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Arthur fala que Lula não tem méritos no PIB, que é reflexo de Bolsonaro e Paulo Guedes

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O ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), divulgou em suas redes sociais que a notícia de desigualdade chegou ao seu menor índice, em 10 anos, na gestão de Jair Bolsonaro (PL) sob a batuta econômica do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes e que foi sem dúvida, uma grande conquista.

Arthur afirmou ainda que Bolsonaro foi muito feliz, ao escolher um economista de verdade, pós-doutor pela Universidade de Chicago e conhecedor profundo da economia como um todo.

“O PIB brasileiro, neste ano, ainda tem a marca da gestão anterior. O de 2024 será inteirinho da ‘ir’ responsabilidade da dupla Lula/Haddad. Oportuno lembrar que Lula recebeu, de seu antecessor, um superavit primário de mais de R$ 52 bilhões e Lula/Haddad, em um ano (incompleto) de ‘indi’gestão, liquidou o superavit positivo herdado e, hoje, apresentam deficit de mais de R$ 114 milhões. Uma pena mesmo!”, afirmou.

O ex-prefeito diz ainda que o último ano do ex-presidente Jair Bolsonaro à frente do Executivo, em comparação com 2021, mostrou redução de 4,8% no índice de pobreza, o menor nível desde o começo da série histórica da pesquisa, em 2012, com o país sendo governado, tresloucadamente, por Dilma e Guido Mantega.

“A maior desigualdade se deu em 2018, “herança maldita” deixada por Lula e Dilma para Michel Temer e Henrique Meireles que, por sinal fizeram um bom trabalho. A verdade acaba surgindo, Bolsonaro trabalhou bem com Guedes. Aliás, quem tem Guedes, não precisa de Márcio Pochman!”, enfatizou.

Previsões erradas

O ministro Paulo Guedes ao final do mandato de Bolsonaro, errou a maioria das suas previsões econômicas para o Brasil. Guedes chegou a afirmar em tom de ameaça que se o país não elegesse Bolsonaro o Brasil iria virar uma Venezuela ou uma Argentina, países que enfrentam uma grave crise econômica, fato que não aconteceu na economia do Brasil.

Contradição

Mas ao contrário de suas afirmações positivas a economia do país e ao ex-ministro Paulo Guedes, Arthur Neto em um vídeo em fez duras criticas a Paulo Guedes e chega a afirmar que ele estava jogando Bolsonaro contra os amazonenses após decreto federal que prejudicava a Zona Franca de Manaus culpa de Paulo Guedes, no mínimo sendo confuso, pois não sabe de critica ou elogia Paulo Guedes, sendo incoerente em suas avaliações políticas.

 

Redação O Poder

Foto: Reprodução

 

 

 

Bi Garcia não atende determinação e continua sem transparência em contratos

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Mesmo com as cobranças dos órgãos de controle, a falta de transparência nos contratos continua na administração do prefeito de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), Bi Garcia (União Brasil) que por intermédio do Pregão Presencial nº 057/2023, contratou as empresas J. Lima Lobato Ltda, M. C. Rodrigues Júnior Eireli e Comercial Triunfante Ltda, para aquisição de material de expediente, sem divulgar o valor global da licitação e nem quais os itens que serão adquiridos.

Conforme divulgado pelo Portal O Poder, no inicio de fevereiro foi apresentada uma Representação contra o prefeito Bi Garcia onde expunha irregularidades no Portal da Transparência. Na ocasião foi cobrado que as determinações feitas pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), fossem colocadas em prática.

Agora o prefeito Bi Garcia volta a aprovar licitação onde só divulga os nomes das empresas sem revelar os valores que serão pagos com recursos dos cofres públicos e nem quais os produtos que serão comprados para atender as demandas da prefeitura de Parintins.

Augusto Costa, para O Poder

Ilustração: Neto Ribeiro

 

Juiz eleitoral condena Gilberto Lisboa e decreta inelegibilidade

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O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) por intermédio da Justiça Eleitoral acatou a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (11527) nº 0600411-53.2020.6.04.0010/010ª Zona Eleitoral de Fonte Boa (a 677 quilômetros de Manaus),  e tornou inelegível por oito anos por abuso de poder econômico,  o prefeito de Fonte Boa, Gilberto Lisboa (PL), o ‘Biquinho’, e o vice-prefeito Alailson Lisboa (Cidadania).

