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TRE-AM abre vaga para juiz na 65.ª Zona Eleitoral

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O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) divulga, a pedido do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), a abertura de vaga para o cargo de juiz eleitoral da 65.ª Zona Eleitoral de Manaus, devido à proximidade do término do biênio do magistrado da circunscrição.

Com a republicação do Edital n.º 001/2024 em 10 de abril, o prazo de 20 dias para os juízes interessados em pleitear o cargo apresentarem seus requerimentos de inscrição começa nesta quinta-feira, 11, e terminará em 30 de abril.

As inscrições devem ser feitas com apresentação de formulário junto ao setor de Protocolo do TRE/AM. Este formulário está disponível no site www.tre-am.jus.br, acessando o link: Institucional, Zonas Eleitorais, Publicação de Edital Inscrição de Juízes Eleitorais.

Os procedimentos de publicação de edital e de inscrição dos interessados estão disciplinados nos artigos 40-I e 40-J do Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas.

 

Da Redação com informações do TJAM 

Foto: Divulgação

Governo do Amazonas defende o direito de pavimentar BR-319

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Alvo de críticas de entidades e de ambientalistas, o projeto de pavimentação da rodovia BR-319 é apoiado pelo governo do Amazonas como “forma de tirar o estado do isolamento em relação ao restante do Brasil”. A estrada conecta Manaus, no coração da Floresta Amazônica, a Porto Velho, no “arco do desmatamento”. O estado de Rondônia também foi procurado pelo GLOBO, mas não respondeu se é favorável ou contrário à obra, informando apenas que o contato deveria ser feito com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Por nota, o governo do Amazonas acrescentou que espera que a pavimentação da BR-319 “atenda ao escoamento da produção, entre ela a industrial, tornando o Amazonas mais competitivo economicamente”. A gestão argumenta ainda que isso pode ser feito “sem deixar de atender a todas as condicionantes necessárias para que não haja impactos ambientais”.

Na semana passada, um estudo da Transparência Internacional constatou a necessidade de aprimoramento da transparência sobre a execução de contratos e riscos socioambientais da pavimentação da via.

O diagnóstico indica baixos níveis de transparência em quatro das cinco fases da contratação. Foram identificadas ausência de consultas livres, prévias e informadas à população impactada; fragilidade de informações sobre a execução dos contratos; e falta de informação ampla sobre o licenciamento ambiental.

Procurado, o Dnit afirmou que “os contratos referentes à BR-319 são relativos à execução de serviços de manutenção rodoviária, bem como a execução de obras emergenciais, para as quais não há exigência de consulta prévia à população, bem como licenciamento ambiental específico”.

O Dnit informou, ainda, que os processos de medição para pagamento dos serviços prestados por suas contratadas na plataforma SEI são públicos, sendo possível a todo cidadão solicitar o acesso aos documentos, no e-sic. Além disso, apontou que, no Portal da Transparência, também é possível acessar as informações à respeito dos dos projetos e ações relacionadas à autarquia.

O que diz a Transparência Internacional Brasil

O estudo aponta que o pior desempenho (nota 0, numa escala de 0 a 100) foi em relação às consultas livres, prévias e informadas aos povos da floresta e a todos os grupos e comunidades potencialmente afetados pela construção da BR-319. A obrigatoriedade é prevista pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Constituição Brasileira.

A ONG avalia que o único quesito a receber a classificação “média” foi a transparência na fase externa da licitação (46,4). O relatório certifica que foi possível identificar informações como homologações das licitações e atas das reuniões das comissões de licitações no portal do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e no contratos.gov.
Em contrapartida, a Transparência Internacional diz que não estão disponíveis informações como o parecer técnico dos órgãos envolvidos quanto ao licenciamento ambiental e extrato do contrato.

A pesquisa é uma parceria com o Observatório da BR-319 — rede formada por organizações da sociedade civil que atuam na área de influência da via, que compreende 13 municípios, 42 Unidades de Conservação e 69 Terras Indígenas.

