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TRE-AM determina multa milionária para Diretório Estadual do Republicanos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) determinou a devolução ao Tesouro Nacional de R$ 3,6 milhões ao Diretório Estadual do Republicanos. O Cumprimento de Sentença (156) nº 0600047-41.2019.6.04.0000 foi publicada na edição do diário da Corte Eleitoral desta terça-feira, 25, já disponível para consulta em sítio eletrônico. 

O partido tem que devolver a quantia porque as contas referentes ao ano de 2018 foram julgadas como não prestadas pelo TRE-AM por causa da ausência da documentação necessária. O caso foi julgado em 02 de agosto do ano passado. 

Ainda na publicação, a Justiça Eleitoral informa que realizou notificações para a busca dos ativos da agremiação e não houve respostas. Sendo assim, o órgão comunicará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao diretório nacional do partido. Por força da decisão, o Republicanos pode ficar sem o valor integral dos recursos do Fundo Partidário, uma vez que esse valor será descontado.

O responsável pelo Diretório Estadual do Republicanos no Amazonas é o deputado federal Silas Câmara.

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

 

Sabugo quer se despedir com gastos ‘astronômicos’ em shows nacionais

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O prefeito de Urucurituba (a 212 quilômetros de Manaus), José Claudenor de Castro Pontes, o Sabugo, pretende se despedir do cargo com gastos “astronômicos”. Os valores serão usados para pagamentos de shows de atrações nacionais.

As apresentações acontecerão durante a Festa do Cacau e Feira Cultural 2024. Os eventos acontecem no próximo mês.

Uma das atrações nacionais contratadas é Nadson, o Ferinha. O cachê do artista será de R$ 290 mil para apresentação no dia 12 de julho.

O cantor já se apresentou no interior do Amazonas. Pelo show em Uarini (a 560 quilômetros de Manaus), o cantor recebeu R$ 300 mil do prefeito Antônio Waldertrudes Uchoa de Brito.

Outro show nacional será o de Manu Bahtidão. Sabugo vai desembolsar R$ 350 mil pela apresentação, prevista para 10 de julho.

Vale ressaltar que Manu Bahtidão iria receber R$ 500 mil do prefeito de Eirunepé (a 1.245 quilômetros de Manaus), Raylan Barroso. No entanto, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) barrou a contratação.

Suspensão

Em janeiro do ano passado, Sabugo foi proibido de realizar a apresentação de Barões da Pisadinha em Urucurituba. O Ministério Público do Amazonas (MPAM) determinou a suspensão do show.

De acordo com o órgão ministerial, à época o município deveria se abster de qualquer gasto com recursos públicos. A decisão era baseada no “senso de responsabilidade com o dinheiro público”.

 

 

Da Redação

Ilustração: Neto Ribeiro

DNIT corre com licenças para dragagem em trechos no Solimões

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Com a previsão de uma estiagem mais severa que a do ano passado, o diretor de Infraestrutura Aquaviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Erick Moura de Medeiros, confirmou nesta segunda-feira, 24, no Diário Oficial da União (DOU), que recebeu do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), a Licença Ambiental Única nº 141/2024.

O documento autoriza a dragagem do canal de navegação na hidrovia do Solimões (HN-132), trechos entre Tabatinga e Benjamin Constant, no Amazonas, com validade de um ano, de acordo com o Processo nº 50600.004190/2024-29.

 

 

Coari e Codajás

O DNIT também recebeu a Licença Ambiental Única nº140/2024, autorizou as obras de dragagem do canal de navegação da hidrovia do Solimões (HN-132), no trecho do Paraná do Abacate na ilha de Juçara e a ilha do Trocari, entre os municípios de Coari e Codajás, no Amazonas com validade de um ano, Processo nº 50600.004183/2024-27.

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

Alerta de estiagem em Tabatinga preocupa todo o estado

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Os primeiros sinais da estiagem em Tabatinga (a 1.17 quilômetros de Manaus) começam a preocupar todo o Amazonas. A expectativa é de que o fenômeno seja mais severo que o ocorrido no ano passado, o que pode dificultar e encarecer o processo eleitoral deste ano. Com exclusividade ao Portal O Poder, o prefeito de Tabatinga, Saul Bemerguy (MDB), falou que já começa a avaliar medidas preventivas para amenizar as consequências da vazante deste ano.

“A estiagem ou seca é um fenômeno natural que vem assolando parte da Região Norte trazendo diversas dificuldades principalmente aos municípios localizados nas margens do Rio Solimões, rio este que ainda está processo de formação, ou seja, a cada ano novos bancos de areia são formados e novas ilhotas surgem o que ocasiona uma certa dificuldade na logística destas localidades”, afirmou.