A decisão do Juiz Eleitoral, Gonçalo Brandão de Souza, determinou ainda que Gilberto Lisboa vai pagar multa de R$ 10 mil e decretou a inelegibilidade por oito anos, a contar das eleições municipais de 2020, bem como cassou os diplomas do prefeito e vice-prefeito, respectivamente.

De acordo com o processo, a Ação de Investigação Judicial foi solicitada pelo Representante “A força vem do povo”, formado pela coligação MDB, PSC, Patriota, PSDB e PSD, contra o Representado “Juntos com a força do povo”, formado pela coligação PL e Cidadania, que teve como candidatos Gilberto Lisboa e Alailson Lisboa.

O Representante alega na peça exordial a existência de abuso de poder econômico e a capacitação ilícita de sufrágio praticado pelos Representados, no pleito de 2020, fundamentando sua ação no seguinte conjunto tático:

  1. distribuição no mês de outubro de 2020 de gerador de luz da marca Tecmax geradores;
  2. utilização de empresa contratada pela prefeitura para transporte do gerador acime descrito à comunidade do Batalha;
  3. distribuição de gerador de luz da marca Yanmar a eleitores da comunidade do Triunfo em troca de votos e;
  4. utilização de veículo da prefeitura para locomoção do gerador dentro da comunidade do Triunfo.

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

 

 

Na Argentina, Bolsonaro encontra Milei e enaltece vitória da direita no país ‘hermano’

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O ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL) revelou à coluna do jornalista Paulo Cappelli o teor da conversa – que durou quase uma hora – entre ele e Javier Milei, que tomará posse como presidente da Argentina no próximo domingo, 10.

“Foi um bate-papo. Não teve conselho da minha parte. Entramos no assunto de Israel, da guerra com o Hamas [ambos empunham a bandeira israelense]. Eu disse que o Milei representa muita coisa para o mundo, por conta da polarização entre a esquerda e a direita. A direita representa a liberdade de livre comércio, o respeito à família… tanto que o slogan dele é “viva la liberdad, caraj0″. Já a esquerda… a esquerda vive na miséria”, disse o ex-presidente.

“Milei está formando a equipe dele. O ministro da Economia deverá ser o que é o do Macri [Luis Caputo]. Ele ficou muito feliz com a minha presença”. O ex-presidente afirma não ter feito nenhum pedido ao futuro presidente da Argentina na conversa de hoje.

Antes de viajar, o ex-presidente informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deixaria o Brasil para participar da cerimônia de posse de Milei. Isso porque Bolsonaro é investigado em diferentes inquéritos sob relatoria do magistrado, que chegou a pedir, inclusive, a apreensão de seu passaporte.

Da Redação O Poder, com informações do Metrópoles

Foto: Reprodução

Estados da Amazônia querem ser ‘brokers’ do crédito de carbono

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Os Estados da região amazônica articulam uma mudança no PL 412/2022, que regulamenta o mercado de carbono. A ideia é deixar claro no texto que os Estados poderão assumir a venda direta dos créditos produzidos dentro das suas fronteiras.

Hoje, a comercialização no mercado voluntário é feita diretamente pelos proprietários das terras.

No texto aprovado no Senado, que tramita na Câmara dos Deputados, a possibilidade fica em aberto. A demanda agora é deixar claro que os Estados farão essa intermediação.

Se for adiante, os governos estaduais ficarão responsáveis por vender todos os créditos do Estado, sejam de terras estaduais, propriedades privadas, reservas indígenas ou quilombolas e assentamentos da reforma agrária.

O sistema então fará uma conta de quanto cada propriedade produziu de créditos naquele Estado. E os proprietários ou moradores receberão o equivalente àquilo que foi vendido. Os valores serão negociados pelo Estado.

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução

Prefeito vai pagar R$ 700 mil por mutirão oftalmológico em São Paulo de Olivença

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O prefeito de São Paulo de Olivença, Nazareno Martins, assinou, no último dia 1⁰ de dezembro, o Extrato de Adjudicação e Homologação do Pregão Presencial n⁰ 040/2023-CPL, visando contratar “pessoa jurídica para a realização de mutirão de consultas e cirurgias oftalmológicas, atendendo às demandas da população do município”.

O documento não especifica a quantidade de consultas e/ou cirurgias. No entanto, indica que uma única proposta saiu como vencedora e receberá o montante de R$ 700 mil.

O proponente vencedor foi A B Adorno, inscrita no CNPJ 46.377.607/0001-96.

 

Da Redação O Poder 

Foto: Reprodução

TCE-AM acata pedido do MPC para apurar possíveis irregularidades no site oficial da Prefeitura de Jutaí

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O site oficial da Prefeitura de Jutaí é alvo de investigação do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O órgão de controle acatou a Representação, com pedido de medida cautelar, do processo n⁰ 16393/2023, a pedido do Ministério Público de Contas (MPC), que indica possíveis irregularidades na acessibilidade do endereço eletrônico municipal.

No despacho, é citado algumas deficiências do site em relação à acessibilidade, como a ausência de leitor de telas, imagens com texto, libras, dentre outras ferramentas que universalizam o acesso à informação.

A conselheira Yara Lins, presidenta do órgão de controle, destaca que esta ausência representa “grave lesão e interesse público”.

A conselheira-presidente determina que sejam iniciados os procedimentos necessários para contratação direta ou via licitação de empresa que implante as ferramentas de acessibilidade.

 

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução

Após acordo firmado com governador Wilson Lima, médicos retomam imediatamente 100% dos serviços de saúde do estado

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Após acordo firmado com o governador Wilson Lima, nesta quinta-feira, 7, os representantes das empresas médicas prestadoras de serviço para a rede pública de Saúde retomaram 100% dos atendimentos nas unidades estaduais de Manaus e interior. Os médicos aceitaram a proposta oferecida pelo chefe do executivo estadual e um cronograma para o pagamento de repasses pendentes foi estabelecido.  

Participaram da reunião 15 representantes de empresas médicas que atuam na rede estadual de Saúde, além dos deputados estaduais Mayara Pinheiro, George Lins e Dr. Gomes, que integram a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e o líder do governo na Casa Legislativa, Felipe Souza.

No dia 5 de dezembro o Estado já havia quitado parte dos pagamentos referentes ao mês de agosto de 2023. Segundo proposta apresentada pelo governador, os repasses de três empresas que haviam ficado de fora desse primeiro pagamento serão liquidados no dia 14 de dezembro

Já os repasses referentes ao mês de setembro serão quitados no dia 21 de dezembro. Os valores correspondentes aos pagamentos pendentes dos serviços prestados no mês de outubro serão liquidados no dia 21 de janeiro.

Com relação aos meses de novembro e dezembro de 2023, o governador destacou que será preciso avaliar a previsão de receita do Estado para 2024 e pré-estabeleceu novas reuniões nos meses de janeiro e fevereiro para discutir possíveis datas.  

Wilson Lima se comprometeu, ainda, a sanar pendências financeiras com as empresas médicas dos anos de 2021 e 2022 a partir de março de 2024, parcelado os valores em cinco vezes.

“O Estado do Amazonas teve dificuldades nesse período de estiagem severa, isso comprometeu muito a arrecadação e algumas previsões que haviam sido feitas. A gente reuniu aqui com as cooperativas para estabelecer um cronograma de pagamento para que esses profissionais para que esses profissionais possam receber esses proventos, esses salários”, explicou Lima.

Segundo os representantes da categoria, a intenção do encontro foi chegar a um acordo benéfico para ambas as partes e agradeceram a proposta apresentada por Wilson Lima. “Agradecemos ao governador, que nos recebeu e foi possível de fato apresentar as nossas demandas. Ouvimos tudo o que o governo poderia fazer nesse primeiro momento para atender essas necessidades e assumimos também o compromisso de retorno às nossas atividades ambulatoriais e eletivas “, disse o clínico geral Victor Hugo Barros.

A neurocirurgiã Cecília Granjeiro também destacou o resultado positivo do encontro.  “Realmente, a reunião foi muito positiva, conseguimos conversar de uma forma muito tranquila, muito proveitosa e chegamos também a um acordo final”. 

Para a deputada Mayara Pinheiro, a rápida resposta dada aos profissionais contribuiu para que o impasse fosse solucionado. “O importante é que o governador, que é o chefe maior do Estado, está chancelando esse compromisso, que prontamente foi acatado pelas cooperativas, e agora a população vai ter de novo esses trabalhadores que são de suma importância na assistência de saúde para a população”, disse Pinheiro.

Os secretários estaduais Anoar Samad (Saúde), Flávio Antony (Casa Civil) e Sérgio Litaiff (de Governo) também estiveram na reunião junto a técnicos da Secretaria de Fazenda (Sefaz), designados pelo secretário de Estado Fazenda, Alex Del Giglio, que trabalhou na construção das condições orçamentárias para o estabelecimento do cronograma de pagamentos.

O secretário de Saúde, Anoar Samad, que conduzia as tratativas com a categoria, reforçou o reestabelecimento total dos atendimentos. “Eles já estão voltando imediatamente. Esse é o compromisso deles. O governador também sempre procura estar em diálogo e nós conseguimos achar uma solução”, finalizou.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Foto: Janailton Falcão/Secom

 

Prestes a ser cassado, Moro diz que pré-candidatura à Presidência só trouxe desgaste político

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O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) falou em depoimento ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que não obteve vantagem eleitoral e nega a acusação de desequilíbrio eleitoral causado por irregular pré-campanha ao cargo de presidente da República. Além disso, o senador defendeu, em entrevista após depoimento, que todos os gastos da campanha são legais e foram declarados à Justiça Eleitoral.

Moro é alvo de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs), que apontam abuso de poder econômico, caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação social durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Os processos, que são analisados em conjunto, também pedem a cassação do mandato do parlamentar.

As duas ações foram protocoladas por duas frentes antagônicas na política nacional. A primeira pelo pelo Partido Liberal (PL), de base bolsonarista, e a outra pela Federação Brasil da Esperança – FÉ BRASIL (PT/PCdoB/PV), base que elegeu o governo Lula, em novembro e dezembro de 2022. Leia os detalhes das acusações abaixo.

“Eu acho engraçado quando vejo na inicial e vejo também os advogados colocando que a pré-candidatura presencial teria me dado alguma vantagem competitiva para a candidatura posterior no Senado do Paraná. Foi exatamente o contrário, foi um peso enorme nas costas e eu fui severamente atacado por semanas e depois disso prosseguiu. Isso só na verdade me trouxe um grande desgaste político”, disse Moro no depoimento obtido pelo blog.

O senador lembra que foi nessa época que o seu partido, o União Brasil, pediu para que ele fizesse a transferência do domicílio eleitoral para São Paulo. Segundo ele, para que pudesse concorrer ao Senado ou à Câmara. Nesse período, alega Moro, as atividades partidárias ocorreram no estado de São Paulo e não constituíram em vantagem posterior na campanha no Paraná.

“Só me trouxe um desgaste, porque depois o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo acabou decidindo de respeito à decisão do tribunal, evidentemente, mas acabou decidindo que não era válida minha transferência de domicílio eleitoral para São Paulo.”

Moro continua: “Isso foi em 7 de junho. Então, até essa data, não teve nenhuma atividade partidária, seja no Podemos na fase ali da pré-candidatura presencial, ou seja, lá em São Paulo, numa pré-candidatura ao Senado ou para Deputado Federal, que tivesse algum reflexo positivo posteriormente aqui para a candidatura ao Senado pelo Paraná, pelo contrário”.

O senador alegou que adversários políticos no Paraná usaram a tentativa de candidatura por São Paulo como algo negativo ao eleitorado local.

Moro alega que não há provas de que ele tenha usado a pré-candidatura presidencial para conseguir visibilidade e diz que não precisaria disso por ser uma pessoa amplamente conhecida.