Obra preocupa ambientalistas

A pavimentação do trecho do meio da rodovia, única conexão terrestre da capital do Amazonas com o restante do país, preocupa pesquisadores. Com cerca de 900 quilômetros de extensão, a BR-319 foi definida como inviável “economicamente e ambientalmente” pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em sessão da CPI das ONGs do Senado em novembro. O projeto foi incluído Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pacote de medidas de infraestrutura prioritárias do Executivo.

A reforma tem como principal entusiasta um integrante de um partido da base, mas bolsonarista, o governador do Amazonas, Wilson Lima
Veja a íntegra da nota do governo do Amazonas:

O Governo do Amazonas informa que não é responsável por nenhuma obra em andamento BR-319. Todas resultam de contratos regidos pelo Governo Federal. O Instituto de Proteção Amabiental do Amazonas (IPAAM) concede apenas licenças ambientais, para serviços específicos realizados pelo órgão federal responsável pela obra.

O Governo do Amazonas defende a obra de pavimentação da BR-319 como forma de tirar o estado do isolamento em relação ao restante do Brasil. O compromisso do governo estadual é de que a obra atenda ao escoamento da produção, entre ela a industrial, tornando o Amazonas mais competitivo economicamente, sem deixar de atender a todas as condicionantes necessárias para que não haja impactos ambientais. Entre as sugestões do Governo do Amazonas está a de tornar a BR-319 uma estrada-parque, alinhando desenvolvimento econômico e sustentabilidade.

Veja a íntegra da nota do Dnit:

O DNIT informa que os contratos referentes à BR-319, são relativos à execução de serviços de manutenção rodoviária, bem como a execução de obras emergenciais, para as quais não há exigência de consulta prévia à população, bem como licenciamento ambiental específico.

A autarquia aderiu ao Programa de Rodovias Federais Ambientalmente Sustentáveis – PROFAS, realizando a manutenção da malha viária federal de maneira sustentável, utilizando os recursos naturais de maneira eficiente e de modo a colaborar com a conservação da natureza.

O DNIT informa, ainda, que os processos de medição para pagamento
dos serviços prestados por suas contratadas na plataforma SEI são públicos, sendo possível a todo cidadão solicitar o acesso aos documentos, no e-sic. Além disso, no Portal da Transparência, também é possível acessar as informações à respeito dos projetos e ações relacionadas à autarquia.

 

 

Com informações de O Globo

Confederação dos Municípios alerta para prazo do Novo PAC Educação

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que começou na última segunda-feira, 8, e vai até o dia 6 de maio, o prazo para os gestores educacionais cadastrarem, via Transferegov.br, as propostas selecionadas no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

De acordo com a CNM é importante salientar que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) apontou alguns critérios para análise e documentos específicos que precisam ser anexados, a depender do projeto, conforme disponibilizado no portal do Fundo.

Após a realização do cadastro, o FNDE analisará as propostas e, se necessário, solicitará complementações. O proponente deve ficar atento às datas de resposta, pois o descumprimento de prazos poderá ocasionar a desclassificação da proposta.

Após a aprovação pelo FNDE, o processo seguirá para a Caixa Econômica Federal (CEF) para acompanhamento das fases da obra. Todo o processo será realizado pelo Transferegov, sem a necessidade do envio de ofícios para o FNDE ou para a Caixa.

Em caso de dúvidas, foi disponibilizado o Manual de preenchimento da proposta de formalização e o resultado da seleção pode ser consultado por meio da Portaria 215/2024.

 

 

Da Redação, com informações da Agência CNM de Notícias

Foto: Reprodução

Polícia Federal está ‘na cola’ de Elon Musk

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Com toda polêmica em torno da rede social X, o seu proprietário, Elon Musk, passou a ser um dos nomes mais citados no Brasil. O empresário está na mira, inclusive, da Polícia Federal.

O órgão vai investigar, por determinação do ministro Ricardo Lewandowski, se Musk cometeu alguma apologia ao crime. Isso porque o dono da rede social ameaçou descumprir decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e criticou o ministro Alexandre de Moraes.

