mil de pensão especial (Foto: Divulgação)

A pesquisa eleitoral do Instituto Pontual divulgada nesta sexta-feira, 13, em que aponta Amazonino Mendes (sem partido) como favorito para a eleição em Manaus, apresentou também um alto índice de rejeição do possível candidato, uma desvantagem quando comparado ao seu principal adversário no pleito, o ex-deputado estadual David Almeida (Avante).

Conforme os números da pesquisa, o nome do ex-governador foi rejeitado por 12,1% dos entrevistados, mesmo liderando a pesquisa com 29,2% dos votos. Já David Almeida, segundo colocado na sondagem de votos, com 14,8%, apresentou uma das mais baixas taxas de rejeição: apenas 1,2%.

Esse mesmo percentual, 1,2% de rejeição, também foi o apresentado por José Ricardo, deputado federal e pré-candidato a prefeito de Manaus pelo PT, na pesquisa Pontual.

Liderando o índice de rejeição aparecem em primeiro e segundo lugar, respectivamente, a ex-senadora Vanessa Grazziotin, com 17%, e o ex-deputado federal Alfredo Nascimento, com 13,6%.

Essa é a primeira pesquisa do Instituto Pontual de 2020 para prefeito de Manaus, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em que entrevistou 1066 pessoas nas quatros zonas da cidade de Manaus entre os dias 2 e 11 deste mês.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Mesmo favorito na pesquisa Pontual, rejeição de Amazonino é de 12,1%

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Amazonino recebe, mensalmente, R$ 35 mil de pensão especial (Foto: Divulgação)

A pesquisa eleitoral do Instituto Pontual divulgada nesta sexta-feira, 13, em que aponta Amazonino Mendes (sem partido) como favorito para a eleição em Manaus, apresentou também um alto índice de rejeição do possível candidato, uma desvantagem quando comparado ao seu principal adversário no pleito, o ex-deputado estadual David Almeida (Avante).

Conforme os números da pesquisa, o nome do ex-governador foi rejeitado por 12,1% dos entrevistados, mesmo liderando a pesquisa com 29,2% dos votos. Já David Almeida, segundo colocado na sondagem de votos, com 14,8%, apresentou uma das mais baixas taxas de rejeição: apenas 1,2%.

Esse mesmo percentual, 1,2% de rejeição, também foi o apresentado por José Ricardo, deputado federal e pré-candidato a prefeito de Manaus pelo PT, na pesquisa Pontual.

Liderando o índice de rejeição aparecem em primeiro e segundo lugar, respectivamente, a ex-senadora Vanessa Grazziotin, com 17%, e o ex-deputado federal Alfredo Nascimento, com 13,6%.

Essa é a primeira pesquisa do Instituto Pontual de 2020 para prefeito de Manaus, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em que entrevistou 1066 pessoas nas quatros zonas da cidade de Manaus entre os dias 2 e 11 deste mês.

 

Ericles Albuquerque, para O Poder

Foto: Divulgação

Maia e Alcolumbre criticam Bolsonaro por participar e incentivar ato: ‘é um atentado à saúde’

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Brasília – Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (AP), ambos do DEM, criticaram, em posts no Twitter, a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nos atos contra o Congresso Nacional, na tarde deste domingo, 15, contrariando as recomendações de autoridades de saúde, inclusive do Ministério da Saúde de seu governo, para que as pessoas não participem de aglomerações para evitar a proliferação do novo coronavírus. O país já tem 200 casos confirmados.

Bolsonaro compareceu em um protesto realizado em Brasília, e cumprimentou manifestantes, além de fazer selfies, apesar de anteriormente ter recomendado o adiamento das manifestações, por causa da pandemia do coronavírus.

Após os atos, Rodrigo Maia escreveu que “o presidente da República deveria estar no Palácio (do Planalto) coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país.”

Maia disse ainda que há um esforço global para conter o coronavírus. “Contudo, o Presidente da República ignora e desautoriza o seu ministério da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas”, completou.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre também fez críticas a Bolsonaro. Disse que com uma pandemia de coronavírus fechando fronteiras de países e assustando o mundo, “é consequente [sic] estimular a aglomeração de pessoas nas ruas”.

Alcolumbre também criticou os atos contra o Congresso Nacional. “Convidar para agir contra os Poderes é confrontar com a Democracia”, disse o senador.

