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Amazon emite nota de desagravo contra declarações ‘ofensivas’ de Wilson Lima

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O presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon), Luís Márcio Nascimento Albuquerque, divulgou na tarde desta quinta-feira, 16, uma nota de desagravo contra um vídeo ofensivo do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), divulgado em seu instagram durante visita ao Hospital Nilton Lins na manhã de hoje.

Por intermédio de vídeo,  o governador desafia a Justiça do Amazonas e diz que: “Não muda nada o nosso trabalho aqui no Hospital Nilton Lins e pra parar as atividades aqui tem que passar por cima do meu cadáver. Nós não vamos parar e eu quero ver quem vem aqui enfrentar o governador pra parar o trabalho aqui. Estamos trabalhando, o mundo está trabalhando para salvar vidas. O tempo nesse momento é exíguo e é nosso inimigo. Enquanto a gente está fazendo isso tem pessoas que estão lutando contra. É inadmissível uma decisão como feito essa baseada numa fake news”, afirmou Wilson Lima.

Em nota de repúdio, a Amazon, associação que reúne os magistrados do Tribunal de Justiça do Amazonas, por deliberação dos membros de sua diretoria elenca as suas seguintes razões:

  1. É fato público e notório, porquanto amplamente divulgado pelos meios de comunicação, que o Governo do Estado do Amazonas adotou medidas para ampliar a oferta de leitos hospitalares, para atender pacientes acometidos pelo Covid-19, dentre elas o uso das instalações do Hospital Nilton Lins, mediante celebração de contrato administrativo.
  2. A medida foi questionada judicialmente, em mais de uma ação, cujos fundamentos foram analisados, em sede de tutela de urgência, pelos respectivos juízes naturais, com absoluto respeito à ordem constitucional vigente e à legislação processual de regência.
  3. Na entrevista veiculada através do link acima individualizado, o Chefe do Poder Executivo do Estado, indagado a respeito da repercussão das decisões judiciais proferidas em relação ao uso público do Hospital Nilton Lins, declarou que as atividades desenvolvidas naquele nosocômio somente seriam paralisadas, passando por cima do seu “cadáver” [sic], demonstrando curiosidade por saber quem viria ao local, para “enfrentar o Governador” [sic] e paralisar os trabalhos no local, numa clara tentativa de desafiar a autoridade e eficácia das decisões judiciais proferidas sobre o tema.
  4. Cumpre rememorar que o exercício do cargo de Governador do Estado exige de seu titular redobrado senso de equilíbrio e respeito aos pilares que sustentam o Estado Democrático de Direito, sobretudo a autonomia dos poderes constituídos, que deve permitir o harmônico funcionamento de todos eles.
  5. Nesse contexto, a irresignação contra o conteúdo de decisão judicial deve ser demonstrada, através do manejo do recurso, incidente processual ou remédio constitucional cabível, de modo que, pela via própria, pode ser alcançada a modificação do pronunciamento jurisdicional impugnado, na forma da lei.
  6. O que não se pode admitir é que o Chefe do Poder Executivo ultrapasse o limite da discussão, das regras próprias de evolução da marcha do processo judicial, para intimidar a Corte de Justiça, sob pena de mitigar a intangibilidade do Estado Democrático de Direito e do pleno exercício da função jurisdicional. Tais esclarecimentos são necessários para situar os fatos relatados no seu real contexto, rechaçando a AMAZON toda e qualquer ameaça ao exercício da magistratura independente.

Confira a nota:

NOTA DE DESAGRAVO. AMAZON. COVID

Veja o vídeo:

 

https://www.instagram.com/p/B_DG79EAT-v/?igshid=1upvf39pvoa1p

 

 Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

Josué cobra do governo a sanção da ‘lei do gás natural’ e defende CPI da Cigás

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O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Josué Neto (PRTB), juntamente com outros deputados, cobraram do governador Wilson Lima (PSC) a sanção do projeto de lei nº 153/2020, aprovado em regime de urgência na semana passada.

De autoria de Josué, o deputado, inclusive, afirmou que, se o governo não sancionar a matéria até o próximo dia 23, a casa legislativa vai promulgar a lei. Neto defende o projeto que, segundo ele, vai disciplinar a exploração do gás natural no Amazonas e garantir uma nova matriz energética para o Amazonas.

