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TJAM assina acordo de cooperação com CNJ

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O Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) por intermédio do Extrato de Acordo de Cooperação Técnica (ACT) nº 20/2024 -UASG 040003, firmou convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Selo Linguagem Simples.

A finalidade é reconhecer e estimular, em todos os segmentos da Justiça e em todos os graus de jurisdição, o uso de linguagem direta e compreensível a todos os cidadãos na produção das decisões judiciais e na comunicação geral com a sociedade.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 26, e tem a vigência de 24 meses a partir da data da publicação, podendo ser prorrogada automaticamente, até o limite de 5 anos, exceto se houver manifestação empressa em sentido contrário, nos termos da lei.

Augusto Costa, para O Poder

Foto: Reprodução

 

Bolsonarista, Denarium é criticado por prestigiar posse de Dino no STF e faltar ato pró-Bolsonaro

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Roraima – Desde a semana passada, o governador cassado de Roraima, Antonio Denarium (PP), tem sido criticado nas redes sociais após publicar uma foto na cerimônia de posse do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. Os comentários negativos aumentaram ainda mais neste domingo, 25, depois que o governador ter faltado o evento pró-Bolsonaro em São Paulo.

Ocorre que a população não viu com bons olhos a publicação na posse de Dino, cogitando um possível alinhamento ou aproximação com o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Antonio Denarium, que foi eleito duas vezes na chamada “onda Bolsonarista”, parece ter deixado de lado o apreço que demonstrava pelo ex-presidente, derrotado por Lula em 2022, e agora alvo de uma investigação da Polícia Federal que apura sua participação na tentativa de golpe em 2023.

Para agravar ainda mais os comentários, pegou mal para os correligionários de Denarium o fato do chefe do Executivo de Roraima ter faltado ao ato na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo, 25.

“Estranho essa postagem. Orgulho de postar uma foto com o Sr. ministro que foi considerado o pior governador do Maranhão?”, questionou uma seguidora. “Meu Deus como teve coragem de postar uma foto dessa”. disse outra.

Na postagem, o governador escreveu: “Em Brasília, participei da posse do excelentíssimo Ministro do STF Flávio Dino, que passa a ocupar uma vaga na Suprema Corte do Brasil”. Além de Denarium, aparecem na foto o senador Hiran Gonçalves, também bolsonarista.

Foto: Divulgação 

 

Omisso sobre crimes de Denarium e Saúde precária em RR, Hiran vai aplaudir Bolsonaro em SP

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Roraima – Enquanto silencia completamente sobre os crimes cometidos pelo governador Antonio Denarium (PP), que levaram à três cassações no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o senador Hiran Gonçalves, presidente estadual do PP, foi ao Estado de São Paulo participar do ato Pró-Bolsonaro.

A manifestação foi convocada pelo ex-presidente derrotado nas eleições de 2022 e alvo de investigações sobre a tentativa de golpe ao Estado Democrático em janeiro de 2022.

Nas redes sociais, em vídeo compartilhado, o senador progressista se disse satisfeito em participador do ato de disse, ainda, que o ato era uma grande festa da democracia, do apoio à família e da liberdade.

Em Roraima, no entanto, o senador não ousa se manifestar sobre as mais de 300 mortes de recém-nascidos na maternidade de lona do Governo de Roraima nos últimos três anos.

O parlamentar também fica em completo silêncio sobre a investigação da Polícia Federal que investiga fraudes na Secretaria de Saúde. Devido a operação, no início do mês, a titular da Saúde, Cecília Lorenzon, inclusive, chegou a ser afastada do cargo por decisão da Justiça Federal, mas retornou dias depois.

Além disso, o senador, por meio de empresa da sua família, uma clínica oftalmológica, mantém contratos milionários com o Governo do amigo, Antonio Denarium.

