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TCE-AM determina que Prefeitura de Manacapuru contrate profissionais da saúde

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A Prefeitura de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) deverá contratar profissionais da saúde. A determinação é do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).

De acordo com o órgão, a Prefeitura de Manacapuru deverá adotar providências para solucionar o problema da falta de profissionais em número suficiente para atender às demandas das unidades de saúde. O objetivo é extinguir a prestação de serviços médicos por meio de cooperativas e empresas.

A Prefeitura de Manacapuru deverá, ainda, comprovar as providências para realização de concurso público para médicos atuarem nas unidades de saúde do município.

 

 

Da Redação

TCE-AM apura possíveis irregularidades em contrato da Prefeitura de Silves

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O prefeito de Silves (a 203 quilômetros de Manaus), Paulino Grana (PSDB), vai ter que se explicar ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O órgão acatou Representação com pedido de Medida Cautelar, oriunda da Manifestação nº 553/2023, para apuração de possíveis irregularidades no Pregão Eletrônico nº 051/2023, contra o gestor público e a Prefeitura Municipal de Silves.

De acordo com o processo de licitação, a vencedora do certame foi a empresa MG da Amazônia Serviços de Engenharia, inscrita no CNPJ nº 27.253.136/0001-60, que vai receber o valor global de R$760.500,00, tendo por objeto serviços de manutenção de embarcações com aquisições de peças.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução 

Wilson Lima amplia para 97 o número de leitos do Hospital da Criança Zona Oeste

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O governador Wilson Lima entregou, nesta segunda-feira, 15, 15 novos leitos de internação no Hospital e Pronto-Socorro da Criança (HSPC) Zona Oeste, no bairro Compensa. Com a ampliação, a unidade passa a contar com 97 leitos divididos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), enfermaria, centro cirúrgico, observação e internação.

A ampliação reforça o atendimento aos pacientes com síndromes respiratórias. O governador destacou que esses investimentos também estão ocorrendo em outras unidades para garantir um atendimento de qualidade a população.

“Há uma preocupação nossa para que esse atendimento possa ser feito com agilidade e a gente está fazendo algumas mudanças para que o fluxo possa ter uma celeridade e que os pais não fiquem tanto tempo aqui na unidade de saúde, que tenham essa pronta-resposta”, disse o governador.

A unidade funciona de portas abertas, em tempo integral, e até então contava com 82 leitos.

A secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, explica que os novos leitos ampliam a capacidade de internação da unidade, que atende a casos de média e alta complexidade, especialmente em relação às síndromes respiratórias.

“O HPS Zona Oeste passou por todo um incremento na sua estrutura física e a primeira entrega que nós estamos fazendo é aqui, hoje, 15 leitos que se somam a um total de mais de 50 leitos pediátricos que já foram implementados na rede de saúde do Amazonas no governo Wilson Lima”, acrescentou a secretária de Saúde, Nayara Maksoud.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), a rede pública estadual contabiliza, atualmente, aproximadamente mil leitos clínicos pediátricos distribuídos em 86 unidades.

Em 2023, de janeiro a dezembro, o HPSC Zona Oeste atendeu mais de 78,5 mil pacientes pediátricos com a oferta de serviços de urgência e emergência em pediatria, ortopedia, cirurgia geral, dentre outros. A unidade possui laboratório e setor de imagens, que juntos realizaram mais de 216 mil exames somente ano passado.

Outros investimentos

Além de inaugurar pela primeira vez na história do Amazonas 36 leitos de Unidade de Terapia Intensiva no interior do estado para adultos e neonatal, a atual gestão do Governo do Amazonas contabiliza outros investimentos e entregas importantes na área da Saúde, como a realização inédita de 33 implantes cocleares e 30 transplantes renais apenas em 2024, além de 48 cirurgias bariátricas em 2023.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

Fotos: Diego Peres e Alex Pazuello / Secom

Justiça suspende votação de empréstimo da Prefeitura de Manaus

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Por decisão do desembargador plantonista, Lafayette Carneiro Vieira Júnior, a votação do empréstimo de R$ 580 milhões da Prefeitura de Manaus ao Banco do Brasil, previsto no projeto de lei 69/2024, está suspensa. O magistrado acatou pedido do vereador William Alemão.

“O referido PL propões modificação substancial na Lei 3.220, criando uma nova garantia referente às receitas provenientes do 1% que Manaus tem direito do Fundo de Participação dos Municípios”, diz trecho do documento do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus (CMM) deverá revisar o projeto de empréstimo, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. A prefeitura ainda pode recorrer.