“Portanto, está lei estará sendo encaminhada no início da semana para o Executivo. Estamos aguardando a sanção do governador. O povo do Amazonas é a favor dessa lei. A Aleam fará história. Nós vamos aprovar essa lei. Se a lei vier vetada do governo eu já conclamo o povo do Amazonas e todos os deputados que amam esse Estado a derrubar o veto do governo”, ameaçou Neto.

O parlamentar, que recebeu o aval do governo federal sobre a “lei do gás natural” disse que essa regulamentação vai desencadear, ainda, a geração de energia elétrica mais baratas, a redução de preços do gás natural, veicular e residencial.

Investigação na Cigás

Josué Neto defendeu também, durante sessão virtual da Assembleia nesta quinta-feira, 16, a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Companhia de Gás do Estado do Amazonas (Cigás) que em 2019 teria faturado R$ 100 milhões e não investiu nada no Amazonas.

“Isso é uma lei que acaba com o monopólio da Cigas porque nos anos anteriores arrecadou R$ 100 milhões. Cadê os R$ 100 milhões que arrecadou onde foi investido? Isso é uma dica aqui pra gente abrir uma próxima CPI. Eu não estou fazendo ameaça. Mas é preciso abrir uma CPI da Cigás aqui nessa casa. Em 2019 a Cigás faturou  líquido R$ 100 milhões cadê um prego que eles pregaram nessa cidade?”, questionou.

Na avaliação de Josué, não é possível imaginar que a Cigás está há 20 anos no Amazonas e não fez nada pelo Estado. “A Cigás vai continuar com o monopólio do gás encanado, mas no momento de distribuir esse gás vai vim a Shell multinacional, a Texaco, poderá vim empresas da Arábia”, explicou.

Polo de cerâmica

O deputado Sinésio Campos (PT) também é a favor da mudança da matriz energética do Amazonas e que passe a utilizar o gás natural. Na sua avaliação, a medida vai facilitar o desenvolvimento do polo de cerâmica nos municípios de Iranduba e Manacapuru.

“Sou entusiasta da mineração como fonte de renda. A abertura do mercado do gás no nosso Estado vai viabilizar muitas vertentes. Temos que ter mais postos de gás para veículos. Hoje uma botija de gás é cobrado entre R$ 70 a R$ 100 e isso não podemos mais aceitar. O gás vai baratear a tarifa de energia. Temos aqui um polo cerâmico em Iranduba e Manacapuru que precisa dessa energia”, disse.

Os deputados Adjunto Afonso (PP) e Fausto Júnior (PV) também se manifestaram a favor do projeto de lei.

O Portal O Poder entrou em contato com a assessoria da Cigás, mas até o final desta edição não obteve resposta.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam

Bolsonaro anuncia Nelson Teich como novo ministro da Saúde

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Na tarde desta quinta-feira, 16, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitiu Luiz Henrique Mandetta do cargo de ministro da Saúde. O anúncio foi feito pelo ex-ministro em sua rede social.

Agora, quem assume a pasta é o oncologista e empresário Nelson Teich. A apresentação do novo ministro foi feita em um pronunciamento ainda nesta quinta no Palácio do Planalto.

Teich é formado na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), com especialização em oncologia pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), tem MBA em Gestão de Saúde pela Coppe e mestrado em Economia na Universidade de Nova York. É fundador do Centro de Oncologia Integrado.

Além disso, o empresário atuou como um dos consultores da campanha eleitoral de Bolsonaro para a área de saúde.

O ato oficial da exoneração de Mandetta já foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

Exoneração 

Em seu discurso, Bolsonaro comparou a demissão de Mandetta como um “divórcio consensual” e que não condena, nem critica e nem recrimina a atuação do ex-ministro.

“Ele fez aquilo, que como médico, achava que devia fazer. Ao longo desse tempo, a separação cada vez se tornava uma realidade, mas não podemos tomar decisões de forma que o trabalho feito até o momento fosse perdido”, disse.