Recentemente, Musk prometeu reativar perfis bloqueados por determinação do STF. Além disso, o empresário disse que iria acabar com as operações no Brasil.

A PF vai analisar se as declarações do empresário podem ser enquadradas, por exemplo, como apologia ao crime.

 

 

Da Redação

Eleições 2024: Nadiel Serrão lidera corrida para Prefeitura de Itapiranga em pesquisa Pontual

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O Instituto Pontual Pesquisas realizou estudo eleitoral no município de Itapiranga  (a 339 quilômetros de Manaus) entre os dias 1º e 4 de abril. A pesquisa eleitoral teve registro no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) sob o número AM-05396/2024, obedecendo assim a legislação vigente e cumprindo o rigor metodológico necessário para atender às resoluções específicas. A amostra teve 368 entrevistas presenciais, alcançando margem de erro de 5% com intervalo de confiança 95%.

Intenção de votos

O ex-prefeito Nadiel Serrão destacou-se na pesquisa conquistando o primeiro lugar com 31% da preferência do eleitorado. Isso conferiu a ele vantagem sobre o segundo colocado, Marcelo da Civil, que obteve 26,4% das intenções de voto.

Já o ex-secretário João Luís Lessa alcançou 18,5%. Os indecisos representaram 17,7% do total, enquanto 6,4% afirmaram que votariam branco/nulo.

Rejeição

O estudo mostra que o candidato à Prefeitura de Itapiranga menos rejeitado é Marcelo da Civil com 13,9%. Em contrapartida, o ex-secretário João Luís Lessa é o candidato mais rejeitado com 29,9%. Em segundo lugar, está o ex-prefeito Nadiel Serrão com 27,7%.

Indecisos somam 24,7% e branco/nulo somam 3,8%.

Decisão

Questionados sobre a decisão da escolha do candidato, 61,4% dos entrevistados responderam que estão decididos sobre em quem irão votar. Já 20,4% admitiram que podem mudar o voto, enquanto 18,2% não souberam opinar.

Estudo

Para fins de validação, o Instituto Pontual possui registro no Conre-7 sob nº 8260, com estatístico devidamente registrado sob nº 9079. As pesquisas realizadas pela Pontual são supervisionadas pelo Professor Mestre Eric Barbosa, especialista em pesquisas de opinião pública e diretor do Instituto Pontual Pesquisas – empresa especializada em pesquisas de opinião pública, mercado e eleitoral, com atuação desde 2016 nos estados da Região Norte do país.

A íntegra da pesquisa está aqui.

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Ilustração: Neto Ribeiro/Portal O Poder

Câmara decide manter prisão preventiva do deputado Chiquinho Brazão

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A Câmara dos Deputados manteve, por 277 votos favoráveis, a prisão em flagrante e sem fiança do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), detido no dia 24 de março pela Polícia Federal sob acusação de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Houve 129 votos contra a prisão e 28 abstenções.

Saiba como votou cada deputado

Para manter a prisão preventiva, são necessários os votos da maioria absoluta da Câmara (257 votos).

O deputado foi preso por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito. A decisão foi seguida pela 1ª Turma do STF.

O Plenário da Câmara acompanhou parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), de autoria do deputado Darci de Matos (PSD-SC), que recomenda a manutenção da prisão preventiva por crime flagrante e inafiançável de obstrução de Justiça com o envolvimento de organização criminosa.

Além do deputado, é acusado de mandante do crime o seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. O processo passou a tramitar no Supremo porque ambos têm foro privilegiado.

O assassinato de Marielle ocorreu em março de 2018, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense.

Obstrução à Justiça
Ao ler seu parecer em Plenário, o deputado Darci de Matos defendeu a manutenção da prisão do parlamentar concordando com a tese do Supremo de que a medida cautelar era necessária por atos de obstrução à Justiça.

Darci de Matos ressaltou que está “claramente configurado o estado de flagrância do crime apontado, seja por sua natureza de permanência, seja pelo fato de que os atos de obstrução continuavam a ser praticados ao longo do tempo”.