O prefeito afirmou ainda que a prefeitura de Tabatinga por intermédio das suas secretarias vem trabalhando para que possam enfrentar as dificuldades sem tanto transtorno para a população. Ele disse que segundo análises comparativas do nível do rio este ano teremos uma seca de moderada a severa, podendo ultrapassar a seca histórica do ano passado.

Ao ser questionado sobre quais as ações a prefeitura está tomando ou vai tomar para amenizar os impactos da estiagem e se essa seca severa pode atrapalhar as eleições deste ano, Saul Bemerguy foi enfático.

“O município de Tabatinga está realizando diversas ações de preparação para uma possível estiagem no de 2024 como a entrega de informativo para as instituições públicas e privadas com o intuito de orientar e instigar o planejamento de ações que proporcionem a devida prevenção, mitigação e preparação  no enfrentamento aos desastres naturais, em especial a estiagem/seca que se avizinha”, explicou.

De acordo com o prefeito ainda serão realizadas outras ações como: reuniões com lideranças comunitárias; visita às comunidades; atualização de cadastros dos moradores; identificação, mapeamento e monitoramento de riscos, ameaças e vulnerabilidades locais; perfuração de poços artesianos, uma parceria entre a Secretaria de Educação e Defesa Civil.

A prefeitura de Tabatinga ainda prevê a realização da manutenção nos sistemas de tratamento de água já instalados; instalação de novos sistemas de tratamento de água; visita técnica as comunidades para identificar uma solução para capitação de águas pluviais.

Em relação ao período eleitoral e se ele acredita que o dia da votação possa ser complicado pelo isolamento de várias comunidades por conta da estiagem, Saul Bemerguy foi enfático. “Estamos trabalhando para que asa eleições ocorram sem problemas e que todos possam participar deste ato democracia e exercer seu direito ao voto”, destacou.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Imagens: Divulgação

Prefeito de Fonte Boa ameaça servidores para participar de ato político de seu candidato, ouça o áudio:

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Prefeito de Fonte Boa Gilberto Ferreira Lisboa (MDB), conhecido como Biquinho, tenta a todo custo emplacar seu candidato Alailson Lisboa para as eleições municipais que se aproximam.

Alailson é seu vice prefeito e pré-candidato para suceder seu mandato, mas encontra forte rejeição da população, principalmente com os servidores municipais. Em uma reunião para ajustar a participação dos servidores, ele foi direto e incisivo em suas palavras. Em que conta com todos os servidores inclusive os efetivos. Ameaçou reter o salário da aqueles que se recusarem a colaborar e aplicar sanções do executivo municipal,  Ouça áudio.

 

O desgaste da administração de Biquinho

É fator predominante que números baixos de seu pretenso sucessor politico, Alailson tem mostrado baixa performance eleitoral e uma rejeição alta. Nem a intimidação do prefeito tem obtido resultados. Tal ato deve ser questionado pela justiça comum e a justiça eleitoral.

Condenação eleitoral

Ano passado o prefeito e seu vice tiveram seus mandatos cassados por decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) acusados de abuso de poder econômico . O relator do processo, manteve ainda uma decisão que aplica inelegibilidade de oito anos a Gilberto Lisboa e o pagamento de multa.

Da redação

Foto: Divulgação

RR: Denarium e governador de Rondônia têm semana decisiva no TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve analisar e julgar processos que pedem cassação de mandatos de dois governadores. A expectativa é de que as ações sejam julgadas pela Corte antes do recesso do Judiciário, que se inicia em 16 de julho. São réus os governadores bolsonaristas Antônio Denarium (PP), de Roraima, e Marcos Rocha (União Brasil), de Rondônia.

Entre as acusações que os governadores enfrentam, estão irregularidades na propaganda eleitoral, abuso de poder político e conduta vedada ao agente público. Além disso, em uma das ações há denúncia de uso da máquina pública para autopromoção, como distribuição de cestas básicas durante o período eleitoral.

Antônio Denarium 

Eleito em 2018 pelo PSL, partido pelo qual o ex-presidente Bolsonaro se elegeu, e reeleito em 2022 pelo PP, o governador de Roraima enfrenta ao menos três processos em fase de conclusão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antônio Olivério Garcia de Almeida, mais conhecido como Antônio Denarium, é acusado de abuso de poder político e econômico, conduta vedada ao agente público e, também, desvio de recursos públicos para fins eleitorais.