Foto: Divulgação 

Arthur Neto passa vexame após tentar pegar carona em movimento de Bolsonaro nas redes sociais

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O ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), que esteve entre as personalidades políticas  amazonenses, passou vexame ao tentar “pegar carona” na manifestação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizado na Avenida Paulista no domingo, 25, e foi ridicularizado nas redes sociais.

Com uma camisa amarela, Arthur Neto foi confundido com um “carteiro”, virando chacota tanto no seu perfil como nas páginas das redes sociais. Ninguém da organização do evento deu atenção a Arthur que não foi chamado para se juntar as autoridades no trio elétrico ficando no meio dos participantes.

Pandemia

Na época da pandemia, quando Arthur Neto era prefeito de Manaus, ele foi escrachado pelo ex-presidente Bolsonaro que chegou a afirmar nas redes sociais que conhecia o seu passado tenebroso. No vídeo, Bolsonaro chega a chamar Arthur de ‘bosta” ao se referir ao prefeito de Manaus que estava abrindo covas coletivas no período mais critico da pandemia da Covid 19.

“Para aproveitar o vírus está um bosta de um prefeito de Manaus abrindo covas coletivas. Um bosta que quem não conhece a história dele procura conhecer, pois eu conheci dentro da Câmara do meu lado”, alfinetou.

 

Da Redação O Poder

Foto: Reprodução

 

“Devemos passar uma borracha no passado” diz Bolsonaro em ato.

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Lideranças da direita brasileira e os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é investigado por tentativa de golpe entre outros crimes no Supremo Tribunal Federal (STF), discursam em cima de trio elétrico neste domingo, 25, na Avenida Paulista.

O discurso de Michelle começou às 15h10, com forte teor religioso. A ex-primeira-dama disse que o governo Bolsonaro foi perseguido por ser associado às religiões. Segundo ela, antes, “ao não misturar política com religião, o mal tomou o espaço” no país. Depois da ex-primeira-dama, falaram o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Michelle, visivelmente emocionada, chorou ao falar com o público que chamou de “exército de Deus, de homens e mulheres, exército de patriotas que não desistem da sua nação”.

Dentre os governadores presentes, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) discursou e, na oportunidade, agradeceu a quem chamou de “amigo”: “Eu não era ninguém e o presidente apostou em pessoas como eu”, disse. Em determinado momento, ele ainda acrescentou: “Bolsonaro nunca pegou nada para si”.

Tarcísio de Freitas foi ministro da Infraestrutura na gestão bolsonarista. Na noite de sábado, 24, para este domingo, 25, Jair e Michelle Bolsonaro ficaram hospedados no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo de São Paulo. E, juntos eles almoçaram com os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) antes de seguirem para a manifestação.

Acompanhado da primeira-dama Gracinha Caiado, o governador de Goiás postou nas redes sociais tanto sua presença no Palácio do Bandeirante, quanto trechos de caminhada na Av.Paulista. De acordo com a assessoria, ele optou por não discursar no dia de hoje.

Depois do discurso de Tarcísio, seguiu-se o discurso religioso mais eloquente, o do principal organizador do evento: o pastor Silas Malafaia. O pastor atacou o STF, o TSE, Moraes e disse que não tem medo de ser preso. Além disso, afirmou que o governo Lula estaria por trás dos atos de 8 de Janeiro de 2023 sem apresentar nenhuma prova do fato.

Para completar, Malafaia citou a morte de um de seus fieis como responsabilidade do ministro do Supremo Tribunal Federal. “O sangue de Clériston está nas mãos de Alexandre de Moraes e ele vai dar conta dele”, diz Pastor Malafaia.

Em seguida, veio a fala do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Apresentado como “mito”, Bolsonaro inicia discurso falando em “Bíblia brasileira” e em como Deus deve ser exaltado. Aproveitou para relembrou a facada e de sua vida como militar. O ponto alto de seu discurso foi o pedido de anistia direcionado aos presos do 8/01 e pessoas investigadas por supostamente tentarem dar um golpe de Estado.