Quanto à não possibilidade de fiança, o relator seguiu jurisprudência do STF aplicada desde 2015, segundo a qual, se estiverem presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva nos casos concretos, não há lógica ou razoabilidade na concessão de fiança. “Em outras palavras, deveria ser afastada a afiançabilidade de um crime quando presentes os requisitos da preventiva”, disse.

Por outro lado, para casos futuros, Matos disse reconhecer a necessidade de se aprofundar o debate em torno da impossibilidade de se conceder fiança nas prisões preventivas. “A nosso ver, deve-se entender como crimes inafiançáveis apenas quando considerados in abstracto, em face de definição constitucional e legal, de que são exemplos o racismo, a tortura, o tráfico, o terrorismo, a ação de grupos armados, aqueles contra a ordem constitucional e o Estado Democrático e os hediondos e equiparados”, afirmou.

No entanto, o relator ponderou que as prerrogativas não devem ser mal usadas. “As prerrogativas existem para proteger a atuação parlamentar, em uma lógica de proteção dos interesses coletivos e não individuais”, ponderou Darci de Matos.

Defesa
O advogado do deputado Chiquinho Brazão, Cleber Lopes, contestou que haja estado de flagrante para justificar a prisão do parlamentar. “Na CCJ, pretendeu-se construir a ideia de que havia estado de flagrância e que o crime era inafiançável. Se houvesse estado de flagrante, será que a Polícia Federal não o teria prendido em flagrante?”, questionou.

Chiquinho Brazão não participou virtualmente do debate em Plenário, segundo Lopes, porque não havia agente penitenciário ou conexão no presídio. “Ele está privado de participar deste ato”, disse o advogado.

O advogado reclamou que até agora não tem acesso à delação premiada que respaldou a prisão de Brazão. “Meu cliente está preso por uma delação a que eu não posso ter acesso”, criticou.

Ele lembrou que, nos últimos anos, pessoas foram presas por conta de delações premiadas sem confirmação posterior, em que o investigado foi absolvido ou sequer denunciado.

Precedente
Para o advogado, a prisão preventiva de Brazão pode gerar um precedente que impactará outros parlamentares. “Não tenho dúvida, se o Parlamento brasileiro não tomar uma posição agora, teremos prisões preventivas em série contra parlamentares desta Casa”, disse Lopes.

Ele ressaltou que outros crimes além de homicídio preveem prisão preventiva, como os crimes dolosos com pena superior a quatro anos.

Para Cleber Lopes, o STF “sequer teria competência para analisar a prisão de Brazão”, pois o homicídio foi praticado antes do mandato dele de deputado federal, e os atos de obstrução de Justiça não teriam relação com o mandato.

Regra da Constituição
A Constituição determina que as prisões preventivas de parlamentares devem ser analisadas pelo Plenário da Casa do congressista.

A decisão de hoje do Plenário da Câmara dos Deputados foi transformada em resolução promulgada na mesma sessão (Resolução 9/24).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Foto: divulgação

Rodrigo Sá deixa o comando do Detran-AM para atuar na linha de frente das Eleições Municipais de 2024

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Atual presidente estadual do Progressistas, Rodrigo está cotado para concorrer ao cargo de vereador ou, até mesmo, de vice-prefeito

Em evidência no cenário político nas últimas semanas, Rodrigo Sá deixou a presidência do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM), na última sexta-feira (05/04), para se tornar uma das peças-chave nas Eleições 2024, podendo concorrer ao cargo de vereador ou, até mesmo, de vice-prefeito ao lado do deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil), pré-candidato a prefeito de Manaus.

Atual presidente do Partido Progressistas (PP) no Amazonas, com as bênçãos do governador Wilson Lima e do senador Ciro Nogueira, presidente nacional da sigla, Rodrigo é um dos nomes que estão à disposição de Wilson para atuar no ‘front’ eleitoral. Ele disputou o cargo de deputado federal, em 2022, e, desde então, tem se mostrado um dos homens de confiança de seu líder político, como gosta de chamar o governador. Tanto que recebeu de Wilson Lima a missão de reestruturar o Progressistas no Amazonas.