Relatadas pela ministra Isabel Gallotti, as ações que envolvem o governador lidam ainda com o julgamento anterior do Tribunal Regional de Roraima (TRE-RR), que confirmou por três vezes a cassação do mandato por abuso de poder político e econômico. As decisões são de agosto de 2023, por distribuir cestas básicas durante o período eleitoral de 2022, de dezembro de 2023 por reformas nas residências de eleitores, e de janeiro deste ano, estabelecendo inelegibilidade por oito anos.

As acusações que envolvem a distribuição de cestas básicas e cartões de crédito pelo programa “Cesta da Família” e a conduta vedada ao empregar, de forma promocional, o programa social “Morar Melhor”, durante o período eleitoral de 2022, foram determinantes para parecer do Ministério Público pela cassação. Além disso, o governador também enfrenta polêmicas no círculo familiar e profissional.

No seu governo, Denarium enfrenta acusações de superfaturamento na compra de ventiladores pela Secretaria de Saúde do estado. Em 2022, foi acusado de agiotagem e uma das empresas de que é sócio, Frigo 10, está ligada a fazendeiros multados por desmatamento, crimes ambientais e invasões na Terra Indígena Yanomami.

Dois sobrinhos do governador foram presos em maio pela  Polícia Civil do estado com 145 kg de drogas e armas. Outra situação delicada envolve o policial militar Helton Jhon, segurança de Denarium, que foi preso acusado de matar produtores rurais em Cantá, no interior do estado, aparentemente por motivação fundiária.

Marcos Rocha

Também eleito pelo PSL em 2018, Marcos Rocha está em seu segundo mandato como governador de Rondônia, agora pelo União Brasil. O chefe do Executivo do estado enfrenta ao menos três processos em andamento no TSE. Marcos Rocha é acusado de propaganda eleitoral irregular, abuso de poder político e conduta vedada ao agente público.

Na primeira ação, Marcos Rocha e o senador Marcos Rogério (PL-RO) são acusados de propaganda eleitoral irregular. Segundo a decisão do desembargador Kiyochi Mori, houve violação das normas eleitorais ao  veicular propaganda nos canteiros centrais de diversas avenidas.

“Há diversas provas nos autos de que as bandeiras com propagandas eleitorais foram efetivamente instaladas pelo recorrente em local proibido, em área urbana, no meio do canteiro que divide avenidas de grande circulação”, complementa o magistrado.

O governador de Rondônia tenta recorrer da decisão, que manteve a procedência da representação contra ele e estipulou multa de R$ 340 mil.

Os outros dois processos que Marcos Rocha enfrenta no TSE dizem respeito à acusação de conduta vedada ao agente público. Ambas as ações foram incluídas na pauta de 1 de agosto deste ano e são relatadas pelo ministro Raul Araújo Filho.

De acordo com o processo, o governador Marcos Rocha e seu vice, Sérgio Gonçalves, revogaram, por motivo eleitoral, a criação da Estação Ecológica Soldado da Borracha no âmbito das eleições de 2022 e são acusados de abuso de poder econômico, consistente no conjunto de representações por propaganda irregular.

Na outra ação, o governador é acusado de assédio a servidores públicos das esferas municipal e estadual com a finalidade de aderirem, como voluntários, à campanha, o que configuraria flagrante abuso de poder e prática do denominado “caixa dois”; disparos de publicidade via telemarketing custeados com recursos públicos, a caracterizar propaganda eleitoral antecipada; e aumento de repasses voluntários aos municípios e de incremento de programas sociais em proveito da  própria campanha.

Ambas ações já foram julgadas como improcedentes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RR). As decisões do ministro Raul Araújo, do TSE, também se encaminham para a negativa de seguimento dos recursos interpostos pedindo pela inelegibilidade do governador.

Com informações do UOL

Foto: Divulgação

André Mendonça toma posse no TSE na próxima terça-feira

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai tomar posse como integrante efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima terça-feira, 25. Ele vai ocupar uma das vagas destinadas a magistrados do STF que foi aberta com o término do segundo biênio de Alexandre de Moraes na corte, no início deste mês.

Ele foi eleito para o cargo em maio. São os próprios ministros do STF que indicam, por votação, um membro para representar o tribunal na Justiça Eleitoral.

O rodízio das vagas obedece, historicamente, o critério da antiguidade. Por isso, a eleição é simbólica. André Mendonça já era ministro substituto no TSE e agora assume um mandato efetivo de dois anos.

O TSE é formado por sete juízes: três integrantes do STF, dois membros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas eleitos pelos advogados. Além dos titulares, há um juiz substituto para cada uma das cadeiras.