Bolsonaro agradeceu Mandetta pela sua atuação durante o comando da pasta e também citou Nelson por ter aceitado o convite, afirmando que terá um “enorme desafio pela frente”.

Alinhados 

Bolsonaro afirmou que após uma conversa com o oncologista foi definido totalmente o seu entendimento da situação em que o Brasil vive como um todo, “sem apontar a manutenção da vida, sem esquecer que tínhamos outros problemas ao lado disso, que é o desemprego.”

Em suas propostas de ações para tomar sob o comando da pasta, Nelson defendeu as medidas do isolamento social, o uso de projeções matemáticas para o enfrentamento da pandemia e testes em massa.

“Vivemos um isolamento com um volume gigantesco de informações, temos que fazer um programa de testes para dominar a doença e assim definir políticas e ações para que possamos encontrar a solução” declarou o novo ministro sem entrar em muitos detalhes.

Auxílio Emergencial

Além disso, sobre o benefício destinado as famílias brasileiras garantirem uma renda básica durante a pandemia do novo coronavírus, o presidente declarou que não durará por muito tempo.

De acordo com ele, o governo federal não manterá por muito tempo o auxílio emergencial “ou outras ações” por ter gastado “aproximadamente R$ 600 bilhões e com a possibilidade de chegar a R$ 1 trilhão”.

 

 

Da Redação O Poder 

Foto: Reprodução

Justiça determina que Estado crie mais leitos para pacientes da Covid-19

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A Justiça do Amazonas determinou ao Governo do Amazonas a ativação de todos os leitos do Hospital Delphina Aziz e a contratação de leitos do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) e Hospital Beneficente Português para atender pacientes com a Covid-19. A Justiça atendeu ao pedido de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM) contra o Estado.

Decisão assinada pelo juiz da 4ª Vara de Fazenda, Paulo Fernando de Britto Feitoza, ele também determinou que o Estado providencie ventilação forçada nas tendas e entradas dos Prontos-Socorros e Hospitais que atendam pacientes com coronavírus, a apresentação de relatório quinzenal sobre a compatibilização de quantitativo de leitos de Unidade de Terapia Intensiva e leitos clínicos para pacientes infectados com o vírus.

O juiz também determinou a imediata retirada dos prontos-socorros de pacientes que estejam internados em cadeiras e macas, que sejam transferidas para unidades de saúde, onde possam ter assistência em leitos adequados às suas necessidades.

Na decisão, o magistrado destaca que, diante das argumentações do MP e notícias de que o Amazonas lidera o ranking nos casos de infecção e mortes, há evidencias de omissão do Governo do Amazonas. “Fica evidente que há omissão do Estado do Amazonas em promover medidas eficientes no combate à Covid-19, omissão esta, que põe em risco a vida dos portadores da doença, bem como daqueles que, mesmo não estando contaminados, carecem de atendimento médico urgente e constante.”

A decisão deve ser cumprida no máximo em cinco dias sob pena de aplicação de multa diária de R$ 100 mil, sem limite de dias-multa. “Se aplicará solidariamente tanto à Fazenda Estadual quanto aos agentes responsáveis pela implementação da ordem judicial”, diz trecho da decisão do dia 15 deste mês.

O juiz alerta, ainda no documento, que o gestor público pode responder pelo crime de desobediência e improbidade administrativa, se descumprirem a ordem.

Confira a decisão:

decisão acp covid

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Divulgação

Mandetta anuncia demissão do Ministério da Saúde

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Luiz Henrique Mandetta anuncia que foi demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do Ministério da Saúde. A declaração foi feita após uma conversa do ex-ministro com Bolsonaro na tarde desta quinta-feira,16, no Palácio do Planalto.

Na ocasião, Mandetta anunciou a demissão por meio de seu perfil no Twitter e agradeceu a oportunidade de comandar a pasta em frente à pandemia do novo coronavírus. “Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”, finalizou.

 

Da Redação O Poder

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Mandetta afirma que falta gestão e organização na saúde em Manaus

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O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, declarou nesta quinta-feira, 16, durante uma conversa virtual, que falta organização e gestão no sistema de combate ao novo coronavírus no Amazonas.