“Não é verdadeiro e nenhum momento a pré-candidatura presencial foi utilizada como uma espécie catapulta para uma candidatura a algum outro cargo. Até porque eu não tinha necessidade disso”, afirmou.

“Muitas vezes quando se faz isso é que alguém quer se tornar conhecido e eu já era sobejamente conhecido no Paraná ou no Brasil inteiro sem uma pré-candidatura presencial ou sem uma pré-candidatura ao Senado por São Paulo”, completa.

O depoimento de Moro durou cerca de 50 minutos. Ele respondeu as perguntas do relator do caso, desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza. Porém, se negou a responder as perguntas dos advogados dos partidos.

As ações contra Sergio Moro

As ações foram protocoladas pelo Partido Liberal (PL) e pela Federação Brasil da Esperança – FÉ BRASIL (PT/PCDOB/PV) em novembro e dezembro de 2022. Leia os detalhes das acusações abaixo.

Uma das ações acusa Sergio Moro de “desequilíbrio eleitoral causado pela irregular pré-campanha […] desde o momento da filiação partidária de Moro com lançamento de pré-candidatura ao cargo de presidente”, até o resultado final que o elegeu senador pelo União Brasil.

“Os investigados orquestraram conjunto de ações para usufruir de estrutura e exposição de pré-campanha presidencial para, num segundo momento, migrar para uma disputa de menor visibilidade, menor circunscrição e teto de gastos vinte vezes menor, carregando consigo todas as vantagens e benefícios acumulados indevidamente”, sustenta a ação.

A outra ação diz que há indícios de que Moro utilizou de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Campanha, além de outras movimentações financeiras suspeitas, para construção e projeção da própria imagem enquanto pré-candidato de um cargo eletivo no pleito de 2022.

A ação também diz que há indicativos de que, junto ao suplente Luis Felipe Cunha, “realizaram triangulação de valores do fundo partidário e do fundo eleitoral também entre os dois partidos políticos pelo qual ele foi pré-candidato”.

Próximos passos

Na semana, os advogados de Moro devem entregar as alegações finais ao TRE do Paraná. Esta é uma das últimas fases do processo, que pode ser julgado no início de 2024.

Se for condenado, o senador pode perder o mandato e os direitos políticos por oito anos.

 

Da Redação com informações de G1

Foto: Divulgação

TRE cassa pela segunda vez mandato de Antonio Denarium; Ação foi protocolada pelo MDB

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Roraima – Nesta quinta-feira, 7, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) cassou, pela segunda vez, o mandato do governador Antonio Denarium (PP). A Representação foi apresentada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), do ex-senador Romero Jucá e da ex-prefeita Teresa Surita.

No total, foram quatro votos favoráveis à cassação e três contrários. Na Representação, o MDB alega que o governador cometeu conduta vedada ao usar o programa “Morar Melhor” em benefício próprio nas eleições de 2022. Desta forma, o partido pediu a inelegibilidade e multa ao governador.

O caso

No ano de 2021, no mês de outubro, o governador lançou o programa e prometeu reformar residências de pessoas de baixa renda. No início do ano eleitoral de 2022, inclusive, o governador percorreu diversas residências dessas possíveis beneficiárias e garantiu que iria aumentar o montante do recurso a ser investido para o Bem Morar para a reforma de mil casas mensalmente.

Primeira cassação 

Por quatro votos a favor e três contra, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) cassou os mandatos do governador de Roraima, Antonio Denarium, e do vice-governador, Edilson Damião, no dia 14 de agosto.

O processo de julgamento da cassação de Denarium começou com uma denúncia protocolada pelo diretório regional do partido Avante. Segundo a acusação, o governador é suspeito de distribuir cestas básicas em um ano eleitoral, com o intuito de obter vantagens nas eleições.

Conforme a denúncia, o Governo de Roraima uniu dois projetos sociais, “Renda Cidadã” e “Cesta da Família”, por meio da Lei nº 1.639, de 24 de janeiro de 2022. Esta fusão resultou em um aumento no número de beneficiários de 10 mil para 50 mil pessoas. O partido Avante argumenta que isso afetou a igualdade de condições entre os candidatos nas eleições.

Foto: Divulgação