Mais contido e com medo de ser preso, Bolsonaro falou em pacificação no Congresso e “passar uma borracha no passado”. Além disso, afirmou que penas ao presos do 8 de janeiro fugiram da razoabilidade.

Imagens aéreas do ato promovido por Jair Bolsonaro neste domingo, 25, na avenida Paulista mostram que os apoiadores do ex-presidente estão espalhados por toda a extensão da via com concentração na frente do MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand).

 

Da redação para Portal O Porder, com informações do Portal Jornal Opção.

Imagens: divulgação. 

 

Personalidades amazonenses comparecem a Ato da Av. Paulista

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Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro se reúnem na avenida Paulista, em São Paulo, onde acontece hoje ato convocado como um evento para defender a democracia.

Bolsonaro chegou por volta das 14h40, acompanhado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Os grupos começaram a chegar ao local ainda pela manhã. Apoiadores divulgaram nas redes sociais a chegada para ato do ex-presidente.

A ocupação principal de manifestantes se concentra do Masp (Museu de Arte de São Paulo), mas se estende pela avenida Paulista. Bolsonaro e convidados vão discursar em trios elétricos na região do museu. O número estimado de público ainda não foi divulgado.

Dentre o público manifestante estão algumas personalidades amazonenes, como o ex-senador Arthur Virgílio Neto; a depurada estadual Débora Menezes; o deputado estadual e delegado Pericles; o deputado federal Capitão Alberto Neto; e o ex candidato ao senado, Coronel Menezes.

Entretanto, uma situação que chamou atenção foi o fato de nenhuma das personalidades amazoneses caminharem juntas, inclusive os pré candidatos a prefeito e à vice: Capitão Alberto Neto e Coronel Menezes, causando um estranhamento, pois não foram de forma organizada e unida.

 

Da redação para Portal O Poder, com informações do Portal UOL. 

Imagens: divulgação. 

Malafaia diz tirará do bolso R$ 100 mil para o ato da Av. Paulista

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O pastor Silas Malafaia afirmou que os custos do ato de domingo (25.fev.2024), convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), serão de R$ 90.000 a R$ 100 mil. O líder religioso arcará com 2 trios elétricos para o evento. Juntos, custarão R$ 74.000.

Malafaia está organizando o evento e disse que vai utilizar dinheiro do próprio bolso para custear os equipamentos utilizados na manifestação na av. Paulista, em São Paulo.

O trio elétrico principal que será utilizado por Bolsonaro e aliados chama “Demolidor”. Custará R$ 55.000. Tem a posição de um “L invertido”, segundo o pastor. O outro trio elétrico, chamado “Katrina”, é um pouco menor e custará R$ 19.000.

Malafaia também afirmou que contratará uma ambulância, 20 seguranças e “algumas” caixas de som, dentre outros equipamentos. O resto dos itens, segundo ele, deve elevar os gastos para a casa dos R$ 100 mil.

Convidados

O líder religioso disse que não convidou ninguém, pois foi responsável só pela organização do evento. Declarou que não chamou o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, mesmo depois do pedido de Fabio Wajngarten, assessor de Bolsonaro.

“O ato não é sobre Israel, não é para criticar o outro lado que não seja o Bolsonaro também. Nas minhas redes sociais eu posso ‘meter o pau’ no STF, no Alexandre de Moraes, mas esse ato vai ser para demonstrar força e união”, disse o pastor.

Apesar de ressaltar que não vai usar de críticas à esquerda como foco, Malafaia afirmou que começará seu discurso com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelas falas sobre Israel e pela comparação com o Holocausto.

Em relação ao número de presentes, o líder religioso disse não poder estimar, pois não custeará transporte ou passagem de participantes. “Vai quem quer”, declarou.

Da redação para Portal O Porder, com informações do Portal Poder 360. 

Imagens: divulgação. 