A conversa foi organizada pela entidade sem fins lucrativos, Fis Webinar, que reúne empresas, associações e lideranças, seja no setor público ou privado que busca auxiliar na evolução da saúde.

“Manaus está tendo muita dificuldade. Falta gestão, falta organização do sistema. Trocaram o secretário de saúde na semana passada. Só nesse governo foram quatro. Teve eleição fora de hora há um ano e meio. Ali vem tendo turbulência faz tempo”, afirmou.

Demissão

Além disso, o ministro confirmou nesta quinta que pode ser exonerado do cargo nos próximos dias. “Devemos ter uma situação de troca no ministério que deve se concretizar hoje ou amanhã”, disse Mandetta.

 

Conteúdo: 18horas

Foto: Jorge William / Agência O Globo

Com 165 casos novos, Covid-19 avança e número de infectados chega a 1.719 e 124 mortes

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Com 165 casos novos de coronavírus divulgados nesta quinta-feira, 16, o Amazonas chega aos 1.719 pacientes infectados com a Covid-19 e 124 mortos. Os dados foram divulgados no início da tarde pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM).

Segundo a diretora-presidente da FVS, Rosemary Pinto, desse total, 1.459 casos são na capital amazonense e 260 no interior. Dos pacientes internados, 122 são profissionais da área da saúde.

Dos pacientes infectados, 1.220 estão em isolamento domiciliar e 154 internados, sendo 70 em leitos clínicos e 84 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nas últimas 24 horas, o Amazonas confirmou 18 mortes pela doença, totalizando 124 mortes.

A diretora informou, ainda, que 221 pessoas estão fora do período de transmissibilidade do vírus.

 

Álik Menezes, para O Poder

Foto: Divulgação

‘Suspender atividades só por cima do meu cadáver’, diz Wilson Lima

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O governador do Amazonas Wilson Lima (PSC), se manifestou sobre a decisão do juiz titular da 5ª Vara da Fazenda Pública Estadial, Cezar Bandieira, que suspendeu o contrato do governo do Estado proibindo o aluguel do Hospital Nilton Lins, afirmando que a decisão judicial não afetará os trabalhos do governo do Estado.

A declaração foi feita na manhã desta quinta-feira, 16, durante uma entrevista para a emissora de TV Band Amazonas.

“Não muda nada o nosso trabalho no Hospital Nilton Lins e pra parar as atividades aqui tem que passar por cima do meu cadáver. Nós não vamos parar e quero ver quem vem aqui enfrentar o governador para parar o trabalho”, disse Lima.

O governo do Amazonas vai recorrer a decisão judicial, sendo classificada por Wilson Lima como “inadmissível e baseada em Fake News” diante da situação alarmante do novo coronavírus.

 

 

Ana Flávia Oliveira, para O Poder 

Foto e vídeo: Reprodução/ Band Amazonas

Presidente eleito do TSE, Barroso diz que eleição depende da pandemia

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Ao ser eleito hoje (16) para presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir de maio, o ministro Luís Roberto Barroso atual vice-presidente da corte, afirmou que a realização das eleições municipais deste ano depende da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Conforme a Constituição, o presidente do TSE é eleito pelos sete ministros que compõem a Corte. Numa tradição que remonta à primeira metade do século 20, porém, o escolhido é sempre o vice-presidente. Barroso permanece no cargo até fevereiro de 2022.

O ministro Edson Fachin foi eleito opróximo vice-presidente da Corte.

No discurso de agradecimento à sua condução à presidência da Corte, Barroso manifestou preocupação com a saúde da população por causa da pandemida do novo coronavírus e do possível adiamento das eleições municipais marcadas para outubro.

“Nossa maior preocupação é com a saúde da população. Se não houver condições de segurança para realizar as eleições, como conversamos [ministros do TSE] em reunião informal e administrativa, nós evidentemente teremos que considerar o adiamento pelo prazo mínimo indispensável para que possam realizar-se com segurança.”, disse o ministro.

Barroso disse que o TSE não apoia o adiamento das eleições municipais de 2022, quando serão escolhidos o presidente da República e os governadores.