Veja os posts:

 

 

Izael Pereira, de Brasília para o Poder

Foto: Reprodução

Maia e Alcolumbre criticam Bolsonaro por participar e incentivar ato: ‘é um atentado à saúde’

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Brasília – Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (AP), ambos do DEM, criticaram, em posts no Twitter, a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nos atos contra o Congresso Nacional, na tarde deste domingo, 15, contrariando as recomendações de autoridades de saúde, inclusive do Ministério da Saúde de seu governo, para que as pessoas não participem de aglomerações para evitar a proliferação do novo coronavírus. O país já tem 200 casos confirmados.

Bolsonaro compareceu em um protesto realizado em Brasília, e cumprimentou manifestantes, além de fazer selfies, apesar de anteriormente ter recomendado o adiamento das manifestações, por causa da pandemia do coronavírus.

Após os atos, Rodrigo Maia escreveu que “o presidente da República deveria estar no Palácio (do Planalto) coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país.”

Maia disse ainda que há um esforço global para conter o coronavírus. “Contudo, o Presidente da República ignora e desautoriza o seu ministério da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas”, completou.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre também fez críticas a Bolsonaro. Disse que com uma pandemia de coronavírus fechando fronteiras de países e assustando o mundo, “é consequente [sic] estimular a aglomeração de pessoas nas ruas”.

Alcolumbre também criticou os atos contra o Congresso Nacional. “Convidar para agir contra os Poderes é confrontar com a Democracia”, disse o senador.

Veja os posts:

 

 

Izael Pereira, de Brasília para o Poder

Foto: Reprodução

Políticos e apoiadores de Bolsonaro realizam ato em Manaus em favor do presidente

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Foto: Divulgação

Mesmo com apelo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que seus apoiadores não fossem às ruas neste  domingo, 15, num ato em seu favor e contra o Congresso Nacional para evitar a proliferação do coronavírus, milhares de bolsonaristas em todo o país resolveram manter o protesto. Em Manaus não foi diferente.

 

Foto: Divulgação

Em Manaus, a manifestação teve início por volta de 15h, na avenida das Torres, ao lado do posto BR, Zona Norte, e seguiu em direção ao anfiteatro da Ponta Negra, na Zona Oeste da cidade.

Diversas famílias,apoiadores e simpatizantes pró-Bolsonaro marcaram presença. Os deputados federais Delegado Pablo (PSL) e Alberto Neto (Republicanos) e pré-candidato a prefeito de Manaus, o capitão da Polícia Militar, Carpê Andrade, o deputado estadual Péricles (PSL), e o empresário e também pré-candidato a prefeito de Manaus, pelo partido Novo, Romero Reis também marcaram presença no ato e fizeram questão de divulgar em suas redes sociais.

 

Hariel Fontenelle, para O Poder

Imagens: Reprodução redes sociais

Políticos e apoiadores de Bolsonaro realizam ato em Manaus em favor do presidente

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Foto: Divulgação

Mesmo com apelo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que seus apoiadores não fossem às ruas neste  domingo, 15, num ato em seu favor e contra o Congresso Nacional para evitar a proliferação do coronavírus, milhares de bolsonaristas em todo o país resolveram manter o protesto. Em Manaus não foi diferente.

 

Foto: Divulgação

Em Manaus, a manifestação teve início por volta de 15h, na avenida das Torres, ao lado do posto BR, Zona Norte, e seguiu em direção ao anfiteatro da Ponta Negra, na Zona Oeste da cidade.

Diversas famílias,apoiadores e simpatizantes pró-Bolsonaro marcaram presença. Os deputados federais Delegado Pablo (PSL) e Alberto Neto (Republicanos) e pré-candidato a prefeito de Manaus, o capitão da Polícia Militar, Carpê Andrade, o deputado estadual Péricles (PSL), e o empresário e também pré-candidato a prefeito de Manaus, pelo partido Novo, Romero Reis também marcaram presença no ato e fizeram questão de divulgar em suas redes sociais.

 

Hariel Fontenelle, para O Poder

Imagens: Reprodução redes sociais

Bolsonaro participa de manifestação de apoiadores em Brasília

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O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, da área externa do Palácio do Planalto, em Brasília, a manifestação de apoiadores de seu governo, que está sendo realizada neste domingo (15) na capital federal e em outras cidades do país.

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, da área externa do Palácio do Planalto, em Brasília, a manifestação de apoiadores de seu governo, que está sendo realizada neste domingo,15, na capital federal e em outras cidades do país.