À frente do Detran Amazonas desde 2019, Rodrigo ganhou notoriedade estadual ao modernizar a instituição com serviços digitais, melhoria estrutural e descentralização das atividades, abrangendo inúmeros municípios do interior. Além disso, foi o responsável por implementar o programa “Detran Cidadão”, idealizado por Wilson Lima, e que consiste no tripé: “CNH Social”, “CNH na Escola” e “Motociclista Legal”.

Na última semana, durante a posse do coronel Alfredo Menezes, como presidente municipal do Progressistas, na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Rodrigo, que é delegado de Polícia Civil, ressaltou que todos os partidos que compõem o arco de aliança do governador, estão focados em ocupar um papel de protagonismo nas Eleições Municipais de 2024.

“Estamos preparando o futuro da cidade de Manaus, para melhorar a vida da cidade de Manaus. Um estado, um país, só se torna próspero, quando os municípios são prósperos. Se a cidade de Manaus não avança, o nosso Estado padece, a Região Norte padece, e o nosso País padece. Estamos imbuídos no propósito da construção de um Progressistas forte, mas aliado a partidos como o União Brasil, o PMB, o Podemos e vários outros. Tenho absoluta certeza que teremos papel de protagonista em 2024”, disse Rodrigo Sá, que já se descreveu como “soldado” de Wilson Lima.

Da redação

Foto: divulgação

Eleições 2024: Divisão de partidos pode resultar em baixa renovação na CMM

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A Câmara Municipal de Manaus (CMM) tem um histórico de renovação de metade dos vereadores. Em 2016, houve mudança em 48% das cadeiras, enquanto em 2020 teve 50%. Mas será que em 2024 será assim? 

É preciso levar em consideração no cenário deste ano que não existem mais as coligações e que os vereadores de um mesmo partido “duelarão” entre si por uma cadeira na Casa Legislativa municipal. 

Com o término da janela partidária e a nova disposição das bancadas na CMM, é possível analisar que os partidos tanto da situação quanto o da oposição estão bem distribuídos. Essa disposição de forças pode resultar em uma baixa renovação na Casa Legislativa. 

A estratégia de pulverização pode beneficiar os parlamentares, que possuem mais recursos do que aqueles que não têm mandato. Neste cenário, eles terão mais estrutura, mais comoção pública e podem arrastar mais votos para os seus partidos, mantendo o número de representantes na Casa Legislativa. Atualmente, a maior parte das siglas tem 2 ou 3 vereadores os representando e com grande potencial de votos.  

Quem não tem mandato, terá mais trabalho durante a campanha política para vencer os desafios políticos e conseguir ser mais bem sucedido que seus colegas de partido. 

Mas pode ser que não ocorra…

“Penso que até por conta do desgaste e da falta de dinheiro, acima de tudo, vai haver uma renovação de 40%”, analisa o cientista político Helso Ribeiro.

Ele pontua que depende muito do quociente eleitoral. O cálculo dependerá do número de abstenções e votos nulos e brancos, uma vez que leva em consideração apenas a quantidade de votos válidos. Outro desafio será o recurso financeiro para bancar uma eleição.

“As eleições estão cada vez mais caras, dispendiosas. Então, quem tem mandato tem uma estrutura que o próprio mandato oferece com muitos servidores, cotão, carros à disposição. Isso é uma ajuda, evidentemente. Mas tradicionalmente, mesmo com tudo isso, há essa renovação de 40% para cima”, finaliza.

 

Priscila Rosas, para Portal O Poder 

Foto: Neto Ribeiro/Portal O Poder 

Com ministros em Tabatinga, Wilson Lima destaca impacto logístico para ZFM de nova rota comercial entre Amazonas e o Pacífico

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O governador Wilson Lima destacou, nesta terça-feira, 09, o impacto positivo da ampliação logística que o Projeto Manta-Manaus, lançado pelo Governo Federal em Tabatinga (a 1.108 quilômetros de Manaus), deve proporcionar ao comércio para o exterior do que é produzido na Zona Franca de Manaus. A expectativa é de que a nova rota aumente a competitividade dos produtos do Polo Industrial de Manaus (PIM), com redução de até 25 dias no trajeto para exportar produtos do Amazonas para o exterior.

O lançamento contou com a presença da ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e do ministro Silvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos (MPOR), que estiveram no município para discutir as Rotas de Integração Sul-Americana, de Integração Nacional e projetos de portos e aeroportos do estado.

Segundo o governador, a implementação da nova rota é um importante itinerário para a Zona Franca de Manaus na entrada de insumos e na exportação de produtos, sem depender do trajeto feito atualmente pelo Canal do Panamá.

“Essa rota é fundamental, porque vai criar mais uma alternativa muito mais interessante do que a gente tem hoje. Um navio que sai com insumos da China para Manaus dura, em média, 45 ou 50 dias. Com essa rota, a gente pode economizar 15 ou 20 dias. Imagina o ganho de logística para que esse produto chegue em Manaus”, destacou o governador.

A rota deve ser finalizada até 2026 e de acordo com o Governo Federal, o projeto já está inserido no novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) como prioritário. A ministra do planejamento ressaltou o ganho em competitividade que o novo trajeto trará ao estado.

“Vocês ganham em tempo, em quilometragem. Nós estamos falando em diminuir essa distância aqui até Shanghai, na China, em 10 mil quilômetros a menos. O que significa que os produtos do Amazonas se tornam mais competitivos, ou seja, vão vender mais, o Brasil vai vender e poder comercializar mais”, enfatizou a ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Redução no trajeto

A Rota Manta-Manaus conecta o Polo Industrial de Manaus com o porto de Manta, no oceano Pacífico, no Equador. No percurso hidroviário, a rota passa pela cidade de Tabatinga, localizada na margem esquerda do rio Solimões, na tríplice fronteira entre as cidades de Letícia, na Colômbia, e Santa Rosa, no Peru. A seguir, o percurso continua por balsas pelo rio Napo, inicialmente por território peruano, sendo navegável até as cidades equatorianas de Puerto Providencia até Francisco de Orellana.

O itinerário deve impulsionar a economia regional e setores produtivos locais, por meio da conexão de áreas remotas com grandes centros de consumo e distribuição.

A rota permite ainda que a duração do trajeto de insumos seja de 30 a 35 dias, uma redução de até 25 dias. Atualmente, o percurso é feito pelo Canal do Panamá, e o transporte de produtos oriundos da Ásia leva entre 41 e 60 dias.

Dragagem dos rios

Com o objetivo de minimizar os efeitos da estiagem prevista novamente para a região, o Ministério de Portos e Aeroportos está organizando o plano de dragagem para o estado do Amazonas. O governador Wilson Lima havia solicitado apoio do Governo Federal para enfrentar os impactos da seca em 2024.

“Vamos fazer a dragagem do Rio Madeira, de Tabatinga e Benjamin Constant. Vamos chegar no mês de junho e julho já com o processo licitado e se houver uma estiagem mais forte e problemas de dragagem, a gente vai estar pronto para fazer essa obra para ajudar no escoamento da produção brasileira”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Durante 2023, a estiagem severa no estado impossibilitou o tráfego no trecho entre Benjamin Constant e Tabatinga, exigindo obras emergenciais. O governo federal identificou a necessidade de incluir o trecho em campanhas regulares de dragagem. Considerando os custos do contrato emergencial e as campanhas regulares no Alto Solimões, o projeto possui um valor de R$ 196 milhões.

PAC Tabatinga

O governador Wilson Lima inaugurou mais uma unidade móvel de Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC) em Tabatinga. Coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), já são 23 PACs, tanto fixos quanto móveis, distribuídos na capital e no interior, abrangendo diversas calhas do estado.