A presidência e vice do colegiado são ocupadas somente pelos egressos do Supremo. E, a exemplo do que ocorre no STF, os postos são ocupados de maneira rotativa. Em 2026, ano das próximas eleições gerais, é previsto que Kassio Nunes Marques assuma a presidência do órgão. O vice será Mendonça.

Com informações do Terra

Foto: Divulgação

STF forma maioria para cassar sete deputados

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Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) formaram maioria nesta 6ª feira (21.jun.2024) para aceitar recurso no julgamento das “sobras eleitorais”. Em plenário virtual, o placar ficou 6 a 1 pelo recurso. A conclusão será em plenário físico depois de pedido de destaque.

O recurso foi apresentado pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro) depois que a Corte decidiu revisar o cálculo de distribuição das cadeiras remanescentes da Câmara em fevereiro deste ano. O parecer, no entanto, não era retroativo e seria só aplicado a partir de 2024.

Agora, a data em que entrará em vigor pode ser mudada pelo Supremo. Votaram favoravelmente os ministros: Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cristiano Zanin. A ministra-relatora, Cármen Lúcia, votou contra. O ministro André Mendonça pediu destaque, levando a votação final ao plenário físico.

As “sobras eleitorais” são os votos distribuídos numa 3ª fase de contabilização, uma espécie de “repescagem eleitoral”. Leia mais a respeito das regras nesta reportagem. Com a decisão, fica determinado que todos os partidos e candidatos podem disputar essas vagas, não só os que atingirem 80% ou mais do quórum eleitoral.

Se o STF mudar a validade de 2024 para 2022, 7 deputados perderão seus mandatos cassados e serão substituídos. Segundo o cálculo da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral), são eles:

  • Gilvan Máximo (Republicanos-DF);
  • Lebrão (União Brasil-RO);
  • Lázaro Botelho (PP-TO);
  • Sonize Barbosa (PL-AP);
  • Professora Goreth (PDT-AP);
  • Pupio (MDB-AP); e
  • Silvia Waiãpi (PL-AP)

Eles seriam substituídos pelos seguintes políticos:

  • Aline Gurgel (Republicanos-AP);
  • Paulo Lemos (Psol-AP);
  • André Abdon (PP-AP);
  • Professora Marcivania (PCdoB-AP);
  • Tiago Dimas (Podemos-TO);
  • Rodrigo Rollemberg (PSB-DF); e
  • Rafael Fera (Podemos-RO)

Com informações do Poder 360.

Foto: Divulgação

Período antes de convenções acelera diálogo entre políticos

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Enquanto não começam as convenções, as conversas entre os políticos nos bastidores estão “fervendo”. É um cenário onde tudo pode acontecer e nada também. 

Comenta-se nos bastidores que até quem se ataca nas redes sociais mantém um diálogo amistoso fora delas. Interlocutores de diferentes posicionamentos e correntes políticas estão conversando para alinhar possíveis estratégias.

Esses diálogos estão em um ritmo frenético, franco e amplo. Mas, só quando as convenções começarem, a partir de 20 de julho, é que o público saberá o que foi definido. 

 

Da Redação 

Foto: Divulgação

Eron Bezerra luta para resolver pendência eleitoral

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Um dos possíveis nomes para concorrer a Prefeitura de Manaus no pleito de 2024, o político Eron Bezerra luta para resolver pendências no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). 

De acordo com a prestação de contas eleitorais de 2022, quando Eron concorreu a deputado estadual, publicada no diário desta sexta-feira, 21, o político não regularizou a situação de eleitor no cadastro eleitoral. O documento é necessário para emitir a certidão de quitação eleitoral após pagar a multa devida.  

Na publicação do dia 24 de junho, já disponível para consulta, o juiz eleitoral Gildo Alves de Carvalho Filho, informou que Bezerra manteve-se inerte à execução fiscal de uma dívida ativa, por multa eleitoral. Sendo assim, suspendeu o processo pelo prazo de 1 ano nos termos do artigo 151, VI, do Código Tributário Nacional.

Eron Bezerra também enfrenta um processo pedindo a sua inelegibilidade no Ministério Público Eleitoral (MPE). Em 2018, foi dado entrada em uma Ação de Impugnação ao pedido de registro de candidatura de Eron Bezerra, à época candidato a deputado estadual pela coligação “O Povo Feliz de Novo”. No entanto, “o requerido encontrava-se inelegível, porque teve rejeitado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), as contas referentes a sua gestão como Secretário de Estado de Produção Rural (Sepror), por irregularidade insanável que configura ato doloso de improbidade administrativa, em decisão definitiva e irrecorrível daquela Corte”.

Veja:

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder

Foto: Divulgação