 

 

Da Redação

CNJ afasta juiza da Lava Jato

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O Corregedor Nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, pediu o afastamento cautelar da juíza Federal Gabriela Hardt. A decisão foi proferida no âmbito de correição instaurada para verificar o funcionamento da 13ª vara de Curitiba/PR durante a operação Lava Jato. A decisão será colocada a julgamento para ratificação na sessão plenária do CNJ desta terça-feira, 16.

O ex-juiz e senador Sergio Moro também é investigado no mesmo processo, mas o caso será tratado no mérito, quando do exame da questão pelo plenário do CNJ, dado que não há nenhuma providência cautelar a ser adotada no campo administrativo.

Segundo o corregedor, o relatório da correição identificou diversas irregularidades e ilegalidades ocorridas nos fluxos de trabalho desenvolvidos durante diversas investigações e ações penais que compuseram a Lava Jato, especialmente no que se refere aos mecanismos de controle e prestação de contas referentes aos repasses de valores depositados em contas judiciais à Petrobras, decorrentes dos acordos de colaboração premiada e de leniência.

“Os atos atribuídos à magistrada Gabriela Hardt, além de recair, em tese, como tipos penais – peculato-desvio (artigo 312 do Código Penal), com possíveis desdobramentos criminais interdependentes, prevaricação (artigo 319 do Código Penal), corrupção privilegiada (art. 317, § 2º, do Código Penal) ou corrupção passiva (artigo 317, caput, do Código Penal) -, também se amoldam a infrações administrativas graves, constituindo fortes indícios de faltas disciplinares e violações a deveres funcionais da magistrada.”

O relatório da correição apontou que a decisão da magistrada foi baseada exclusivamente em informações incompletas e até mesmo informais, fornecidas fora dos autos e sem qualquer registro processual, dos procuradores da força-tarefa, sem qualquer tipo de contraditório ou intimação da União Federal.

“Tal comportamento, como se percebe e foi demonstrado desde o relatório preliminar da correição (e agora apontado com mais detalhes pelo documento completo), fazia parte da estratégia concebida para recirculação dos valores repassados pelo juízo a Petrobras, posteriormente constrangida a celebrar o acordo nos EUA para o retorno do montante bilionário para a fundação privada.

” Na decisão, o corregedor ainda apontou que o STF, no julgamento da ADPF 568, assinalou que a irregularidade dessa destinação, com violações a princípios constitucionais que têm reflexos na esfera administrativa e penal, possivelmente.

Diante da correição, Salomão destacou que há elementos que atestam a existência de indícios de cometimento de graves infrações disciplinares pela magistrada, por eventual infringência à Loman e ao Código de Ética da Magistratura Nacional, bem como dos princípios da legalidade, moralidade e republicano, previstos na Constituição.

Por fim, o ministro salientou que a natureza da atividade desenvolvida pela juíza exige e impõe atuar probo, lídimo, íntegro e transparente, sendo inaceitável que, aparentemente descambando para a ilegalidade, utilize da função para fazer valer suas convicções pessoais.

“Faz-se, portanto, inconcebível que a investigada possa prosseguir atuando, quando paira sobre ele a suspeita de que o seu atuar não seja o lídimo e imparcial agir a que se espera. Nessa ordem de ideias, o afastamento atende à necessidade de resguardo da ordem pública, seriamente comprometida pelo agir irregular dos reclamados, assim como, atende à necessidade de estancar a conduta aparentemente infracional.”

O ex-juiz e senador Sergio Moro também é investigado no mesmo processo, mas o caso será tratado no mérito, quando do exame da questão pelo plenário do CNJ, “dado que não há nenhuma providência cautelar a ser adotada no campo administrativo”.

 

 

Da Redação, com informações o Portal Migalhas

Foto: Reprodução 

PEC do fim da reeleição avança no Senado

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O relator oficial da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da reeleição, será o senador Marcelo Castro (MDB-PI). Agora, o texto para proibir que presidente, governador e prefeito possa concorrer a um segundo mandato consecutivo deve avançar no Senado. A PEC está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Castro foi escolhido como relator por sua proximidade com o tema eleitoral. O senador é o relator do Código Eleitoral, também em análise na comissão.

Além da proibição da reeleição para cargos do Executivo, a PEC também deverá aumentar os mandatos dos políticos brasileiros. Para a maioria dos cargos, o tempo de mandato passará dos quatro anos atuais para cinco anos. Já para senadores, que já contam com um mandato com o dobro de anos dos demais cargos eletivos ,o tempo para ficar no Senado passará de oito anos para dez anos.