A unidade oferece serviços de emissão de documentos como Carteira de Identidade Nacional (CIN), Carteira Intermunicipal, Carteira de Identificação do Transtorno do Espectro Autista (CipTEA), além de acesso a informações sobre licenciamento ambiental e emissão de carteira de pesca.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa 

Fotos: Alex Pazuello/Secom

Capitão Alberto Neto responde desafio de Marcelo Ramos

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Durante entrevista concedida ao programa “Debate Político”, apresentado por Erica Lima no portal O Convergente, na noite de terça-feira, 9, o pré-candidato a prefeito de Manaus, deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), em diversos momentos mirou somente o também pré-candidato Marcelo Ramos (PT) como seu principal oponente no caminho das eleições 2024.

Ao ser questionado sobre o desafio lançado por Marcelo Ramos para os “bolsonaristas”, que deveriam provar pelo menos um projeto no legado de Bolsonaro para o Amazonas em quatro anos de governo, Alberto Neto tentou justificar alegando que o ex-presidente havia deixado o licenciamento prévio da BR-319 (Manaus/Porto Velho). “O candidato petista Marcelo Ramos pediu para indicar uma obra que Bolsonaro fez para o Amazonas. Nós conseguimos o Licenciamento Prévio, que esse atual governo impediu durante 15 anos. Conseguimos o licenciamento e, nesse meu projeto que fui o relator e está no Senado Federal, eu simplifico todos os licenciamentos acessórios, tipo a drenagem, a usina de asfalto, o canteiro de obras que são licenciamentos que precisam para o asfaltamento da BR-319”, tentou explicar.

Em relação às obras do governo Lula, Alberto Neto disse que todas foram deixadas com corrupção e desvio de verba, o que, segundo ele, não aconteceu no governo Bolsonaro.

Três contra um

Na entrevista, Alberto Neto se avalia como o único candidato representante da direita, pelo fato de ser amigo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele citou que o partido chegou a conversar com o prefeito David Almeida (Avante), mas que ao se aliançar com os senadores Omar Aziz e Eduardo Braga, ele se posicionou contrário.

“Quando o David Almeida escolheu o lado da esquerda e fazer parcerias com Omar Aziz e Eduardo Braga, eu me posicionei. Não, o David Almeida não merece estar aqui no partido porque ele está aliado com os nossos maiores opositores. Então, David Almeida não é de direita e está aliado com o presidente Lula. A eleição de 2024 é muito importante para que possamos chegar em 2026 muito fortes e fazer o maior número de deputados federais e senadores. Para que o Bolsonaro fique fortalecido em 2026, precisamos vencer a eleição de 2024 fazendo o maior número de prefeitos e vereadores, que serão o nosso exército “, disse.

Alberto Neto fez um convite aos eleitores que apoiam Bolsonaro e têm simpatia pela direita, pela pauta conservadora da família, Deus, Pátria e Liberdade. “Eu quero te convidar pra fazer parte do Partido Liberal, esse partido que representa todo esse conceito do nosso eterno presidente Bolsonaro, para entrar na campanha. Vamos lutar contra a máquina e um jovem que tem um viés de esquerda (Amom Mandel), vamos lutar contra um candidato que veio do PCdoB e agora está no PT (Marcelo Ramos), são três contra um dá direita”, afirmou.

“Não ciscou pra dentro”

Ao ser questionado a respeito do Coronel Menezes, que recentemente deixou o PL por não ser confirmado como vice-prefeito, Alberto Neto mencionou alguns equívocos na trajetória política e citou a briga com o presidente estadual do PL, Alfredo Nascimento.

“Coronel Menezes foi o nosso candidato ao Senado Federal e se atrapalhou na vida política. Porque a vida política não se faz só com confronto, se faz com alianças, que nós chamamos a frase de ciscar pra dentro. Quando você quer ser um candidato majoritário, você não pode ser um candidato de si mesmo, você tem que fazer alianças, você não tem partido. O partido tem uma liderança que precisa ser respeitada, então se eu eu brigo com o presidente do partido, eu estou fechando as portas para mim, e teve esse problema de relacionamento do Coronel Menezes com o nosso partido”, alfinetou.

 

 

Da Redação

Ilustração: Neto Ribeiro