Mesmo após decreto do governo do Distrito Federal,(GDF) proibir eventos que reunissem público superior a 100 pessoas, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), um grupo de pessoas foi às ruas de Brasília.

Vestindo roupas e portando bandeiras verdes e amarelas, além de cartazes contendo frases contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), os manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata. A Polícia Militar do DF não estimou o número de participantes.

A comitiva de carros do presidente Jair Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada, residência oficial, por volta das 12h20 e percorreu o centro da capital. No Eixo Monumental, uma das principais vias da cidade, a comitiva chegou a ser acompanhada pelos carros que participavam da carreata. Em seguida, o presidente foi até o Palácio do Planalto.

Do alto da rampa, seguiu acompanhando a manifestação, com as pessoas se aglomerando em frente ao prédio. O momento foi transmitido ao vivo, em sua página no Facebook. Em seguida, ele desceu para ficar mais próximo do público. Separado por grades, a pouco mais de um metro de distância, o presidente conversou, cumprimentou e tirou fotos com os simpatizantes por pouco mais de uma hora.

“Não tem preço o que esse povo está fazendo, apesar de eu ter sugerido, não posso mandar, a manifestação não é minha, o adiamento, por causa desse vírus”, disse o presidente durante a transmissão. Ele também defendeu a manifestação, que classificou como “espontânea”. “Nós políticos temos como mudar o destino do Brasil. Não é um movimento contra nada, é um movimento a favor do Brasil”.

Em suas redes sociais, Bolsonaro vem postando, desde a manhã, diversos vídeos e imagens das manifestações pelo país. Na última quinta-feira, 12, em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como “legítimas” e “expressões da liberdade”, mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavírus, as pessoas repensassem a ida às ruas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Bolsonaro participa de manifestação de apoiadores em Brasília

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O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, da área externa do Palácio do Planalto, em Brasília, a manifestação de apoiadores de seu governo, que está sendo realizada neste domingo (15) na capital federal e em outras cidades do país.

O presidente Jair Bolsonaro acompanhou, da área externa do Palácio do Planalto, em Brasília, a manifestação de apoiadores de seu governo, que está sendo realizada neste domingo,15, na capital federal e em outras cidades do país.

Mesmo após decreto do governo do Distrito Federal,(GDF) proibir eventos que reunissem público superior a 100 pessoas, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), um grupo de pessoas foi às ruas de Brasília.

Vestindo roupas e portando bandeiras verdes e amarelas, além de cartazes contendo frases contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), os manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata. A Polícia Militar do DF não estimou o número de participantes.

A comitiva de carros do presidente Jair Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada, residência oficial, por volta das 12h20 e percorreu o centro da capital. No Eixo Monumental, uma das principais vias da cidade, a comitiva chegou a ser acompanhada pelos carros que participavam da carreata. Em seguida, o presidente foi até o Palácio do Planalto.

Do alto da rampa, seguiu acompanhando a manifestação, com as pessoas se aglomerando em frente ao prédio. O momento foi transmitido ao vivo, em sua página no Facebook. Em seguida, ele desceu para ficar mais próximo do público. Separado por grades, a pouco mais de um metro de distância, o presidente conversou, cumprimentou e tirou fotos com os simpatizantes por pouco mais de uma hora.

“Não tem preço o que esse povo está fazendo, apesar de eu ter sugerido, não posso mandar, a manifestação não é minha, o adiamento, por causa desse vírus”, disse o presidente durante a transmissão. Ele também defendeu a manifestação, que classificou como “espontânea”. “Nós políticos temos como mudar o destino do Brasil. Não é um movimento contra nada, é um movimento a favor do Brasil”.

Em suas redes sociais, Bolsonaro vem postando, desde a manhã, diversos vídeos e imagens das manifestações pelo país. Na última quinta-feira, 12, em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como “legítimas” e “expressões da liberdade”, mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavírus, as pessoas repensassem a ida às ruas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Franceses comparecem às urnas para eleições municipais sob a ameaça do coronavírus

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Os franceses comparecem às urnas neste domingo,15, para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

Apesar do fechamento de centros de ensino, restaurantes e estabelecimentos comerciais não indispensáveis, a França decidiu, contra todos os prognósticos, manter as eleições municipais para “assegurar a continuidade da vida democrática e das instituições”.

“Não há nada que impeça os franceses, inclusive os mais vulneráveis, de comparecer às urnas”, declarou na quinta-feira^,12, o presidente do país, Emannuel Macron, que afirmou ter consultado cientistas sobre o tema.