De acordo com Castro, o próximo passo é decidir sobre a inclusão na PEC de um tema que tem o apoio da maior parte dos líderes partidários: a coincidência de eleições. Os senadores querem fazer com que as eleições brasileiras aconteçam todas no mesmo ano, sem a divisão atual de eleição municipal em um ano e dois anos depois das eleições gerais, incluindo para presidente.

O problema, no entanto, é qual seria o modelo para unificar os pleitos e como se daria a transição do modelo atual para o novo. Sem uma resposta definitiva, Castro deve fazer uma pesquisa interna com os senadores, apresentando opções para a coincidência e a transição.

O objetivo da pesquisa é identificar a preferência entre os senadores e seguir apenas com a opção de maior aderência”, diz o relator em nota.

Depois dessa definição, o texto deve avançar na CCJ. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já disse que vê espaço para a Casa analisar o tema ainda em 2024. Por causa das eleições municipais, a análise dos projetos deve ficar concentrada no primeiro semestre.

De autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), a PEC foi apresentada em 2022. Nos últimos meses a proposta angariou apoio dentro do Senado, principalmente depois de Pacheco colocar o texto como uma de suas prioridades para 2024. No entanto, o presidente Lula já disse a senadores que é contra a medida.

 

 

Da Redação, com informações do UOL

Foto: Reprodução 

O imbróglio na indicação das vagas do STJ

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Fachada do edifício sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Com duas vagas abertas entre suas 33 cadeiras, com as aposentadorias recentes de duas ministras, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) está às voltas com uma questão delicada quanto ao preenchimento de uma delas.

Entre as duas cadeiras em aberto, uma delas, a deixada por Assusete Magalhães, é destinada a desembargadores de Tribunais Regionais Federais (TRFs). Já a outra, onde estava Laurita Vaz, é destinada a um integrante do Ministério Público. É na sucessão de Laurita que se dá o enrosco.

Cabe aos ministros do STJ eleger listas com três nomes para cada vaga, entre as quais Lula escolherá os dois novos ministros da Corte. No caso da cadeira destinada ao MP, os Ministérios Públicos estaduais têm 35 nomes na disputa e o Ministério Público Federal (MPF) tem seis.

O problema se dá porque há quem interprete que, segundo a Constituição, ao menos uma vaga no STJ deve ser ocupada por ministro oriundo do MPF. Com a aposentadoria de Laurita Vaz, no entanto, a composição do tribunal ficou sem nenhum componente com origem no MPF. Ou seja: atualmente, o STJ estaria, de acordo com essa visão, descumprindo a Constituição.

O Artigo 104 da Constituição, que trata da formação do STJ, prevê que um terço das cadeiras na Corte será ocupado, “em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente”.

Caso não seja escolhido um membro do MPF para ocupar a cadeira de Laurita, o desrespeito à previsão da Constituição persistiria, o que abriria margem para impugnações. Se a formação da lista tríplice for de fato executada, ainda é possível que, ao chegar a Lula, ele opte por não fazer a nomeação, já que estaria corroborando uma inconstitucionalidade.

No STJ, há quem defenda que o “alternadamente” é o que salva o tribunal de descumprir a Constituição, pois não obrigaria a sempre ter alguém do MPF, podendo haver uma alternância.

O assunto desperta atenção no MPF desde o ano passado. Em 6 dezembro de 2023, a então procuradora-geral da República, Elizeta Maria Ramos, enviou à presidente do STJ, ministra Maria Thereza de Assis Moura, um ofício para tratar do assunto.

No documento, ao qual a coluna teve acesso, ela propôs que, antes mesmo da abertura formal do processo de indicação, o tema fosse decidido pelo STJ, o que não ocorreu – haja vista que há nomes dos MPs estaduais na disputa pela lista tríplice a ser eleita pelos ministros da Corte.

Elizeta manifestou a Maria Thereza “preocupação com um reiterado agir que resulte, em sua essência, na negativa de vigência de tais regras na composição do Superior Tribunal de Justiça”.

A então chefe da PGR afirmou que a falta de um ministro originado no MPF “não parece ser a correta inteligência do disposto na Constituição Federal”.