Com crimes eleitorais nas costas, Denarium está a cada minuto mais perto da cassação definitiva

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Roraima – Eleito usando a máquina pública e “ajudando” eleitores financeiramente mais fragilizados por meio de programas assistencialistas do Governo, o governador Antonio Denarium (PP) não ficou impune pelos crimes eleitorais cometidos no ano eleitoral de 2022 e foi cassado três vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR).

Agora, o governador cassado está cada vez mais próximo da cassação definitiva. Isso porque o vice-procurador-geral do Ministério Público Eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, deu parecer favorável à um dos processos de cassação do governador de Roraima.

Neste caso, o parecer é a favor à cassação definitiva no processo por distribuição de cestas básicas. É que o governador aumentou o número de beneficiários do Programa Cesta da Família e massificou as ações de divulgação dessas doações em ano eleitoral.

Além deste, há dois outros processos já julgados pelos juízes eleitorais de Roraima, que tão logo devem chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)…

Governo federal recomenda troca de distribuidora de energia no Amazonas

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O Ministério de Minas e Energia (MME) entende que há necessidade de troca do concessionário de distribuição de energia no estado do Amazonas, que enfrenta graves desequilíbrios financeiros e dívidas bilionárias, e ressaltou que mudanças legislativas são importantes para garantir a sustentabilidade da concessão.

Segundo relatório de um grupo de trabalho da pasta, uma ação é necessária porque a situação da Amazonas Energia deve ser agravada neste ano, com o término de medidas de alívio definidas no passado.

Após cinco anos no comando, o grupo privado que adquiriu a distribuidora da Eletrobras conseguiu melhorar a concessão (ELET3;ELET6) não  do ponto de vista econômico-financeiro e operacional. O diagnóstico consta de relatório publicado na quinta-feira (22), elaborado por um grupo que analisou a situação das distribuidoras de energia do país que sofrem com desequilíbrios devido a questões estruturais de suas concessões: Amazonas Energia, Light (LIGT3) e Enel Rio.

No caso da Amazonas, o relatório apontou a necessidade de medidas para tratar da continuidade dos serviços uma vez que, neste ano, expiram alguns comandos legais e contratuais definidos no passado que vinham trazendo alívios de caixa à distribuidora.

Pelos cálculos apresentados, haverá déficits bilionários para a empresa com o fim de um conjunto de flexibilizações envolvendo valores reconhecidos nas tarifas a título de custos operacionais e perdas não técnicas e reembolsos da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). Foram estimados déficits de R$ 1,98 bilhão em 2024, R$ 2,68 bilhões em 2025 e R$ 2,77 bilhões em 2026.

“A título de comparação, a Parcela B (receita de distribuição) da Amazonas Energia é de R$ 1,27 bilhão por ano… ou seja, o déficit projetado para os próximos anos é totalmente incompatível com a geração de caixa potencial da concessão”, diz o documento.

Período de transição 

Na visão do governo, que avalia alternativas para uma troca do controle da concessão, serão necessárias novas medidas legislativas para garantir um “período de transição” para que o futuro concessionário tenha condições de alcançar a sustentabilidade econômica e financeira da concessão.

“Entre as mudanças, destaca-se o reembolso da CCC e a definição de referenciais regulatórios de perdas não técnicas, custos operacionais e receitas irrecuperáveis que permitam a assunção do serviço por novo concessionário ou novo controlador”, diz o relatório.

Outra previsão é a de que os custos com a contratação da distribuidora possam ser arcados pela Conta de Energia de Reserva (Coner), com pagamentos sendo efetuados pelo Encargo de Energia de Reserva (EER).

A pasta apontou ainda três alternativas possíveis para garantir um novo concessionário, mas não bateu o martelo: caducidade e licitação da concessão com a indenização dos ativos; caducidade e licitação da concessão em conjunto com a transferência de controle societário da distribuidora; e transferência do controle sem a necessidade de se decretar a caducidade.

Privatização em 2018

A Amazonas Energia foi privatizada pela Eletrobras em 2018, em leilão de lance único apresentado pelo grupo Oliveira Energia. A distribuidora foi arrematada pelo valor simbólico de R$ 50 mil, mas a empresa teve que assumir pesadas dívidas, totalizando R$ 8,9 bilhões.

Cinco anos depois, o governo e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constataram que a Amazonas Energia não foi capaz de reverter os problemas da concessão que, além de deficitária, é considerada complexa do ponto de vista operacional, por envolver região de floresta e atendimento a comunidades isoladas.

Segundo o relatório do ministério, a concessão enfrenta uma “combinação de uma geração de caixa negativa, com um nível de endividamento elevado e crescente, ou seja, numa situação de insustentabilidade”.

Em setembro de 2023, a dívida líquida da Amazonas Energia alcançava R$ 9,6 bilhões, dos quais 80% concentrados com Eletronorte e Eletrobras. Com a Eletronorte, a Amazonas Energia está inadimplente com valores de compra de energia, mas obteve decisão judicial para suspender a dívida.

A Aneel recomendou ao governo a caducidade da concessão, após a empresa atual não ter conseguido fechar um plano adequado de transferência do controle. O governo também deve apresentar relatórios semelhantes para a Light e Enel Rio.

“Quanto às propostas de medidas visando à sustentabilidade das concessões do estado do Rio de Janeiro, por estarem intrinsecamente relacionadas ao processo de diretrizes para o tratamento de concessões de distribuição de energia elétrica vincendas entre 2025 e 2031 conduzido pelo MME, estas serão encaminhadas num segundo relatório”, diz o documento.

Da redação para Portal O Poder, com informações do Portal Infomoney. 

Imagens: divulgação.

Fontes da PF relatam que Valdemar mentiu em depoimento

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A Polícia Federal (PF) não ficou satisfeita com os depoimentos dos investigados que não ficaram em silêncio no inquérito que apura uma tentativa de golpe Estado do grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo O Globo, os investigadores avaliam que aqueles que se dispuseram a falar, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, mentiram e não contribuíram em nada na investigação.

Para os agentes da PF, os depoimentos foram “evasivos” e “sem dados a acrescentar”.

Quem falou e quem calou

A PF colheu 23 depoimentos no âmbito da investigação sobre uma tentativa de golpe Estado. Mas os agentes só ouviram respostas de oito dos depoentes. Quinze deles optaram por permanecer em silêncio.

Entre os que calaram estão o próprio Bolsonaro e os generais que compuseram seu governo: Walter Braga Neto, ex-ministro-chefe da Casa Civil, Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do GSI, Paulo Sérgio Noronha, ex-ministro da Defesa, Mário Fernandes, ex-número dois da Secretaria Geral da Presidência, e o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha.

Entre os que resolveram falar estão o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência Filipe Martins, o ex-assessor Tércio Arnaud, o assistente do Comando Militar Sul Bernardo Romão Correa Netto e o coronel da reserva Cleverson Ney Magalhães.

Bolsonaro silencia

Como se esperava, o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou em silêncio durante a oitiva realizada nesta quinta-feira, 22, pela Polícia Federal.

De acordo com informações da PF, o ex-mandatário ficou menos de 30 minutos na sede da PF, em Brasília.

“Quero deixar claro que esse silêncio não é simplesmente o uso do exercício constitucional do silêncio, mas uma estratégia baseada no fato de que a defesa não teve acesso a todos os elementos por quais estão sendo imputados ao presidente a prática de certos delitos”, disse Fabio Wajngarten, advogado de Bolsonaro.

Ainda segundo o advogado do ex-presidente da República, o fato de não ter obtido informações sobre o conteúdo na íntegra da delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid compromete a defesa.

 

Da Redação com informações de O Antagonista

Foto: Divulgação