As autoridades do país, um dos principais focos europeus do coronavírus, com 4.500 infectados e 91 mortes, adotaram uma série de normas para as eleições.

Antes de entrar no local de votação, os eleitores devem higienizar as mãos. Todos receberam a recomendação de levar a própria caneta até a cabine.

Os eleitores devem manter uma distância de segurança de um metro entre eles durante cada etapa do voto. Os mesários receberam álcool gel e luvas para sua proteção.

Mas não é possível saber se estas medidas serão suficientes para convencer os quase 48 milhões de eleitores a sair de casa.

Em períodos normais, as eleições municipais atraem cada vez menos franceses (63,5% de participação em 2014). Uma pesquisa mostrou que um terço da população considerava um “risco elevado” votar neste domingo.

O imunologista Jean-Francois Delfraissy, presidente do Conselho Científico sobre o coronavírus na França, insistiu que o risco de votar não é maior que o de “fazer compras”.

A incerteza é ainda maior para o segundo turno, previsto para o próximo domingo (22), sobretudo quando se leva em consideração a rápida propagação da epidemia no país, onde número de casos dobrou nas últimas 72 horas.

Medidas contra o Covid-19
Depois de determinar o fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais, a França começará a reduzir os serviços de avião, trem e ônibus entre as cidades a partir deste domingo. O ministro dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, afirmou que o número de trens de longa distância seria reduzido pela metade enquanto vários terminais do aeroporto de Paris seriam fechados.
Foto: Eric Gaillard/Reuters

No sábado, o governo determinou que todos os estabelecimentos públicos não essenciais, como bares, restaurantes e cinemas, fiquem fechados. Serviços fundamentais, como supermercados, farmácias, postos de gasolina e bancos, poderão continuar funcionando.

 

Fonte: France Presse

Foto: Eric Gaillard/Reuters

 

Franceses comparecem às urnas para eleições municipais sob a ameaça do coronavírus

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Os franceses comparecem às urnas neste domingo,15, para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

Apesar do fechamento de centros de ensino, restaurantes e estabelecimentos comerciais não indispensáveis, a França decidiu, contra todos os prognósticos, manter as eleições municipais para “assegurar a continuidade da vida democrática e das instituições”.

“Não há nada que impeça os franceses, inclusive os mais vulneráveis, de comparecer às urnas”, declarou na quinta-feira^,12, o presidente do país, Emannuel Macron, que afirmou ter consultado cientistas sobre o tema.

As autoridades do país, um dos principais focos europeus do coronavírus, com 4.500 infectados e 91 mortes, adotaram uma série de normas para as eleições.

Antes de entrar no local de votação, os eleitores devem higienizar as mãos. Todos receberam a recomendação de levar a própria caneta até a cabine.

Os eleitores devem manter uma distância de segurança de um metro entre eles durante cada etapa do voto. Os mesários receberam álcool gel e luvas para sua proteção.

Mas não é possível saber se estas medidas serão suficientes para convencer os quase 48 milhões de eleitores a sair de casa.

Em períodos normais, as eleições municipais atraem cada vez menos franceses (63,5% de participação em 2014). Uma pesquisa mostrou que um terço da população considerava um “risco elevado” votar neste domingo.

O imunologista Jean-Francois Delfraissy, presidente do Conselho Científico sobre o coronavírus na França, insistiu que o risco de votar não é maior que o de “fazer compras”.

A incerteza é ainda maior para o segundo turno, previsto para o próximo domingo (22), sobretudo quando se leva em consideração a rápida propagação da epidemia no país, onde número de casos dobrou nas últimas 72 horas.

Medidas contra o Covid-19
Depois de determinar o fechamento de estabelecimentos comerciais não essenciais, a França começará a reduzir os serviços de avião, trem e ônibus entre as cidades a partir deste domingo. O ministro dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, afirmou que o número de trens de longa distância seria reduzido pela metade enquanto vários terminais do aeroporto de Paris seriam fechados.
Foto: Eric Gaillard/Reuters

No sábado, o governo determinou que todos os estabelecimentos públicos não essenciais, como bares, restaurantes e cinemas, fiquem fechados. Serviços fundamentais, como supermercados, farmácias, postos de gasolina e bancos, poderão continuar funcionando.

 

Fonte: France Presse

Foto: Eric Gaillard/Reuters