“Não parece adequado e razoável, no momento em que a Constituição Federal completa 35 anos de vigência, mostrando-se um dos textos mais longevos de nossa história, que o Superior Tribunal de Justiça deixe de enfrentar a discussão sobre a sua própria composição e, em tal linha de entendimento, reconheça que não existe uma liberdade interpretativa tão ampla a ponto de desnaturar o desenho trazido pelo Texto Constitucional, que garante um equilíbrio entre a presença de agentes públicos vindos da atuação no sistema judiciário estadual e aqueles cuja trajetória profissional se fez no sistema judiciário federal”, escreveu.

Elizeta afirmou ainda na ocasião esperar que o STJ reconhecesse “a situação de desequilíbrio atual” e adotasse “de forma objetiva, as medidas necessárias a que, no decurso do menor prazo, reaproxime a sua composição do desenho que o Texto Constitucional lhe conferiu”.

Um outro lance nesse contexto também não passou despercebido no STJ. Nessa quarta-feira (10/4), na sessão solene que celebrou os 35 anos do tribunal, o atual PGR, Paulo Gonet, incluiu em seu discurso um trecho entendido por alguns integrantes do tribunal como um recado.

Disse Gonet: “A missão do STJ vem sendo desenvolvida como se esperava institucionalmente. O Ministério Público Federal tem a satisfação de contribuir para esse êxito, formando a composição do tribunal e atuando, quer como parte, quer como fiscal da lei, nos tantos processos que aqui aportam”.

Procurada, a ministra Maria Thereza de Assis Moura afirmou por meio da assessoria de imprensa que o STJ “cumprirá o que determina o artigo 104 da Constituição Federal e o Regimento Interno do STJ para o preenchimento da vaga oriunda da aposentadoria da ministra Laurita Vaz”.

A possível indicação de Campbell

O teste de força para o futuro corregedor nacional de Justiça, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell, será a indicação do procurador de Justiça do Acre Sammy Barbosa para o cargo de ministro do STJ.

Campbell, que assumirá o cargo de corregedor nacional de Justiça em agosto, vem apostando todas as fichas em Sammy Barbosa.

O ministro do STJ está tão confiante na inclusão do nome de Sammy na lista dos indicados que, em recentes conversas com outros ministros, pediu para que eles votassem no procurador de Justiça do Acre e em outros dois candidatos desconhecidos.

 

 

Com informações do Metrópoles

Depois do MPF, agora o TCE-AM apura possíveis irregularidades em contratação para dragagem do Tarumã

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Depois de intervenção do Ministério Público Federal (MPF), agora é o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) que, por intermédio do Processo nº 12510/2024, acatou Representação interposta pelo Ministério Público de Contas (MPC), em desfavor da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Manaus (Seminf), do secretário Renato Júnior, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) e empresa Pomar Ltda.

De acordo com o TCE-AM vai ser investigado possíveis iregularidades em contratação de operação de dragagem por balsa na foz do Rio Tarumã-Açu, margem esquerda do baixo Rio Negro, zona Oeste de Manaus, envolvendo impactos ambientais negativos ao rio federal (Rio Negro) e ao Rio estadual (Tarumã-Açu).

Em fevereiro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF), já havia denunciado o caso de possíveis irregularidades nos serviços de dragagem e que agora o processo está em tramitação no TCE-AM.

 

 

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

 

Amazonas Energia, estranhamente, deixa 85% de Manaus em ‘apagão’, nesse domingo

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Aproximadamente 85% de Manaus ficou em completo “apagão” nesse domingo (14). O serviço foi interrompido por volta das 14h e, de acordo com a Amazonas Energia, houve um desligamento intempestivo da linha de transmissão que pertence à empresa transmissora.

Com isso, as zonas Centro-Oeste, Sul, Centro-Sul e parte da Zona Norte da capital amazonense foram afetadas. Além disso, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo, também foram afetados pelo “apagão”.

O problema durou, aproximadamente, quatro horas. A energia voltou gradativamente, em algumas áreas, a partir das 17h30.

Além da falta de energia, a população também foi prejudicada pela falta de internet e de água. Os serviços foram normalizados aos poucos, após o fim do “apagão”.

 

 

Da Redação

Marcelo Ramos realiza evento com militância do PT

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Pregando o diálogo, primeiro com os membros do Partido dos Trabalhadores e consequentemente com os partidos da federação que compõem a esquerda, o ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT), realizou na manhã deste sábado, 13, evento com a militância do PT onde lançou a proposta da sua pré-candidatura a prefeito de Manaus e que espera que o seu nome seja o escolhido.

De acordo com Marcelo Ramos, a pedido do presidente Lula ele vai conversar com todos os membros do partido e da federação e que não iria impor a sua candidatura, mas dialogar com todos e nesse campo democrático de construir as alianças, afirmou ao agradecer ao presidente municipal do PT, Valdemir Santana e Anne Moura.