“Conforme pude conversar com cada um os nossos colegas, não apoiamos o cancelamento de eleições [de 2020] para que venha a coincidir com 2022. Nós consideramos que as eleições são um rito vital para a democracia, portanto, assim que as condições de saúde permitirem, nós devemos realizar as eleições”.

Qualquer mudança no calendário eleitoral depende, entretanto, de aprovação do Congresso, lembrou Barroso. Ele disse que a Justiça Eleitoral mantém contato com a cúpula do Legislativo para fornecer um parecer técnico a ser considerado em conjunto com “as circunstâncias políticas” relacionadas ao adiamento.

A atual presidente do TSE, ministra Rosa Weber, assumiu em agosto de 2018, e esteve no comando da Justiça Eleitoral durante a última eleição presidencial.

“O país deve à Vossa Senhoria a condução de eleições dificílima e sob os ataques mais diversos, de maneira impecável e com resultados fidedignos que fizeram honrar a Justiça Eleitoral”, disse Barroso ao elogiar a presidente da corte, Rosa Weber.

 

Conteúdo: Agência Brasil

Foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil 

 

Joana Darc garante que até domingo Hospital Nilton Lins entra em funcionamento

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A líder do governo na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputada Joana Darc (PL), garantiu que o Hospital Nilton Lins vai entrar em funcionamento até o próximo domingo, 19, para atender os pacientes contaminados pelo coronavírus. A informação foi dada nesta quinta-feira, 16, numa entrada ao vivo da deputada na sessão virtual do Parlamento.

Na noite de ontem, 16, o juiz Cezar Bandieira expediu liminar sustando o aluguel entre o governo e o Hospital Nilton Lins na utilização do espaço físico.

Joana disse que está neste momento juntamente com o governador Wilson Lima (PSC) e a secretária de Estado de Saúde, Simone Papaiz, no local, fazendo uma inspeção com a equipe médica para agilizar o funcionamento do hospital.

“Estamos aqui na Nilton Lins fazendo uma verificação, mas estamos acompanhando a sessão plenária pelo telefone celular. Quero informar a todos os colegas e a população que viemos aqui para verificar o hospital e tivemos a notícia que até o fim de semana vai estar preparado para receber os pacientes com Covid-19 e já temos 90 leitos clínicos e 26 leitos de UTI para receber as pessoas”, anunciou.

Joana fez um apelo aos deputados  para que nesse momento o Amazonas se una por um só objetivo de combater e enfrentar o Covid-19 e que as discussões políticas não são mais urgentes do que colocar essa unidade pra funcionar e receber os pacientes que necessitam estar internados.

“Até domingo se tudo der certo aqui vai estar aberto pra receber a população. Quero fazer um pedido de apoio dos colegas pra que gente possa agendar a a reunião da secretária de Saúde para a semana que vem. Para que nesse momento todos os esforços da Susam e do governo sejam para a abertura imediata deste local. Lembrando que o que aconteceu aqui foi em relação à suspensão do pagamento, o trabalho continua do mesmo jeito e a equipe da Susam está empenhada em resolver isso”, afirmou.

Suspensão, não

O deputado Wilker Barreto (Podemos) criticou a sugestão de suspensão da convocação da secretária Simone Papaiz que estava agendada para essa semana. Na avaliação do deputado, em relação ao Covid-19, horas e dias são cruciais.

“Nós não estamos brincando estamos trabalhando duro. A secretária não vai ficar 48 horas dentro do Nilton Lins. Ela precisa tirar um horário ou de lá mesmo ela pode fazer um vídeo porque não é presencial. O que nós precisamos é tranquilizar o Amazonas, é um desencontro de informações. Fico feliz que é domingo agora, mas não concordo com o adiamento da convocação”, externou.

Dermilson Chagas (sem partido) foi acompanhou o colega da oposição e criticou a secretária da Susam. “Isso é inadmissível. O Ministério Público do Estado e o Federal, acabam de entrar com uma ação exigindo transparência do governo do Estado em relação ao coronavírus. As pessoas estão morrendo e me parece que é uma conversa de trazer a secretária. Agora estamos ouvindo da líder do governo protelando para a próxima semana a vinda da secretária. As pessoas estão morrendo”, concluiu.

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Aleam