“As disputas internas estão de quarentena até as eleições, pois o nosso objetivo é derrotar o Bolsonarismo. Lembro que quando ainda era do PL escrevi um artigo dizendo porque eu votava no presidente Lula e justamente por isso voto no Lula, pois não posso continuar pensando diferente e mantendo um diálogo democrático. É uma honra ter sido convidado pelo presidente Lula que é o melhor presidente da história recente do Brasil”, afirmou.

“Campo das ideias”

Ao relembrar que na última eleição para presidente, Manaus deu 62% dos votos para Bolsonaro, Marcelo Ramos disse que mantinha o desafio de alguém apresentar ao menos uma obra que o Bolsonaro trouxe para Manaus e para o Amazonas nos seus quatro anos de governo.  Marcelo disse que queria debater no campo das ideias todo o bem que Lula fez para o Amazonas.

“Quero lembrar a sociedade manauara que todas as obras tem a marca do governo do PT, o Viver Melhor, Luz Para Todos, Arena, a Ponte, a manutenção a Zona Franca de Manaus, geração de emprego, tudo do governo Lula e Dilma que fizeram por essa cidade.  O governo do PT só trouxe o bem para Manaus. Fica o desafio que fiz desde o primeiro dia da campanha, uma obra dos quatro anos de Bolsonaro na cidade de Manaus. Não vale a ponte de madeira de 12 metros de São Gabriel da Cachoeira. Não existe uma obra. O que existe de lembrança dos quatro anos de governo era não mandar o oxigênio e não comprar vacinas”, enfatizou.

Projetos para Manaus

Durante o seu pronunciamento, Marcelo Ramos afirmou que Manaus tem problemas que devem ser melhor estudados para serem resolvidos e não por intermédio de Memes. Ele afirmou que existem quatro aspectos fundamentais que precisam ser resolvidos se referindo ao reajuste salarial dos professores, transporte coletivo e comunidade urbana, segurança pública e saneamento básico.

“Quero falar de quatro aspectos fundamental na cidade. Primeiro atual não podemos discutir e oferecer aos professores um reajuste menor que a inflação de março 3,93% e não é razoável oferecer 1,25  fazer damagogia não resolve.  O critério do reajuste que é o nosso é a reposição da inflação. Se cresce a riqueza do país o trabalhador cresce junto porque ele é parte dessa riqueza”, disse.

Transporte Coletivo

Marcelo Ramos ainda falou sobre um problema crônico da cidade que é o transporte coletivo e comunidade urbana. “Não adianta somente colocar mais ônibus na cidade e construir viadutos que depois de cinco anos volta a ter problema, Temos que discutir a mobilidade urbana e ninguém quer falar sobre isso. Não podemos ter tantos prédios abandonados e não  renova a moradia no Centro de Manaus.”, afirmou.

Segurança pública

Na avaliação de Marcelo Ramos a segurança pública não é um problema somente do Estado. Ele defendeu a melhoria da iluminação pública na cidade e praças. “A gente faz de conta que isso não existe. Sei como é a praça do Armando Mendes sem reforma. Hoje a praça São Sebastião é um dos lugares mais seguros porque tem policia, não porque tem luz. A prefeitura tem responsabilidade quando ilumina bem o lugar e o torna habitável. Onde tem a guarda municipal diminui os acidentes”, disse.

Saneamento básico

Marcelo Ramos afirmou que Manaus entrega muito pouco de saneamento básico a população. “Não dá pra ser uma cidade que entrega tão pouco de saneamento básico na vida das pessoas. Temos problemas de saúde por conta do baixo investimento em saneamento básico. Nos vamos repactuar o contrato da Águas de Manaus com critérios mais rígidos”, prometeu.

Marcelo Amil 

Marcelo Ramos destacou a participação do candidato do PSIL, Marcelo Amil no debate dos candidatos a prefeitura de Manaus, realizado ontem na sede da OAB do Amazonas. Ele disse que conta com ele na caminhada política, pois acredita que o PSOL deve caminhar com ele nessa construção política que está sendo tratado primeiro com o PT e depois com os partidos da federação.

“Quero parabenizar o Marcelo Amil.  Queremos dizer que o lugar do PDT é aqui e não ao lado dos bolsonaristas e tem que estar aqui conosco. Vamos conversar com eles porque queremos unificar a esquerda”, afirmou. .

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução